Serra foi um governador inábil, truculento, usou a polícia militar contra a polícia civil, contra professores, contra estudantes da USP, pôs a tropa de choque dentro da USP, usou-a contra vítimas de enchentes e contra toda e qualquer manifestação pública e pacífica.
Serra, mesmo com toda a blindagem da imprensa paulista e nacional, não conseguiu se eleger para a Presidência (TODOS COMEMORA*).
Cabral, tem longa história de repressão no Rio, até mesmo o de censurar um cartaz de Latuff sobre a violência institucional contra a população negra e pobre.
A repressão contra os bombeiros ontem é mais uma truculência para o seu currículo, desta vez, ele conseguiu irritar até mesmo seus apoiadores. Para além da inabilidade do discurso, chamando bombeiros que salvam vidas e seus familiares de ‘lumpesinato’, ‘vândalos’, ele permitiu cenas como esta aí embaixo estampada em O Globo depois que os bombeiros do Rio de Janeiro durante protestos contra os baixos salários tomaram o QG da corporação, foram reprimidos pelo Bope e presos em Niterói.


Foto de: Marcelo Carnaval/Agência O Globo.
Cenas como estas são comuns em rebeliões de presídios no Brasil, mas acho que é a primeira vez que vemos bombeiros, os mesmos que salvam vidas durante as tragédias (incêndios, enchentes, deslizamentos) e no cotidiano de todas as cidades brasileiras, serem humilhados desta forma, obrigados a se ajoelhar, pôr as mãos na cabeça e a se submeterem ao Bope.
Li diferentes versões no twitter, uma delas argumentava que Garotinho em sua sanha fundamentalista teria incitado o protesto para desestabilizar o governo Cabral que avança em termos de combate à homofobia. É possível? Sem dúvida. Há políticos oportunistas para tudo.
Mas acho que a justificativa deste tipo de argumento simplifica muito a luta política. Bombeiros são sujeitos históricos e têm suas próprias reivindicações, reduzi-los à ‘manada’, massa de manobra sem vontade própria, é ignorar que eles também sabem que em seu justo direito de reivindicar por melhores salários e condições de trabalho fazem uso de disputas partidárias em suas lutas. De toda forma, a inabilidade de Cabral diante do protesto é inegável. O governador não foi capaz de negociação, em seu discurso e prática só expôs truculência: ao dizer que os bombeiros são lúmpens, Cabral assinou em baixo seu papel de governador capataz de fábrica da Inglaterra do século XVIII, afinal, quem paga um salário miserável pra profissionais tão indispensáveis ao socorro de vítimas?
PS. Aos xerifes da LP, a expressão TODOS COMEMORA não está correta de acordo com as convenções estabelecidas pela norma culta, trata-se de uma brincadeira do twitter, sabemos que sujeito deve concordar com o verbo.
PS2: Aqui link para duas matérias sobre a rebelião dos bombeiros
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extraído de: Maria Frô
PS2: Aqui link para duas matérias sobre a rebelião dos bombeiros
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extraído de: Maria Frô
André Lima · 721 semanas atrás
O governo de SP vai arrecadar mais uns bilhões sem ter a espectativa de tal coisa, ou seja, com esse dinheiro, daria para remunerar melhor os seus servidores....
Já passou da hora de a população que, na hora de votar, lembrar de como os sevidores são tratados por esse governo do PSDB há anos e isso não só nos afeta, mas a população também!
Quando a greve ocorre, sempre esses políticos colocam a frase: "A GREVE É UM ATO POLÍTICO"!
Oras, e o péssimo salário que ganhamos?!!!!!!
Essa frase de a greve ser algo político é proferida por pessoas covardes, desumanas, demônios e, além de tudo, pessoas que não são praticamente quase nada na vida e se estão no poder e ricas, é com a política, algo que não entra o esforço, suor ,estudo e competência e essas qualidades,nós servidores temos, pois graças a elas que somo servidores!!!!!
ESSA FRASE DE A GREVE SER ALGO POLÍTICO PARTE DE PESSOAS COVARDES, DESUMANAS, DESGRAÇADOS E QUE SÓ PENSAM EM DESVALORIZAR OS SERVIDORES PÚBLICOS!
André Lima · 721 semanas atrás
A Procuradoria da República emitiu parecer pedindo a cassação do governador de Alagoas Teotonio Vilela Filho (PSDB) e de seu vice, José Thomaz Nonô (DEM). Eles são acusados de distribuir 1.600 ovelhas a produtores rurais do agreste e sertão do Estado nos meses de agosto e setembro de 2010, por meio do programa “Alagoas mais ovinos”.
André Lima · 721 semanas atrás
A acusação de ABUSO de PODER econômico foi feita pela coligação “Frente Popular por Alagoas”, encabeçada por Ronaldo Lessa (PDT) --derrotado no Segundo Turno da eleição por Teotonio e que assumirá o cargo em caso de cassação. O governador venceu a disputa com 712.789 votos (52,74% do total válido).
André Lima · 721 semanas atrás
Teotonio Vilela Filho, então governador e candidato à reeleição, e seu vice serão julgados nas próximas semanas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O relator do processo é o ministro Arnaldo Versiani. Se condenado, Vilela e Nonô ainda podem ficar inelegíveis por três anos. O julgamento ainda não entrou na pauta.
Angus Maquiavel · 626 semanas atrás