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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A história toda do propinoduto tucano através do Rodapé News. E eles não sabiam de nada.

/ On : quinta-feira, setembro 05, 2013 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
(do Transparência SP)
 
A história toda do propinoduto tucano em SP, através de reportagens especiais espalhadas na imprensa e colhidas pelo sensacional Rodapé News.
E ainda os tucanos dizem que não sabiam de nada.
 
Rodapé News
 
Folha de SP – 14/07/2013
Empresa alemã Siemens delata cartel em licitações do metrô de SP
IstoÉ – 19/07/2013
Trens e Metrô superfaturados em 30%
(acerto do esquema com os governos Covas (1995-2001), Alckmin (2001 – 2006) e Serra (2007).
Deustche Welle - 19/07/2013
Escândalo no Brasil põe em dúvida esforços anticorrupção da Siemens
IstoÉ – 27/07/2013
Trens e Metrô superfaturados em 30%
Estadão - 07/08/2013
Propina [uma delas] da Siemens foi de €8 [equivalente a R$ 24,4 milhões] no País
Justiça de Munique diz que 2 representantes de funcionários públicos brasileiros receberam dinheiro no primeiro mandato de Alckmin
Folha – 08/08/2013
Executivo afirma que Serra sugeriu acordo em licitação
Estadão – 08/08/2013
Caso Alstom: PF vê pagamentos a partido e governo de SP e indicia 10

IstoÉ – 21/08/2013
Todos os homens do propinoduto tucano
Quem são e como operam as autoridades ligadas aos tucanos investigadas pela participação no esquema que trafegou por governos do PSDB em São Paulo

AÇÃO DE ALCKMIN CONTRA SIEMENS É EQUIVOCADA E PODE ATRAPALHAR RECUPERAÇÃO DO DINHEIRO PÚBLICO DESVIADO, AFIRMAM PROMOTORES

Estadão
Promotores querem intervir em ação do governo contra empresa
Promotores de Justiça que investigam o caso Siemens anunciaram ontem que vão pedir intervenção em nome do Ministério Público Estadual na ação judicial que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) propôs contra a multinacional alemã. Os promotores avaliam que a ação é "absolutamente prematura, precipitada".
Os promotores sustentam que a ação pode "atrapalhar a recuperação do dinheiro público desviado". Segundo eles, os fatos ainda não foram apurados e o governo se baseou exclusivamente no acordo de leniência do Cade. Supõem que "tentaram excluir o Ministério Público" e afirmam que a ação é equivocada

TEORIA DO DOMÍNIO DO FATO NO PROPINODUTO DO PSDB
IstoÉ – Coluna do Paulo Moreira Leite
Domínio do fato no julgamento dos outros é refresco
Quando a condenação dos réus petistas atendia a interesses da oposição, não se ouviu uma única voz discordante
As investigações sobre o propinoduto podem mostrar que domínio do fato em julgamento dos outros não arde, colocando os tucanos na difícil posição de esperar para si um benefício que negaram para os adversários

BALCÃO DE NEGÓCIOS DO GOVERNO ALCKMIN
DCM
“A CPTM virou um balcão de negócios do governo tucano”, afirma Rogério Centofanti
Rogério Centofanti, psicólogo de formação, é assessor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, que atua nesta área há mais de 30 anos.

ENGAVETAMENTO FEDERAL
Vermelho
Dirceu: MP engavetou ações contra tucanos
Em blog, José Dirceu afirma ser vergonhosa a omissão do Ministério Público Federal no caso Siemens e lista todas as representações protocoladas pelos parlamentares da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, entre 2008 e 2010, contra governos tucanos: 'Matéria frisa que "passados cinco anos, ninguém foi responsabilizado" e lembra que "atos de improbidade administrativa caducam em cinco anos, não sendo mais aplicável punição'

