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sábado, 20 de julho de 2013

"Tucanato paulista": o mar de lama está de volta ao noticiário.

(do Transparência SP)

As últimas semanas não estão fáceis para ninguém, parodiando uma propaganda famosa.
Os tucanos em SP devem ter muitas preocupações nos últimos dias.
Os escândalos envolvendo o Metrô, a CPTM, os pedágios estaduais e os policiais corruptos do DENARC parecem incluir o governo tucano num verdadeiro "mar de lama".
Este blog já denuncia estes problemas a mais de 2 anos. Aliás, esta denúncia das gigantes Alstom e Siemens, pagando propinas para autoridades paulistas para obterem contratos com o Metrô e a CPTM, vem de 2008, numa série de reportagens do jornal "O Estado de SP" que não ganharam grande repercussão no restante da mídia.
Se o PIG quiser, "enterra" o tucanato paulista de uma só vez. Basta dar uma olhadinha e colocar seus repórteres para investigar os "escândalos" que apontamos por aqui. Esta última semana foi uma pequena amostra.


O esquema que saiu dos trilhos

(da Revista Isto É)

Um propinoduto criado para desviar milhões das obras do Metrô e dos trens metropolitanos foi montado durante os governos do PSDB em São Paulo. Lobistas e autoridades ligadas aos tucanos operavam por meio de empresas de fachada

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas
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PROTEÇÃO GARANTIDA
Os governos tucanos de Mario Covas (abaixo), 
Geraldo Alckmin
e José Serra (acima) nada fizeram para conter o esquema de corrupção



