Editorial TSP Educação Eleições Contas Públicas Imprensa Política Precatórios Privatizações Saneamento Saúde Segurança Pública Servidores Transporte
Agora São Paulo Assembléia Permanente Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Vi o Mundo
Canal no You Tube
Agora São Paulo Assembléia Permanente BBC Brasil Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Reuters Brasil Vi o Mundo

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Alckmin tenta segurar racionamento de água para depois das eleições.

/ On : sexta-feira, agosto 01, 2014 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com

(do Transparência SP)


Este blog busca apenas comentar assuntos realmente relevantes para o Estado de SP, cobrindo de maneira permanente o governo paulista.Ficamos "fora do ar" nos últimos meses, por problemas técnicos, mas quando voltamos, qual nossa surpresa, o assunto que agora ganha destaque "inclusive em elevadores" é a possibilidade de racionamento d´água no Estado de SP.


Este foi exatamente o último assunto que postamos, em março de 2014. De lá para cá, os reservatórios de água só abaixaram, o governo Alckmin começou a captar o chamado "volume morto", resolveu aplicar descontos e multas nos usuários, adota um racionamento velado em diversas regiões e cidades do Estado e vem protelando uma política de racionamento ampla e verdadeira.
Seu cálculo é meramente político e eleitoral: segurar a crise de qualquer maneira até outubro. Passadas as eleições, terá que tomar "medidas amargas".
Deveria ter adotado o racionamento desde o começo do ano, agora a situação será ainda mais grave. O Ministério Público Federal já se posicionou: como o Sistema Cantareira pode secar definitivamente em 100 dias, Alckmin deveria decretar um racionamento já.
O governador não fará isso. Infelizmente, pagaremos esta conta, inevitavelmente, nos próximos anos. O cálculo eleitoral de Alckmin fará com que tenhamos que racionar água por muito tempo, mesmo quando chover muito.
Cumpre registrar que o volume dos reservatórios só costumam recuperar seus níveis a partir de janeiro.
As contas que devemos fazer: as eleições serão daqui a 70 dias (começo de outubro); a água deve durar, no máximo, uns 100 dias (meados de novembro); os reservatórios só devem começar a recuperar sua capacidade daqui a uns 150 dias (começo de janeiro). 
Resultado: entre meados de outubro e meados de novembro o governador Alckmin terá que decretar um racionamento para valer.
Se não houver segundo turno, decretará racionamento em meados de outubro. Se houver segundo turno, poderá ter que protelar o racionamento para meados de novembro.
Não tem alternativa, já que as obras que deveriam ser feitas nos últimos 10 anos para aumentar a oferta de água para a região não foram realizadas.
MPF recomenda início imediato de racionamento de água em SP
(do UOL)A recomendação, que faz parte de um inquérito civil público para apurar a crise hídrica no Estado, tem como objetivo evitar um colapso dos reservatórios que abastecem 45% da região metropolitana e se baseia em um estudo da Unicamp que indica que o volume do Cantareira pode acabar em menos de 100 dias.O MPF-SP critica que o governo de Geraldo Alckmin e a Sabesp descartaram o racionamento e estabeleceu apenas a concessão de descontos a quem economizar água, apesar da previsão de poucas chuvas nos próximos meses e dos baixos índices dos reservatórios. O governador Geraldo Alckmin e a Sabesp têm 10 dias para informar as providências a serem tomadas em relação à recomendação. O MPF não descarta a adoção de medidas judiciais caso a recomendação não seja seguida.Em nota, a Sabesp disse discordar da recomendação do MPF, e que um eventual racionamento "penalizaria a população e poderia produzir efeitos inversos daqueles pretendidos pelos procuradores". "Os esforços feitos pela população e pela Sabesp até o momento equivalem à economia que se obteria com um rodízio de 36 horas com água por 72 horas sem água. A Sabesp tem 40 anos de história e os melhores especialistas da América Latina em saneamento. Portanto, tem convicção das medidas adotadas", informou.Na semana passada, dois meses após o início do volume morto do Sistema Cantareira, a Sabesp informou que poderá captar água em outras duas reservas profundas, agora do Sistema Alto Tietê, a partir de agosto, para abastecer a região da Grande São Paulo.Hoje, o nível do Sistema Cantareira está em 15,8%, e do Sistema Alto Tietê, em 21,3%. Neste mesmo dia, em 2013, o nível do Cantareira estava em 53,8% e o Alto Tietê, em 63,7%. Mais água do volume mortoA Sabesp estuda retirar uma segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira para garantir a vazão atualA proposta pode deixar o nível do principal manancial paulista no vermelho em até 30% para o início de 2015. A concessionária busca aval dos órgãos gestores para captar mais 116 bilhões de litros da reserva profunda dos reservatórios, além dos 182,5 bilhões que começaram a ser sugados em junho e devem acabar entre outubro e novembro.  Alckmin reconheceu nesta segunda que a Sabesp poderá captar uma segunda cota do "volume morto" do sistema Cantareira, caso a escassez de chuvas se estenda até setembro.

Foto: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/168880-sabesp-nao-investiu-37-do-previsto-em-obras-pre-crise.shtml


Twitter

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
Copyright Transparência São Paulo - segurança, educação, saúde, trânsito e transporte, servidores © 2010 - All right reserved - Using Blueceria Blogspot Theme
Best viewed with Mozilla, IE, Google Chrome and Opera.