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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Funcionários da Sabesp estão em greve e metroviários ameaçam parar

/ On : quinta-feira, maio 27, 2010 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com

do Brasília Confidencial
27/05/2010
Funcionários da Sabesp protestam contra possibilidade de demissões
Funcionários da Sabesp protestam contra possibilidade de demissões
    São duas, e na área de serviços, a mais recente e a próxima greve de servidores públicos no governo do PSDB no estado de São Paulo: a de funcionários do Metrô, que mantiveram o estado de greve e  dos trabalhadores da Sabesp, que temem que a empresa demita até 750 pessoas.
    No caso dos funcionários da Sabesp, a paralisação começou na madrugada de terça-feira e segue por tempo indeterminado. O serviço de abastecimento de água não será afetado. Um dos entraves para o acordo é a intenção da empresa de reduzir, de 98% para 95% dos 15.000 trabalhadores, a garantia de estabilidade no emprego.
   “Eles não alegam nada para isso, só querem demitir”, afirma Renê Vicente dos Santos, presidente do  do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado (Sintaema).   Segundo ele, desde 2008 a Sabesp tem usado o patamar de 98% para demitir.
   Ontem, um grupo de 500 funcionários foi à Assembleia Legislativa pedir ajuda aos líderes partidários, numa tentativa de estabelecer diálogo com a empresa e o Conselho de Defesa dos Capitais do Estado.
PRÓXIMA PARADA
    Já o Sindicato dos Metroviários manteve o estado de greve após assembleia, e pretende parar o Metrô na terça-feira, 1º de junho. Os trabalhadores cruzarão os braços por 24 horas, caso o governo tucano e o Metrô não apresentem hoje uma proposta à categoria.
    Os metroviários acusam a empresa de desrespeitar a legislação e o acordo coletivo da categoria, que prevê a implantação da jornada de trabalho e cria a figura do ‘tapa-buraco’ que, muitas vezes, entra em horários quebrados (8h15, 8h30, 8h45) para cobrir a ausência de funcionários. Além disso, denunciam outras distorções, como a inexistência de um plano de carreira e o uso de empregados nas mesmas funções, mas com salários diferentes. 

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