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Ao assinar um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a multinacional alemã Siemens lançou luz sobre um milionário propinoduto mantido há quase 20 anos por sucessivos governos do PSDB em São Paulo para desviar dinheiro das obras do Metrô e dos trens metropolitanos. Em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos, a empresa revelou como ela e outras companhias se articularam na formação de cartéis para avançar sobre licitações públicas na área de transporte sobre trilhos. Para vencerem concorrências, com preços superfaturados, para manutenção, aquisição de trens, construção de linhas férreas e metrôs durante os governos tucanos em São Paulo – confessaram os executivos da multinacional alemã –, os empresários manipularam licitações e corromperam políticos e autoridades ligadas ao PSDB e servidores públicos de alto escalão. O problema é que a prática criminosa, que trafegou sem restrições pelas administrações de Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, já era alvo de investigações, no Brasil e no Exterior, desde 2008 e nenhuma providência foi tomada por nenhum governo tucano para que ela parasse. Pelo contrário. Desde que foram feitas as primeras investigações, tanto na Europa quanto no Brasil, as empresas envolvidas continuaram a vencer licitações e a assinar contratos com o governo do PSDB em São Paulo. O Ministério Público da Suíça identificou pagamentos a personagens relacionados ao PSDB realizados pela francesa Alstom – que compete com a Siemens na área de maquinários de transporte e energia – em contrapartida a contratos obtidos. Somente o MP de São Paulo abriu 15 inquéritos sobre o tema. Agora, diante deste novo fato, é possível detalhar como age esta rede criminosa com conexões em paraísos fiscais e que teria drenado, pelo menos, US$ 50 milhões do erário paulista para abastecer o propinoduto tucano, segundo as investigações concluídas na Europa.
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SUSPEITOS
Segundo o ex-funcionário da Siemens, Ronaldo Moriyama (foto menor),
diretor da MGE, e Décio Tambelli, ex-diretor do Metrô, integravam o esquema
As provas oferecidas pela Siemens e por seus executivos ao Cade são contundentes. Entre elas, consta um depoimento bombástico prestado no Brasil em junho de 2008 por um funcionário da Siemens da Alemanha. ISTOÉ teve acesso às sete páginas da denúncia. Nelas, o ex-funcionário, que prestou depoimento voluntário ao Ministério Público, revela como funciona o esquema de desvio de dinheiro dos cofres públicos e fornece os nomes de autoridades e empresários que participavam da tramoia. Segundo o ex-funcionário cujo nome é mantido em sigilo, após ganhar uma licitação, a Siemens subcontratava uma empresa para simular os serviços e, por meio dela, realizar o pagamento de propina. Foi o que aconteceu em junho de 2002, durante o governo de Geraldo Alckmin, quando a empresa alemã venceu o certame para manutenção preventiva de trens da série 3000 da CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos). À época, a Siemens subcontratou a MGE Transportes. De acordo com uma planilha de pagamentos da Siemens obtida por ISTOÉ, a empresa alemã pagou à MGE R$ 2,8 milhões até junho de 2006. Desse total, pelo menos R$ 2,1 milhões foram sacados na boca do caixa por representantes da MGE para serem distribuídos a políticos e diretores da CPTM, segundo a denúncia. Para não deixar rastro da transação, os saques na boca do caixa eram sempre inferiores a R$ 10 mil. Com isso, o Banco Central não era notificado. “Durante muitos anos, a Siemens vem subornando políticos, na sua maioria do PSDB, e diretores da CPTM.
A MGE é frequentemente utilizada pela Siemens para pagamento de propina. Nesse caso, como de costume, a MGE ficou encarregada de pagar a propina de 5% à diretoria da CPTM”, denunciou o depoente ao Ministério Público paulista e ao ombudsman da empresa na Alemanha. Ainda de acordo com o depoimento, estariam envolvidos no esquema o diretor da MGE, Ronaldo Moriyama, segundo o delator “conhecido no mercado ferroviário por sua agressividade quando se fala em subornar o pessoal do Metrô de SP e da CPTM”, Carlos Freyze David e Décio Tambelli, respectivamente ex-presidente e ex-diretor do Metrô de São Paulo, Luiz Lavorente, ex-diretor de Operações da CPTM, e Nelson Scaglioni, ex-gerente de manutenção do metrô paulista. Scaglioni, diz o depoente, “está na folha de pagamento da MGE há dez anos”. “Ele controla diversas licitações como os lucrativos contratos de reforma dos motores de tração do Metrô, onde a MGE deita e rola”. O encarregado de receber o dinheiro da propina em mãos e repassar às autoridades era Lavorente. “O mesmo dizia que (os valores) eram repassados integralmente a políticos do PSDB” de São Paulo e a partidos aliados. O modelo de operação feito pela Siemens por meio da MGE Transportes se repetiu com outra empresa, a japonesa Mitsui, segundo relato do funcionário da Siemens. Procurados por ISTOÉ, Moriyama, Freyze, Tambelli, Lavorente e Scaglioni não foram encontrados. A MGE, por sua vez, se nega a comentar as denúncias e disse que está colaborando com as investigações.
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Além de subcontratar empresas para simular serviços e servir de ponte para o desvio de dinheiro público, o esquema que distribuiu propina durante os governos do PSDB em São Paulo fluía a partir de operações internacionais. Nessa outra vertente do esquema, para chegar às mãos dos políticos e servidores públicos, a propina circulava em contas de pessoas físicas e jurídicas em paraísos fiscais. Uma dessas transações contou, de acordo com o depoimento do ex-funcionário da Siemens, com a participação dos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira, através de suas respectivas empresas Procint E Constech e de suas offshores no Uruguai, Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A. Neste caso específico, segundo o denunciante, a propina foi paga porque a Siemens, em parceria com a Alstom, uma das integrantes do cartel denunciado ao Cade, ganhou a licitação para implementação da linha G da CPTM. O acordo incluía uma comissão de 5% para os lobistas, segundo contrato ao qual ISTOÉ teve acesso com exclusividade, e de 7,5% a políticos do PSDB e a diretores da área de transportes sobre trilho. “A Siemens AG (Alemanha) e a Siemens Limitada (Brasil) assinaram um contrato com (as offshores) a Leraway e com a Gantown para o pagamento da comissão”, afirma o delator. As reuniões, acrescentou ele, para discutir a distribuição da propina eram feitas em badaladas casas noturnas da capital paulista. Teriam participado da formação do cartel as empresas Alstom, Bombardier, CAF, Siemens, TTrans e Mitsui. Coube ao diretor da Mitsui, Masao Suzuki, guardar o documento que estabelecia o escopo de fornecimento e os preços a serem praticados por empresa na licitação.
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Além de subcontratar empresas que serviram de ponte para o desvio
de dinheiro público, o esquema valeu-se de operações em paraísos fiscais
Os depoimentos obtidos por ISTOÉ vão além das investigações sobre o caso iniciadas há cinco anos no Exterior. Em 2008, promotores da Alemanha, França e Suíça, após prender e bloquear contas de executivos do grupo Siemens e da francesa Alstom por suspeita de corrupção, descobriram que as empresas mantinham uma prática de pagar propinas a servidores públicos em cerca de 30 países. Entre eles, o Brasil. Um dos nomes próximos aos tucanos que apareceram na investigação dos promotores foi o de Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) nomeado pelo então governador tucano Mário Covas. No período em que as propinas teriam sido negociadas, Marinho trabalhava diretamente com Covas. Proprietário de uma ilha paradisíaca na região de Paraty, no Rio de Janeiro, Marinho foi prefeito de São José dos Campos, ocupou a coordenação da campanha eleitoral de Covas em 1994 e foi chefe da Casa Civil do governo do Estado de 1995 a abril de 1997. Numa colaboração entre promotores de São Paulo e da Suíça, eles identificaram uma conta bancária pertencente a Marinho que teria sido abastecida pela francesa Alstom. O MP bloqueou cerca de US$ 1 milhão depositado. Marinho é até hoje alvo do MP de São Paulo. Procurado, ele não respondeu ao contato de ISTOÉ. Mas, desde que estourou o escândalo, ele, que era conhecido como “o homem da cozinha” – por sua proximidade com Covas –, tem negado a sua participação em negociatas que beneficiaram a Alstom.
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Entre as revelações feitas pela Siemens ao Cade em troca de imunidade está a de que ela e outras gigantes do setor, como a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui, reuniram-se durante anos para manipular por meios escusos o resultado de contratos na área de transporte sobre trilhos. Entre as licitações envolvidas sob a gestão do PSDB estão a fase 1 da Linha 5 do Metrô de São Paulo, as concorrências para a manutenção dos trens das Séries 2.000, 3.000 e 2.100 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e a extensão da Linha 2 do metrô de São Paulo. Também ocorreram irregularidades no Projeto Boa Viagem da CPTM para reforma, modernização e serviço de manutenção de trens, além de concorrências para aquisição de carros de trens pela CPTM, com previsão de desenvolvimento de sistemas, treinamento de pessoal, apoio técnico e serviços complementares.
Com a formação do cartel, as empresas combinavam preços e condicionavam
a derrota de um grupo delas à vitória em outra licitação superfaturada
Com a formação do cartel, as empresas combinavam preços e condicionavam a derrota de um grupo delas à vitória em outra licitação também superfaturada. Outra estratégia comum era o compromisso de que aquela que ganhasse o certame previamente acertado subcontratasse outra derrotada. Tamanha era a desfaçatez dos negócios que os acordos por diversas vezes foram celebrados em reuniões nos escritórios das empresas e referendados por correspondência eletrônica. No início do mês, a Superintendência-Geral do Cade realizou busca e apreensão nas sedes das companhias delatadas. A Operação Linha Cruzada da Polícia Federal executou mandados judiciais em diversas cidades em São Paulo e Brasília. Apenas em um local visitado, agentes da PF ficaram mais de 18 horas coletando documentos. Ao abrir o esquema, a Siemens assinou um acordo de leniência, que pode garantir à companhia e a seus executivos isenção caso o cartel seja confirmado e condenado. A imunidade administrativa e criminal integral é assegurada quando um participante do esquema denuncia o cartel, suspende a prática e coopera com as investigações. Em caso de condenação, o cartel está sujeito à multa que pode chegar a até 20% do faturamento bruto. O acordo entre a Siemens e o Cade vem sendo negociado desde maio de 2012. Desde então, o órgão exige que a multinacional alemã coopere fornecendo detalhes sobre a manipulação de preços em licitações.
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Só em contratos com os governos comandados pelo PSDB em São Paulo, duas importantes integrantes do cartel apurado pelo Cade, Siemens e Alstom, faturaram juntas até 2008 R$ 12,6 bilhões. “Os tucanos têm a sensação de impunidade permanente. Estamos denunciando esse caso há décadas. Entrarei com um processo de improbidade por omissão contra o governador Geraldo Alckmin”, diz o deputado estadual do PT João Paulo Rillo. Raras vezes um esquema de corrupção atravessou incólume por tantos governos seguidos de um mesmo partido numa das principais capitais do País, mesmo com réus confessos – no caso, funcionários de uma das empresas participantes da tramoia, a Siemens –, e com a existência de depoimentos contundentes no Brasil e no Exterior que resultaram em pelo menos 15 processos no Ministério Público. Agora, espera-se uma apuração profunda sobre a teia de corrupção montada pelos governos do PSDB em São Paulo. No Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin disse que espera rigor nas investigações e cobrará o dinheiro que tenha sido desviado dos cofres públicos. 

Empresa alemã Siemens delata cartel em licitações do metrô de SP

(da Folha de SP)
(por CATIA SEABRA, JULIANA SOFIA , DIMMI AMORA)

DE BRASÍLIA

A multinacional alemã Siemens delatou às autoridades antitruste brasileiras a existência de um cartel --do qual fazia parte-- em licitações para compra de equipamento ferroviário, além de construção e manutenção de linhas de trens e metrô em São Paulo e no Distrito Federal.
Gigante da engenharia, a empresa já foi condenada em outros países por conduta contra a livre concorrência.

