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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Laudo da Polícia Civil contraria governador Alckmin na operação da rota em Várzea Paulista.

/ On : quinta-feira, setembro 20, 2012 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
(do Transparência SP)
O governador Alckmin, para defender a operação da Rota em Várzea Paulista, que terminou com a morte de 9 pessoas envolvidas com o crime organizado, disse que "quem não reagiu está vivo".
O laudo da polícia civil contraria o governador. Dos quarenta policias envolvidos na operação, 17 atiraram. Dos bandidos envolvidos, apenas 2 atiraram. Pela matemática simples, sete bandidos não revidaram, mas foram executados pela polícia.
A questão está colocada claramente em reportagem da Rede Bom Dia Jundiaí.
Já o portal da Globo não destaca o laudo da polícia civil, preferindo apontar a versão da própria Polícia Militar no boletim de ocorrência. Esconde portanto o principal: que apenas dois bandidos atiraram.
A Globo e outros grandes veículos de comunicação seguem, nesse assunto, o velho padrão de manipulação e ocultação de informações.

15/09/2012

Laudo da Polícia Civil contraria governador

Rota disparou 61 tiros na invasão à chácara em Várzea Paulista, sendo que apenas dois bandidos revidaram  
 
(da Rede BomDia Jundiaí, por Aline Pagnan)


Os policiais militares da Rota dispararam 61 tiros contra os nove integrantes da facção criminosa PCC mortos durante operação realizada na terça-feira, em Várzea Paulista. Os dados constam no boletim de ocorrência registrado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí.

O documento aponta também que das armas apreendidas com os criminosos (duas espingardas calibre 12, uma metralhadora, sete pistolas e  quatro revólveres) somente duas apresentavam cartuchos deflagrados. Ou seja, apenas dois dos nove mortos atiraram.

Os dados contraria a afirmação dada pelo governador Geraldo Alckmin, na última quarta-feira, de que “quem não reagiu está vivo”, já que nove  pessoas morreram.
No local, segundo a polícia, era realizado um “tribunal do crime”, onde Maciel Santana da Silva, 21 anos, havia sido “julgado” pela facção criminosa por tentativa de estupro contra uma menina de 12 anos.

No documento, dos 45 PMs envolvidos, pelo menos 17 dispararam no mínimo uma vez. Foram usadas 12 pistolas ponto 40 e cinco submetralhadoras.

Ainda, segundo o Boletim de Ocorrência, Maciel, mesmo sendo vítima de um julgamento pelos demais bandidos, estava armado com uma pistola 9 mm, com sete cartuchos íntegros. Na versão dos policiais militares, ele ofereceu resistência e acabou sendo morto.

Príncipe / Iago Felipe Andrade Lopes, 20 anos, conhecido como Príncipe dentro do PCC, era o principal contato dos criminosos de Jundiaí com a Capital. Ele estava com um revólver 357 e foi morto com um único tiro, de acordo com informações obtidas no Hospital da Cidade, de Várzea Paulista.

O líder da facção na região havia sido preso uma vez por roubo e receptação, mas estava foragido.  A polícia acredita que ele tenha sido o responsável por organizar “o tribunal do crime”, já que era quem tomava as decisões do PCC na região.

Príncipe morava em Campo Limpo Paulista, mas desde o começo do ano, segundo informações do setor de inteligência da polícia, residia em um apartamento no Cecap, em Jundiaí. Era de lá que comandava o tráfico de drogas, além de roubos organizados pela facção.

Transferências Dos cinco presos durante a operação, dois foram transferidos nesta sexta-feira para um presídio de segurança máxima em Avaré, no Interior do Estado. Segundo a polícia, Alex Sandro de Almeida, 30 anos, e Richard de Melo Martelato, 24, pertencem ao alto escalão do PCC e, para evitar tentativas de resgate, foram levados  de Jundiaí.

Desde o dia do confronto, eles e outros três homens presos na chácara foram levados para o CDP (Centro de Detenção Provisória) no Tijuco Preto. O local chegou a receber um esquema especial de segurança.

14/09/2012

Rota disparou mais de 60 tiros em operação em Várzea Paulista, SP

Boletim de ocorrência diz que 'julgado' havia sido absolvido.
Operação matou nove suspeitos. PM afirma só ter revidado os tiros.

(do G1 Sorocaba/Jundiaí, por Mariana Lanfranchi)


De acordo com o boletim de ocorrência feito na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí (SP), os policiais da Rota dispararam 61 tiros contra os suspeitos. A operação da Rota em Várzea Paulista (SP) na última terça-feira (11) matou nove pessoas e prendeu outras cinco.  
Segundo o descritivo do boletim de ocorrência, a inteligência da Polícia Militar recebeu informações de que na chácara de Várzea Paulista estaria acontecendo uma reunião com membros de uma facção criminosa da capital para decidir o destino de um homem que teria estuprado uma menor de idade.
Quarenta policiais se deslocaram até o local. Durante o reconhecimento do local, policiais avistaram um carro saindo da chácara e pediram que parasse. Dois suspeitos saíram do veículo e atiraram contra os PMs, que revidaram. Os dois homens acabaram feridos.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, outros três carros saíram logo em seguida da chácara e receberam ordens para parar. Dois homens saíram dos veículos e também atiraram contra os policiais. Os criminosos foram baleados durante a troca de tiros. O motorista deste veículo acabou detido.
Dois outros homens desceram do segundo carro sem oferecer resistência e foram presos. No terceiro veículo estava Maciel Santana da Silva, de 21 anos, o homem que era julgado no ‘tribunal do crime’. Ele estava com uma pistola nove milímetros, carregada com sete cartuchos. Segundo a descrição dos policiais, ele resistiu à ordem de prisão, foi atingido e morreu.
Após a entrada dos PMs na chácara outros cinco suspeitos foram atingidos por tiros. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência da operação, os policiais atiraram somente para revidar os tiros dos criminosos.
Dentro da chácara a polícia deteve mais dois suspeitos. Os nove homens baleados durante as trocas de tiros com a PM foram encaminhados ao hospital de Várzea Paulista, mas todos morreram. A polícia apurou que Maciel Santana da Silva havia sido absolvido pelo ‘tribunal do crime’.
Dos 40 policiais que participaram da operação, 17 deles atiraram contra os suspeitos. Eles usaram 12 pistolas e cinco submetralhadoras. Nenhum PM ficou ferido na ação.
Em nota enviada na noite desta sexta-feira (14) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), todo material recolhido será analisado e periciado pelo Instituto de Criminalística e a previsão para conclusão dos laudos é de trinta dias, que poderão ser prorrogados.  
A Polícia Civil de Jundiaí já terminou os depoimentos do caso e aguarda a conclusão dos laudos da perícia para entregar o inquérito ao Ministério Público.

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