NESTA ENTREVISTA, DIRETOR DA SIEMENS PEDE A ENTRADA DA POLÍCIA PARA INVESTIGAR AÇÃO DAS EMPRESAS DO CARTEL METROFERROVIÁRIO NO BRASIL COM GOVERNOS DE SP E DE BRASÍLIA E, CONSEQUENTEMENTE, EVENTUAIS PROPINAS PAGAS A AGENTES PÚBLICOS, EMPRESAS E POLÍTICOS
Folha - 20/08/2013
Tem de chamar a polícia para cartel, diz diretor da Siemens
O advogado americano Peter Solmssen tem uma batata quente na mão. É responsável por evitar pagamento de propinas e formação de cartel na Siemens, dois crimes que se tornaram tão comuns no grupo alemão na última década que ele teve que criar uma força-tarefa mundial para limpar a empresa.
A autodenúncia feita no Brasil, na qual a Siemens diz ter combinado preços de metrô com 18 companhias, faz parte desse processo.
Com a delação, uma série de negócios do Metrô de São Paulo e de Brasília são investigados sob suspeita que de houve conluio entre as empresas para elevarem o preço da concorrência.O americano Solmnssen, 58, ex-vice-presidente da GE, diz que a autodenúncia não é mero marketing. Na entrevista à Folha, feita por telefone a partir de Munique, ele afirma: "As pessoas que tentarem combinar preços vão saber que nós vamos chamar a polícia". É a primeira vez que um executivo da empresa fala sobre o caso brasileiro.Na Siemens desde 2007, onde é diretor mundial de "compliance" [controle ético ou conformidade com as leis] e membro do conselho, ele defende que empresas éticas têm mais lucros. O ano em que a Siemens teve mais ganhos, segundo ele, foi 2007, quando o grupo recebeu US$ 1,3 bilhão (R$ 3,1 bilhões) em multas por pagamento de propina e prática de cartel

TCE-SP QUER BARRAR CONTRATOS DO CARTEL COM O GOVERNO DE SP
Estadão – 20/08/2013 – Página A4
TCE quer declarar inidôneas empresas do cartel de trens
Além de declarar inidôneas, Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) paulista quer barrar contratos de empresas do cartel metroferroviário com Estado
Presidente do TCE já solicitou ao Ministério Público de Contas abertura do processo para declarar inidôneas a multinacional Siemens, que delatou o esquema viciado das concorrências, e outras 19 empresas que atuaram no setor metroferroviário

MPE-SP APURA SE CARTEL FRAUDOU CONCORRÊNCIAS E CONTRATOS ATUAIS NO METRÔ E CPTM, ALÉM DO QUE FOI DENUNCIANDO PELA SIEMENS
Estadão – 21/08/20013 – Manchete de capa
MP apura se cartel do metrô age em contratos atuais
O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) suspeita que o cartel, que segundo a Siemens durou de 1998 a 2008, em gestões do PSDB, ainda exista no metrô da capital
Estadão – 21/08/2013 - Página A4
Ministério Público investiga se cartel do Metrô agiu também em contratos atuais
Promotores suspeitam que as combinações entre as empresas, delatadas pela multinacional Siemens, continuaram a ser feitas após 2008; estão sob análise do MPE desde 2012 as obras das Linhas 1 e 3 do Metrô, que custaram R$ 1,7 bi.
Força-tarefa do Ministério Público Estadual apura irregularidades apontadas em representação feita em junho de2012 pelo então deputado estadual Simão Pedro (PT), hoje secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo. As denúncias lhe foram prestadas por um ex-funcionário da Siemens.
Procurado, o secretário se limitou a dizer que recebeu denúncias de diversos funcioná-
rios do Metrô e que confia na atuação do Ministério Público para esclarecer o assunto

MPE-SP APURA SE CARTEL FRAUDOU CONCORRÊNCIAS E CONTRATOS ATUAIS NO METRÔ E CPTM, ALÉM DO QUE FOI DENUNCIANDO PELA SIEMENS
Estadão – 21/08/20013 – Manchete de capa
MP apura se cartel do metrô age em contratos atuais
O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) suspeita que o cartel, que segundo a Siemens durou de 1998 a 2008, em gestões do PSDB, ainda exista no metrô da capital
Estadão – 21/08/2013 - Página A4
Ministério Público investiga se cartel do Metrô agiu também em contratos atuais
Promotores suspeitam que as combinações entre as empresas, delatadas pela multinacional Siemens, continuaram a ser feitas após 2008; estão sob análise do MPE desde 2012 as obras das Linhas 1 e 3 do Metrô, que custaram R$ 1,7 bi.
Força-tarefa do Ministério Público Estadual apura irregularidades apontadas em representação feita em junho de2012 pelo então deputado estadual Simão Pedro (PT), hoje secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo. As denúncias lhe foram prestadas por um ex-funcionário da Siemens.
Procurado, o secretário se limitou a dizer que recebeu denúncias de diversos funcioná-
rios do Metrô e que confia na atuação do Ministério Público para esclarecer o assunto
Esta notícia também está no link acima:
Estadão – 21/08/2013
Justiça aceita ação e ex-presidente da CPTM vira réu por improbidade
Além de Sérgio Avelleda, ex-presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitano (CPTM), a Justiça de São Paulo recebeu ação de improbidade administrativa contra ex-diretores da empresa pública e o consórcio formado pela Spa Engenharia e Tejofran por supostas irregularidades no contrato de manutenção de linha

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