A Folha apurou que o esquema delatado pela companhia envolve subsidiárias de multinacionais como a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui.
Essas empresas e a Siemens são as principais candidatas a disputar o megaprojeto federal do trem-bala que ligará Rio e São Paulo. O leilão deve ser no mês que vem.
Combinações ilícitas entre empresas podem resultar em contratações com preços superiores (entre 10% e 20%, segundo estimativas) aos praticados caso elas concorressem normalmente.
No início do mês, a Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) realizou busca e apreensão nas sedes das companhias delatadas. A Operação Linha Cruzada executou mandados judiciais em São Paulo, Diadema, Hortolândia e Brasília.
Segundo as denúncias, o cartel atuou em ao menos seis licitações. Mas ainda não se sabe ao certo o tamanho real, alcance, período em que atuou e o prejuízo causado.
Ao entregar o esquema, a Siemens assinou um acordo de leniência, que pode garantir à companhia e a seus executivos isenção caso o cartel seja confirmado e condenado.
A imunidade administrativa e criminal integral é assegurada quando um participante do esquema --antes que o governo tenha iniciado apuração-- denuncia o cartel, suspende a prática e coopera com as investigações.
No caso de condenação, o cartel está sujeito a multa que pode chegar a 20% do faturamento bruto da empresa no ano anterior à abertura de processo pelo Cade.
No final da década de 90, houve uma troca no comando mundial da Siemens depois de escândalos de pagamento de propina em vários países. A empresa foi punida no exterior por formação de cartel.
A análise do material apreendido levará até três meses. Confirmados os indícios de cartelização, o Cade abrirá processo contra as envolvidas. O conluio, segundo a apuração, inclui outras sete empresas: TTrans, Tejofran, MGE, TCBR Tecnologia, Temoinsa, Iesa e Serveng-Civilsan.




segunda-feira, 1 de abril de 2013

Metrô de SP a passos de tartaruga.

(do Transparência SP)
 
A reportagem abaixo é daquelas raras investigações que a grande mídia faz sobre o descompasso entre os projetos do Estado de SP e sua velocidade de execução.
Neste caso, sobre a lenta expansão do metrô paulista, o Estadão publica uma análise sobre o projeto original do Metrô e o que foi de fato construído.
O metrô já deveria ter quase 70 km de extensão em 1987, mas este número só foi atingido duas décadas depois. Nos anos 90, a projeção é que o Metrô já teria mais de 300 km, mas estamos ainda com 74 km, muito menor do que o Metrô da cidade do México e da cidade de Santiago, para ficarmos em dois exemplos latino-americanos.
A matéria aponta algumas razões para este baixo investimento: falta de recursos financeiros por causa da crise do petróleo nos anos 70 e da crise da dívida nos anos 80 e 90. Faltou apenas registrar que a política de ajuste fiscal recessivo permanente e Estado-minimo dos anos 90 tornou mais aguda ainda a falta de investimentos.
De qualquer modo, a matéria aponta o que poderíamos ser e não somos por causa de opções erradas que vem desde o período militar até os anos 90.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Governo paulista faz "maquiagem" em trem turístico que se acidenta em Campos do Jordão

(do Transparência SP)
 
Apesar de duas matérias jornalísticas (do Estadão e do Diário de SP), a grande imprensa não apurou detalhadamente um fato importantíssimo da tragédia ocorrida com o bondinho turístico de Campos do Jordão: o mesmo havia sido reformado pelo governo estadual a poucos meses.
Apurando o assunto, podemos supor que o governo paulista, mais uma vez, maquiou o bondinho, sem que houvesse a troca dos sistemas de freios e outros componentes estruturais do equipamento.
Para os passageiros, parecia tudo maravilhoso, com o vagão reformado.
Aliás, outro episódio parecido ocorreu com uma composição da linha 3 - vermelha (Leste/Oeste)do Metrô de SP, reformada por um preço quase equivalente à compra de uma nova e, depois, envolvida em um acidente.
Os problemas da gestão tucana no Estado são inúmeros, devidamente acobertados pela mídia paulista.



Estadão - 04/11/2012

Bondinho foi reformado em julho
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,bondinho-reformado-foi-entregue-em-julho,955574,0.htm


Domingo Espetacular - 04/11/2012

Vídeo: Três morrem e dezenas ficam feridas em acidente com bondinho no interior de SP

Os bombeiros retiraram as vítimas presas nas ferragens. O bondinho é muito usado pelos turistas que visitam Campos do Jordão. O trem saiu à tarde com direção ao município vizinho, Pindamonhangaba. Seria uma viagem de uma hora, mas a poucos quilômetros do destino, o bondinho tombou



Portal do Governo de SP - 01/07/2012
Fotos: Governador entrega novo trem para Estrada de Ferro de Campos do Jordão (EFCJ)
O governador Geraldo Alckmin esteve na manhã deste domingo, 01, na cidade de Campos do Jordão para a inauguração do novo prédio do batalhão da polícia militar do município e entrega de novos equipamentos para a estrada de ferro
O Vale - 05/11/2012
Fotos: Bondinho já havia descarrilado no mês passado
A leitora Uismara Oliveira Cardoso nos enviou duas fotos, que teriam sido tiradas no mês passado na Estrada de Ferro Campos do Jordão, a mesma onde ocorreu o acidente sábado à noite, que culminou com a morte de três pessoas.
Pelas fotos, é possível checar que o bondinho também descarrilou em um trecho da estrada de ferro.
Naquela ocasião, no entanto, felizmente o episódio não trouxe cosequências mais graves aos passageiros e aos funcionários da EFCJ

G1 - 03/11/2012

Há exatamente um ano, Alckmin anunciou investimento na ferrovia

Promessa de aporte de R$ 4,1 milhões foi feita em 2 de novembro de 2011.
Recursos seriam para a compra de máquinas e equipamentos



G1 - 04/11/2012

'Acidente com trem não foi caso isolado', diz funcionário da EFCJ

Informação é de funcionário da empresa, com sede em Pinda.
Só neste ano foram registrados seis acidentes na ferrovia



G1 -05/11/2012

Ministério Público vai investigar funcionamento da Estrada de Ferro

Promotoria de Pindamonhangaba apura aplicação de recursos na ferrovia.
Cobertura feita pelo G1 neste fim de semana será utilizada no processo



ASP - 05/11/2012

Vítimas do bonde culpam o freio pela tragédia

Sobreviventes de acidente que matou três mulheres na Serra da Mantiqueira começaram a ser ouvidos



Folha - 05/11/2012

Vídeo mostra passageiros saindo de bonde que descarrilou no interior de SP; veja



Leia também:




segunda-feira, 21 de maio de 2012

Razões para o caos no transporte metroviário e ferroviário de São Paulo.


