Editorial TSP Educação Eleições Contas Públicas Imprensa Política Precatórios Privatizações Saneamento Saúde Segurança Pública Servidores Transporte
Agora São Paulo Assembléia Permanente Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Vi o Mundo
Canal no You Tube
Agora São Paulo Assembléia Permanente BBC Brasil Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Reuters Brasil Vi o Mundo

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Represa Billings recebe 400 toneladas de lixo por dia

/ On : quinta-feira, outubro 21, 2010 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
A represa Billings, responsável pelo abastecimento de água de 1,2 milhão de habitantes da Grande São Paulo, recebe 400 toneladas de lixo por dia. Além disso, a falta de uma política de saneamento por parte do governo do Estado faz com que bairros da zona sul próximos à represa, como Parque Primavera, Balneário São Francisco e Santa Terezinha, despejem esgoto em suas águas.
Pesquisa realizada pelo IBGE em agosto deste ano revela que mais da metade dos moradores das áreas de preservação da Billings e Guarapiranga utiliza fossas sépticas, valas ao ar livre ou lança o esgoto diretamente nas águas das represas. Especialistas alertam para a urgência de ações que visem a ampliação e captação e tratamento do esgoto despejado irregularmente nas represas.
Pesquisadores da USP encontraram cobre, chumbo, cádmio, níquel e zinco no fundo das represas, o que compromete a qualidade das águas, apesar de a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) insistir que não há problemas nesta contaminação. A presença de cobre, por exemplo, que pode provocar febre, náusea e diarreia, está 30 vezes acima do nível recomendado.
Rio Tietê
O Rio Tietê sofre com os mesmo problemas que prejudicam as represas: despejo irregular de esgoto não tratado e ocupação das margens. Apesar dos investimentos no projeto de despoluição do Tietê, que é um símbolo de São Paulo, o rio continua morto. A mancha de poluição regrediu apenas 40 quilômetros em toda a extensão de 1,1 mil quilômetros do Rio nos últimos 8 anos.
Previsto para ser concluído em quatro fases, o projeto de despoluição do Tietê já está na terceira fase, que tem aporte de US$ 600 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Áreas contaminadas
São Paulo conta hoje com 2.904 áreas contaminadas.  Apesar de o Estado já dispor de um Fundo de Investimento para descontaminação de áreas - Fundo Estadual para Remediação de Áreas Contaminadas (Feprac), ele não tem sido usado pelo governo estadual. A Bancada do PT, inclusive, contribuiu para o aperfeiçoamento do projeto que criava o fundo e se empenhou tanto para levá-lo a Plenário quanto pela sua aprovação.
Estima-se que hoje cerca de 17 mil pessoas vivam em áreas contaminadas só na Grande São Paulo. A maioria dos casos se deve aos postos de combustível.

Twitter

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
Copyright Transparência São Paulo - segurança, educação, saúde, trânsito e transporte, servidores © 2010 - All right reserved - Using Blueceria Blogspot Theme
Best viewed with Mozilla, IE, Google Chrome and Opera.