(do Transparência SP)

Apagão no transporte público em São Paulo

Está cada vez mais difícil defender a qualidade do sistema de metrô e trens em São Paulo. Primeiro foi a superlotação, depois as panes frequentes, agora os acidentes com feridos.
A cada dia que passa os problemas aumentam de tamanho.
É o preço do "Ajuste Fiscal Permanente" patrocinado pelos governo tucanos, principalmente nos anos 90, com aumento de receitas, "cortes" nos investimentos e privatização do Estado.
A fórmula tem sido explosiva: mais de 20 anos de quase paralisia nos investimentos em infraestrutura, misturado com 10 anos de crescimento da economia, do emprego e da renda de forma quase ininterrupta, tem como resultado o "caos" na mobilidade urbana e interurbana. A retomada dos investimentos nos últimos 5 anos não tem sido suficiente para suprir as deficiências acumuladas. Basta lembrar que a última linha estruturante do Metrô inaugurada antes da linha 4 - Amarela (entregue parcialmente no final de 2011), foi a Linha 2 - Verde, ainda no início dos anos 90, na gestão Quércia.
Procurando muito, encontramos um artigo na grande imprensa que analisa de forma mais profunda o tema. Baseando-se na própria reportagem, se uma linha leva 8 anos para ser feita, então a cidade deveria ter, pelo menos, 7 linhas de metrô.

Por que trens e metrô de São Paulo têm tido tantos problemas?

A lotação só aumenta. O processo de melhoria da rede, que tem trechos do século 19 na CPTM, é lento. Os trabalhos de modernização precisam ser feitos sem interromper o serviço

(em O Estado de S.Paulo, por Bruno Ribeiro)

A batida de dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô, que levou 113 pessoas ao hospital na quarta-feira, é considerada "raríssima" por especialistas em transporte, tanto que foi o primeiro problema do tipo nos 38 anos de história da Companhia do Metropolitano de São Paulo.

Colisão entre trens na estação Carrão da Linha 3-Vermelha deixou dezenas de feridos. - N. Rodrigues/AE
N. Rodrigues/AE

Colisão entre trens na estação Carrão da Linha 3-Vermelha deixou dezenas de feridos.

Mas panes seguidas na rede metroferroviária têm exigido, nos últimos meses, paciência extra dos passageiros, que já precisam de calma para enfrentar a lotação diária nos vagões. Por mais de 80 vezes neste ano, a operação do metrô nos horários de pico teve de ocorrer em velocidade reduzida - o problema se repetiu às 7h40 de ontem (19 de maio) na Linha 1-Azul. Já na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) foram mais de 50 falhas - algumas culminaram em casos de vandalismo.
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, responsável por Metrô e CPTM, responde às críticas sobre excesso de falhas com números de ampliação de investimentos - que, é verdade, nunca foram tão altos. A promessa é que só neste ano sejam investidos quase R$ 5 bilhões - de compra de trens e construção de linhas a reformas. Mas, como até agora quem usa o transporte diariamente não viu esse recurso se transformar em viagens mais cômodas e tranquilas, o Estado procurou novamente especialistas e governo para entender por que os trens têm dado tantos problemas.
  1. Lotação. A origem das falhas é o excesso de gente buscando um serviço incapaz de atender todo mundo com conforto. Em 2011, o Metrô carregou uma média de 2,7 milhões de pessoas por dia e a CPTM, 2,3 milhões. "Bilhete único, economia aquecida, desemprego baixo. Os fatores para explicar a lotação já são conhecidos", diz o professor Telmo Giolito Porto, do Departamento de Engenharia de Trânsito da USP. Foram colocados mais trens para circular nas linhas existentes. Segundo o governo, de 2010 para cá, foram 33 para o Metrô e 72 para a CPTM. Só que isso trouxe novos problemas.
2. Pouca energia. Os sistemas instalados nas linhas já existentes passaram a ser usados por mais trens. E a fonte de energia do transporte, a eletricidade, passou a ser compartilhada por mais composições. "Puxa-se mais energia", explica o professor de Engenharia de Transportes da FEI Creso de Franco Peixoto. "Mas tem linhas que não estão dando conta", completa o consultor Horácio Augusto Figueira. A sobrecarga facilita a ocorrência de falhas elétricas, o que está acontecendo principalmente na Linha 9-Esmeralda da CPTM.
3. Idade. A falta de sintonia entre trens e sistemas fica mais grave porque a CPTM usa um leito ferroviário que tem mais de 100 anos de idade - parte é do século 19 -, diferentemente do Metrô. Por isso, grande parte dos investimentos nas linhas já existentes é canalizada para troca de transformadores elétricos, rede de transmissão de energia, postes e até dormentes dos trilhos. São investimentos, no entanto, que só começaram a ser feitos intensamente em 2008.
4. Pouco tempo para reformas. "O tempo útil que eles (CPTM) têm para fazer obras é de apenas 2h diárias", diz o professor Telmo Porto. Isso porque os trens funcionam das 4h à meia-noite todo dia. "Até entrar na via e sair, são 2h perdidas por dia." Esse entra e sai diário também pode facilitar a ocorrência de panes durante a operação, segundo especialistas. É que uma série de sistemas precisa ser ligada e desligada a cada serviço simples, como troca de um poste. Na terça-feira, a CPTM admitiu essa possibilidade ao justificar mais uma pane na Linha 9-Esmeralda.
5. Atrasos em obras. O pouco tempo para executar obras de melhoria arrasta o fim dos serviços e, assim, prolonga o problema. Dos 11 contratos de manutenção assinados pela CPTM desde 2008, 8 tiveram de ser prorrogados. Segundo a companhia, por falta de tempo. "A maior dificuldade na realização dos serviços de modernização nas seis linhas está diretamente associada aos limites impostos pela operação de transporte", afirmou a CPTM, garantindo que todos os contratos estão com pelo menos 70% das obras concluídas.
6. Rede pequena. É o problema mais difícil: uma linha de metrô ou trem leva, em média, oito anos para ficar pronta. O tamanho da rede metro-ferroviária também potencializa panes. Se um trecho está parado, há poucos pontos de baldeação para que usuários mudem de trajeto e evitem passar pela linha com falha, como ocorre em outras cidades do mundo. "E a rede de ônibus tem velocidade média de 15 km/h. É como se estivesse em constante pane", diz o consultor Horário Figueira.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Fraudes na linha 5 do Metrô paulista: na possibilidade de atingir autoridades do governo Serra/Alckmin, Justiça mira de forma inédita nos corruptores/empreiteiras.

(do Transparência SP)

Da série de escândalos do governo paulista que não provocam o mesmo interesse de cobertura e apuração das responsabilidades por parte da grande mídia.
Neste caso, como as acusações podem atingir autoridades do governo paulista (Alckmin/Serra), os holofotes serão dirigidos apenas aos corruptores (empreiteiras) - caso raro no Brasil.
Era uma boa oportunidade de se investigar corruptores e corrompidos. Não deverá ocorrer.
As autoridades públicas ficarão em seus cargos e as empreiteiras continuarão seus negócios. Obras e "esquemas" seguirão em frente.

Justiça aceita denúncia contra 14 acusados de cartel na linha 5 do Metrô Paulista

(da Folha On Line)

O juiz Marcos Fleury Silveira de Alvarenga, da 12ª Vara Criminal Central de São Paulo, aceitou nesta terça-feira a denúncia contra os acusados de suposta prática de cartel na licitação para ampliação da linha 5-lilás do metrô.
Na quarta (21), o Ministério Público apresentou denúncia (acusação formal) contra 14 executivos dos consórcios responsáveis pela obra sob acusação de formarem um cartel para fraudar a licitação. A partir de agora, a Justiça vai instaurar um processo para investigar o caso. Se condenados, as penas podem chegar a dez anos de prisão.
As suspeitas foram reveladas por reportagem da Folha em 2010, que mostrou que os vencedores da licitação já eram conhecidos seis meses antes da disputa.
A acusação da Promotoria é de que representantes das maiores empreiteiras do país combinaram os preços que apresentariam ao Metrô para ganhar os seis lotes da megaobra de R$ 4 bilhões.
De acordo com a denúncia, o Metrô estabeleceu na licitação que as propostas das empresas não poderiam ultrapassar o orçamento em nenhuma hipótese. "E, sintomaticamente, os percentuais oferecidos pelas empresas vencedoras eram minimamente abaixo do orçamento proposto pelo Metrô", afirma no documento o promotor Marcelo Mendroni. Ele diz que cada consórcio escolheu um lote e os outros apresentaram valores maiores para perder a disputa.
Foram denunciados Anuaar Benedito Caram, Flavio Augusto Ometto Frias, Jorge Arnaldo Curi Yazbec Júnior e Eduardo Maghidman, do consórcio Andrade Gutierrez/Camargo Corrêa; Severino Junqueira Reis de Andrade, da Mendes Junior; Adelmo Ernesto Di Gregório, Dante Prati Favero, Mario Pereira e Ricardo Bellon Júnior, do consórcio Heleno & Fonseca/Tiisa; Roberto Scofield Lauar e Domingos Malzoni, do consórcio Carioca/Cetenco; Carlos Armando Guedes Pascoal, do consórcio Odebrecht/OAS/Queiroz Galvão; e Adhemar Rodrigues Alves e Marcelo Scott Franco de Camargo, da CR Almeida/Cosben.
No ano passado, após ação da Promotoria, a Justiça chegou a determinar a paralisação das obras da linha 5 e o afastamento do presidente do Metrô, Sergio Avelleda.
As obras só ficaram paradas entre os dias 18 e 22 de novembro, pois a decisão foi suspensa.
A denúncia aceita pela Justiça não cita o presidente do Metrô, Sergio Avelleda, e não impede a continuação da obra, por se tratar da esfera criminal. A Promotoria afirma não ter encontrado indícios suficientes para denunciar funcionários do Metrô, mas Avelleda pode ser responsabilizado em ação de improbidade adminstrativa.



OUTRO LADO
Procuradas, as empresas dos denunciados informaram que até a noite de hoje não haviam sido notificadas sobre a abertura do processo.
A Andrade Gutierrez disse na sexta (23) que "não teve acesso ao teor da denúncia".
A construtora Carioca disse que "todas as suas ações são pautadas em observância à lei" e que "está à disposição da Justiça para colaborar com as investigações". Já a Mendes Junior informou que não iria se manifestar.
A Odebrecht, que liderou o consórcio formado também pela OAS e Queiroz Galvão, "nega veementemente qualquer irregularidade em sua participação na licitação da linha 5 e reafirma que cumpriu rigorosamente a legislação e as regras do edital".
A empresa diz que seu consórcio "concentrou seus estudos no lote 7 pelo fato de ter em disponibilidade o equipamento necessário à obra e por ser composto de empresas que estão entre as poucas especialistas no mundo para operar este tipo de equipamento".
A Camargo Corrêa informou que "continuará a apresentar nas instâncias legais cabíveis os esclarecimentos de que as acusações são absolutamente infundadas".
A Tiisa, que formou consórcio com a Heleno & Fonseca, diz que "agiu com plena lisura, pautando a sua atuação de forma eficiente, transparente e responsável".
O Metrô disse que não se manifestaria sobre o assunto porque a denúncia da Promotoria nesse caso se limita aos executivos das empreiteiras.





domingo, 1 de abril de 2012

Com falta de planejamento do governo paulista, apagão provoca "paradão" nos trens da CPTM.

(do Transparência SP)

As panes nos trens e no metrô de São Paulo são cada vez mais frequentes. A última ocorreu nos trens da CPTM da Linha 7, entre as Estações da Luz e Barra Funda, gerando grandes transtornos para a população.
Na estação de Francisco Morato, depois de atrasos e de ser obrigada a andar a pé, a população ainda teve que enfrentar a agressão da polícia militar.
Sem dar transporte de qualidade, o governo paulista vem distribuindo "borrachadas".
Para explicar os problemas, o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos diz que a situação é fruto do sucesso da política tucana nos transportes. Com as nova linha de metrô, mais usuários estariam utilizando o sistema, causando sobrecarga.
O fracasso subiu à cabeça.
Na verdade, o governo paulista instalou mais trens novos e não investiu na geração de energia necessária. Uma falta completa de planejamento.

Pagamos o preço do nosso sucesso", diz secretário sobre falhas na CPTM

(do Uol, por Guilherme Balza)

O secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, afirmou nesta quinta-feira (29) que o aumento de falhas na CPTM (Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos) é resultado do "sucesso" da administração tucana no Estado.

Segundo Fernandes, as falhas da CPTM se avolumaram após a ampliação da linha-4 amarela até a estação Luz do Metrô, em outubro de 2011, o que provocou uma elevação inesperada no número de passageiros novos nos trens da CPTM. "São 1,2 milhão de passageiros a mais, é um tsunami", disse. "Nós pagamos o preço do nosso sucesso", afirmou o secretário. A declaração foi feita em entrevista coletiva realizada para explicar o problema ocorrido hoje na linha-7 Rubi.
A confusão ocorreu pela manhã após uma falha registrada nos trens. O defeito no sistema de alimentação elétrica ocorreu por volta das 7h na linha 7-rubi (Luz-Jundiaí), na região da estação Luz. Com a falha, as estações da linha 7 ficaram lotadas e algumas foram fechadas. O tumulto fez com que alguns usuários forçassem a porta e invadissem a estação Francisco Morato, onde bilheterias foram incendiadas e catracas e câmeras de seguranças, quebradas. A situação se repetiu em Caieiras.

Jurandir disse que o aumento dos passageiros na CPTM após inauguração da linha-4 --batizada pelo governo de a "linha da integração" por unir várias linhas do Metrô e CPTM-- era esperado, mas a quantidade a mais de usuários surpreendeu o governo. "O atraso da inaguração na linha-5 nos prejudicou. Essa linha dividiria a demanda da linha-4. Hoje temos 7,1 milhões de passageiros no sistema --Metrô e CPTM-- contra menos de 6 milhões em outubro do ano passado", disse. Mesmo com o atraso nas obras da linha-5, o governo do Estado nunca chegou a anunciar que a linha seria inaugurada junto ou em data próxima da linha-4 para dividir a demanda de passageiros.

Problema recorrente

Segundo o governo, ocorreram 15 falhas na CPTM somente este ano, o que é, segundo Jurandir Fernandes, "estatisticamente normal". A principal causa das falhas são problemas de alimentação elétrica. De acordo com o secretário, o sistema elétrico da CPTM é "centenário" e não é adequado para suportar o aumento de trens circulando.

"O sistema está sendo totalmente recuperado. Daqui a dois anos tudo deve estar trocado". O secretário disse não considerar um erro a administração ter comprado trens novos sem um sistema moderno de alimentação elétrica.

As linhas mais críticas, segundo Fernandes, são 7, 8 e 9. A linha-9 está tendo a circulação interrompida aos domingos por conta de reformas na rede elétrica. O mesmo irá acontecer com a linha-7 a partir de julho. "Ali vai ser complicado, porque passam 35 trens de cargas todos os domingos, mas não tem jeito, temos que fechar. É até uma maneira de pressionar para que se acelere o projeto do Ferroanel" (anel ferroviário que circundará a znoa norte da capital paulista; obra com recursos do governo federal).

DA SÉRIE, "PANES FREQUENTES NOS TRENS DA CPTM E DO METRÔ EM SP"

Folha - 29/03/2012
Problema para a linha 7 da CPTM e faz passageiros descerem na via
Um problema no sistema de energia que alimenta os trens interrompe a circulação de trens entre as estações Barra Funda e Luz, na linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), desde as 7h desta quinta-feira. Com o problema, toda o tráfego de trens foi afetado na linha
 
BDSP- 29/03/2012
Vídeo: Passageiros descem de trem e andam em linha da CPTM após falha
 
ALCKMIN E DIREÇÃO DO METRÔ DÃO CONTINUIDADE À OBRA DO METRÔ, PRECEDIDA DE  LICITAÇÃO E DE CONTRATOS FRAUDADOS, COM PREJUÍZOS DE, NO MÍNIMO, R$ 327 MILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS
[Denúncias feitas pelo MP nas áreas cível e criminal foram aceitas pela Justiça]
 
Retrocspectiva:
  • 17/11/12: A Justiça aceitou a denúncia na área civil contra o presidente do Metrô e representantes dos consórcios por improbidade administrativa, que pedia também o ressarcimento de R$ 327 milhões ao erário público. Na ocasião foi concedida liminar que determinou o afastamento do presidente do Metrô e a paralisação das obras. Recurso do governo Alckmin e da direção do Metrô cassou a liminar, permitindo a continuidade das obras
  • 27/03/2012: Nesta terça-feira, o juiz criminal, diante das evidências de crimes praticados, denunciou 14 executivos dos consórcios construtores. Comprovação de crimes tem origem na apuração de irregularidades na área cível.
Denúncia criminal também foi aceita pela Justiça nesta terça-feira, 27/03/2012 
Folha -  28/03/2012 - Manchete de 1ª página
Justiça aceita denúncia contra 14 acusados de cartel na linha 5
O juiz Marcos Fleury Silveira de Alvarenga, da 12ª Vara Criminal Central de São Paulo, aceitou nesta terça-feira a denúncia contra os acusados de suposta prática de cartel na licitação para ampliação da linha 5-lilás do metrô(
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1068142-justica-aceita-denuncia-contra-14-acusados-de-cartel-na-linha-5.shtml
 
Estadão- 28/03/2012
Juiz aceita denúncia de cartel no Metrô
Promotor denunciou 14 executivos de empreiteiras por fraude em licitação da obra de expansão da Linha 5. Justiça vê 'indícios suficientes'
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,juiz-aceita-denuncia-de-cartel-no-metro-,854209,0.htm
 
Bom Dia SP - G1 - 28/03/2012
Vídeo e texto: Justiça de SP aceita denúncia do MP sobre fraude em licitação do Metrô
Promotoria denunciou 14 executivos de 12 construtoras.
Acusados de combinar resultado terão dez dias para se manifestar.
Foram denunciados os executivos:
  • Anuaar Benedito Caram, Flávio Augusto Ometto Frias, Jorge Arnaldo Curi Yazbec Júnior e Eduardo Maghidman, do consórcio entre as construtoras Andrade Gutierrez S/A e da Construções Camargo Corrêa S/A, vencedoras do Lote 3;
  • Severino Junqueira Reis de Andrade, da Mendes Junior Trading Engenharia S/A., vencedora do Lote 4;
  • Adelmo Ernesto di Gregório, Dante Prati Favero, Mário Pereira e Ricardo Bellon Júnior, do consórcio Heleno & Fonseca Construtécnica S/A e Tiisa – Triunfo Iesa Infra-Estrutura S/A., vencedor do Lote 5;
  • Roberto Scofield Lauar e Domingos Malzoni, do consórcio formado por Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S/A e Cetenco Engenharia S/A., vencedor do Lote 6;
  • Carlos Armando Guedes Pascoal, do consórcio integrado por Construtora Norberto Odebrecht Brasil S/A, Construtora OAS Ltda e Construtora Queiroz Galvão S/A, vencedor do Lote 7; 
  • Adhemar Rodrigues Alves e Marcelo Scott Franco de Camargo, do consórcio CR Almeida S/A Engenharia de Obras e Consbem Construção e Comércio, que venceu o lote 8
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/03/justica-de-sp-aceita-denuncia-do-mp-sobre-fraude-em-licitacao-do-metro.html
 
Jornal Nacional
Vídeo: Justiça de SP acata denúncia contra seis consórcios acusados de fraudar licitação no metrô
http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/justica-de-sp-acata-denuncia-contra-seis-consorcios-acusados-de-fraudar-licitacao-no-metro/1878689/
 
Lembrando denúncia na área civel, aceita pela Justiça em novembro de 2011:
Estadão - 20/05/2011
Modelo de edital encarece obras em R$ 304 milhões
O modelo de edital escolhido para a licitação da Linha 5-Lilás fez com que as propostas ganhadoras dos sete últimos lotes fossem R$ 304,1 milhões mais caras do que as concorrentes mais baratas. Isso ocorreu porque a regra impedia que a vencedora de um dos lotes pudesse também levar outro. Assim, empresas que ofereceram um preço mais baixo foram desclassificadas nos lotes seguintes quando já haviam ganhado um anterior
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,modelo-de-edital-encarece-obras-em-r-304-milhoes,721686,0.htm
 
Estadão - 03/11/2011
Promotoria quer indenização de R$ 12 bilhões do metrô de São Paulo
MP quer processar presidente da companhia e construtoras por improbidade nas obras da Linha 5-Lilás.
A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social deu valor de R$ 12.142.021.891,89 à causa. E pediu à 9.ª Vara da Fazenda Pública que conceda liminar afastando Avelleda do cargo, suspendendo os contratos e paralisando, por consequência, as obras. A decisão deve ser dada pela juíza Simone Cassoretti até a próxima semana
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,promotoria-quer-indenizacao-de-r-12-bilhoes-do-metro-de-sao-paulo,794293,0.htm
 
18/11/2011
Estadão
Justiça paralisa obras da Linha 5-Lilás do Metrô e manda afastar Avelleda
Segundo MP, modelo de licitação para ampliar ramal causou prejuízo de R$ 327 milhões
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,justica-paralisa-obras-da-linha-5-lilas-do-metro-e-manda-afastar-avelleda,800076,0.htm

domingo, 18 de março de 2012

Pane nos trens tem relação direta com falta de investimentos.

(do Transparência SP)

As panes constantes nos trens metropolitanos de SP tem relação direta com a falta de investimentos na CPTM (Compania Paulista de Trens Metropolitanos).
Depois de baixíssimos investimentos nos anos, 80, 90 e 2000, a empresa vem recebendo alguns recursos nos últimos anos, mas ainda insuficientes.
Enquanto a economia brasileira "andava de lado", deu para "empurrar com a barriga". Agora, não tem mais jeito. Ou o Estado apresenta um "choque de investimentos" no setor, ou a população continuará a enfrentar este caos todo dia.
A análise dos investimentos na CPTM em 2011, no entanto, são preocupantes. Na maior parte das linhas da empresa os investimentos cairam em relação ao ano anterior. A queda geral foi de 13,88% (ou mais de R$ 100 milhões).


(do Estadão, por Adriana Ferraz)

SP investe menos em linhas da CPTM

Maior queda ocorreu nos ramais de trens que têm registrado falhas; Estado alega que empenhou recursos, mas há entraves às obras

SÃO PAULO - O governo estadual reduziu os investimentos em cinco das seis linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em 2011. A queda é maior nas linhas que têm registrado mais falhas nos últimos meses. No geral, foram gastos R$ 238 milhões a menos no ano passado - corte de 19,6% -, de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 989 milhões em 2011.


O orçamento também foi reduzido no período, em cerca de R$ 47 milhões. A empresa diz que enfrentou dificuldades para investir a verba no ano passado, mas diz que os recursos estão empenhados, e serão gastos.
Só neste ano, ocorreram seis falhas. A Linha 9-Esmeralda foi a que registrou a maior queda porcentual: 38,6%. O ramal recebeu R$ 121,3 milhões no ano passado, ante R$ 202,7 milhões nos 12 meses anteriores. No dia 16 de fevereiro, foi lá que um trem descarrilou, interrompendo o transporte por quase oito horas.
Um dia antes, 38 passageiros ficaram feridos em uma colisão na Linha 7-Rubi, cuja redução foi de 36,7%. Em 2010, foram investidos R$ 140,1 milhões no ramal, ante R$ 88,6 milhões no ano passado. O quadro se repete na Linha 12-Safira, cujo corte foi de 29%. Na quarta-feira, uma falha no sistema de tração dos trens levou passageiros a caminhar pelos trilhos. A única que escapou foi a Linha 8-Diamante, que obteve uma pequena alta, de 1,3%.
A redução de investimentos prejudica diretamente a reconstrução de estações na Grande São Paulo. Apenas três devem ser entregues até o fim do ano: Osasco, na Linha 8-Diamante, Francisco Morato, na Linha 7-Rubi, e São Miguel Paulista, na Linha 12-Safira. Todas já deveriam estar prontas.
Suzano, na Linha 11-Coral, enfrenta o mesmo problema. A nova estação, esperada para este ano, só ficará pronta em meados de 2013. Em Ferraz de Vasconcelos, na mesma linha, o serviço chegou a ser paralisado por dois anos, e criou um conflito político. A prefeitura decidiu multar a CPTM em R$ 25 mil por problemas decorrentes do atraso, como a duplicação da principal avenida, que precisou ser adiada.
Por causa da demora na conclusão dos projetos, os acessos às estações em reforma foram dificultados. Passarelas improvisadas aumentam o tempo do deslocamento dos passageiros e prejudicam o transporte de portadores de deficiência. Agora, a previsão é correr com as obras, "para finalizar antes de 2014".
Puxadinhos. Na última quarta-feira, em visita às obras da nova Estação Osasco, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) alegou interferências na execução das obras e afirmou que todas as estações estão sendo refeitas por etapas, uma vez que não se tratam de "puxadinhos".
A lista é ampla. Contém 28 intervenções, desde a reconstrução de estações até a construção de passarelas e modernização dos sistemas de sinalização, item considerado por especialistas em segurança uma das prioridades da companhia.
Para este ano, a previsão é investir R$ 1 bilhão. Entre as prioridades, além da reforma do sistema e das estações, estão a compra de novos trens e a redução do intervalo entre eles.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O caos no transporte metropolitano de SP

(do Transparência SP)
Não tem jeito. Chova ou faça sol, toda semana a cidade de São Paulo pára.
Os trens param, o metrô pára, os semáforos pifam e a cidade não anda.
A falta de investimentos maciços no transporte coletivo está cobrando o seu preço.
A falta de descentralização do desenvolvimento econômico da cidade também, o que reduziria os deslocamentos em massa pela cidade.
Sem uma coisa e outra, sobra um transporte público de baixa qualidade e a um custo extremamente alto.
A mania atual do paulistano é dizer que todo o transporte coletivo eficiente tem que ser feito através do metrô. Bobagem. Esta obra, com o atraso de décadas, é cara e demorada. Deve ser feita, mas não é a panacéia.
Ainda mais porque grande parte dos deslocamentos da população ainda é feito por meio de ônibus. Distâncias curtas, por exemplo, também deveriam ser feitas por ônibus, bicicleta ou à pé. 
Nestes casos, a cidade não tem oferecido condições melhores para estes meios de locomoção. A solução utilizada tem sido individual: colocar mais carros na rua.
Nesta toada, não há futuro promissor para São Paulo.


PANES AFETAM CIRCULAÇÃO DE TRENS DA CPTM E DO METRÔ NA MANHÃ DESTA QUARTA-FEIRA, 14/03, E CAUSAM CONFUSÃO E CAOS EM SP
[DA SÉRIE, "PANES FREQUENTES NOS TRENS DO METRÔ E DA CPTM EM SP"]
Bom Dia SP - 14/03/2012
Vídeo: Problemas no metrô e nos trens causam confusão em São Paulo


Estadão Online - 14/03/2012
Problemas na CPTM e Metrô geram caos nas estações nesta manhã
Defeitos provocaram acúmulo de passageiros nas estações do metrô e CPTM


R7
Problemas no Metrô e na CPTM dificultam embarque de passageiros na manhã desta quarta
Falha na tração afetava a linha 1-Azul por volta das 8h desta quarta-feira


iG - 14/03/2012
Pane elétrica causa lentidão na Linha 9 da CPTM; Metrô apresentou problemas técnicos em duas linhas nesta manhã, em SP
Plataformas estão lotadas desde as 5h entre Granja Julieta e Santo Amaro.


G1
Usuário reclama de atrasos e dizem que falhas em trens são constantes
Problemas afetaram circulação de uma linha da CPTM e três do Metrô


Folha
Lotação persiste nas estações após falhas terem sido "corrigidas"


USUÁRIOS DO METRÔ SÃO ESPOLIADOS DUPLAMENTE
Lembrando: além dos transtornos pelas panes frequentes nos trens, uma tarifa nada social
SMSP
Deu no Metrô News: tarifa do metrô sobe 85,7% em 10 anos e 275% na gestão PSDB



CAOS E TUMULTO NESTA 4ªF EM SP FORAM DESTAQUES NOS TELEJORNAIS DE ONTEM E NOS JORNAIS DESTA 5ªF
[DA SÉRIE, "PANES FREQUENTES NOS TRENS DO METRÔ E DA CPTM EM SP"]
SPTV 1ª Edição
Vídeo: Quarta-feira (14) é de caos no transporte sobre os trilhos em SP
Estadão - 15/03/2012
Panes no Metrô e na CPTM afetam 165 mil pessoas no pico da manhã
Estações das Linhas 1 e 3 foram fechadas e passageiros seguiram a pé; metrô tem 1 falha a cada 2 dias, em média. À noite, mais problemas
Jornal da Record
Vídeo: Pane elétrica no sistema de trens, durante 5 horas, provoca caos no transporte público de São Paulo
Além dos trens, as duas principais linhas do metrô que cortam a capital também apresentaram problemas na manhã desta quarta-feira (14)
SPTV 2ª Edição
Vídeo: Pane no trem e no metrô de São Paulo prejudica transporte na cidade
Jornal Nacional
Vídeo: Problemas nos trens e metrô de SP prejudicam quase 200 mil

ASP

Panes causam superlotação e atrasos em trens e metrô



Folha

Em microblog, internautas comentam problemas no metrô e na CPTM

http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/ultimasdasredessociais/1061739-em-microblog-internautas-comentam-problemas-no-metro-e-na-cptm.shtml

USUÁRIOS DO METRÔ CONVIVEM COM O PERIGO NA LINHA 4, AMARELA

Terra

Metrô de SP: falhas e lotação ameaçam 'lua de mel' com a linha 4

Embora conte com trens modernos e automáticos, a linha 4-Amarela do metrô de São Paulo é objeto de reclamações dos usuários afetados por panes ou presos em congestionamentos diários de pessoas nos horários de pico.

Desde que foi inaugurada, em 2010, a linha já sofreu pelo menos oito paralisações, duas delas registradas entre o fim de fevereiro e o inicio de março

http://noticias.terra.com.br/brasil/transito/noticias/0,,OI5657013-EI998,00-Metro+de+SP+falhas+e+lotacao+ameacam+lua+de+mel+com+a+linha.html

G1 / SPTV 1ª Edição - 20/03/2012
Vídeo e texto: Superlotação e falhas no transporte sobre trilhos penalizam a população em SP
Atrasos, quebra de equipamentos, superlotação de trens, etc são a regra no transporte de massa de SP.
Veja as justificativas do Secretário de Transportes Jurandir Fernandes; ele fala de investimentos que, na verdade, caíram (veja links abaixo) nos últimos dois anos, agravando os problemas de manutenção nas estações e trens do Metrô e da CPTM. Ele afirma que anda de trens. Porém, deve usá-los fora do pico. Ele coloca, indiretamente, a culpa nos municípios ao dizer que tudo é jogado no Metrô. Acompanhe o vídeo com duração de 13m12s
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/03/imagens-mostram-superlotacao-em-trens-e-estacoes-da-cptm-em-sp.html
Governo Alckmin investe cada vez menos em 'linha nobre' da CPTM
Segundo levantamento feito pela assessoria da Liderança do PT na Assembleia Legislativa de SP, queda foi de 40% entre 2010 e 2011.
Orçamento previsto para este ano também tem menos recursos; enquanto fica sem investimentos, número de passageiros só aumenta nos trens da CPTM
http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/governo-investe-cada-vez-menos-em-linha-nobre

Estadão
Editorial - Panes no transporte de massa de SP
[Para o prof. Jaime Walmann, do Departamento de Planejamento e Operações de Transporte da USP, panes, como as ocorridas há alguns dias em SP, podem ser minimizadas desde que se reduza “a defasagem brutal entre a necessidade da cidade e a oferta de transporte de massa". Contudo, como isto não ocorrerá a curto prazo eé agravada com a queda de investimentos na manutenção, as panes persistirão e a qualquer momento poderão ocorrer acidentes mais graves]
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,panes-no-transporte-de-massa-,849655,0.htm


Uol - 08/04/2011
Metrô de SP construiu, em média, durante 36 anos – 1974-2011 - apenas 1,6 Km de linhas anuais, causando saturação e superlotação de seus trens
Metrô de São Paulo é insuficiente como alternativa para o carro.
Atualmente com 61 estações distribuídas em cinco linhas que somam 70,9 quilômetros de extensão, o Metrô de São Paulo não se desenvolveu o suficiente para atender às necessidades da metrópole. Preto no branco, o metrô da capital expandiu-se, em média, apenas 1,6 quilômetro por ano nos últimos 36 anos
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/08/como-alternativa-para-o-carro-metro-de-sao-paulo-e-insuficiente.jhtm


Estadão - 09/04/2011
Metrô de SP é o mais lotado do mundo
No ano passado, foram transportados 11,5 milhões ode passageiros a cada quilômetro de linha, um aumento de 15% em relação a 2008.
Enquanto o total de passageiros aumentou, a satisfação de quem usa o sistema diminuiu. A pesquisa "O Metrô segundo seu usuário: uma avaliação do serviço" do ano passado mostrou que 60% dos entrevistados classificaram o meio de transporte como "muito bom" e "bom". Em 2009, as notas positivas eram 67%. A pesquisa é feita desde 1974
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110409/not_imp703954,0.php




AQUI O VÍDEO DA PROPAGANDA ENGANOSA DO PSDB SOBRE METRÔ PAULISTANO & CPTM
Youtube
Vídeo: "Expansão SP 2008-2010 - A revolução sobre trilhos"
http://www.youtube.com/watch?v=RsS5KVAuSPw

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
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