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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Denúncia: Presidiárias dão à luz algemadas em SP

/ On : sexta-feira, novembro 25, 2011 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
Santa Casa, de PresidenteVenceslau (SP), se desdobra para cuidar do PCC por causa da deficiência das equipes de saúde nas unidades penitenciárias

Atendimento em Venceslau exige escolta e mudança da rotina local; já na capital há denúncias de mulheres que têm de dar à luz algemadas.
Localizada no oeste do Estado, a pacata cidade de Presidente Venceslau, com 38 mil habitantes, acabou ganhando fama no Estado por causa dos dois presídios locais. Mais especificamente a Penitenciária 2 Maurício Henrique Guimarães Pereira, onde estão localizados os principais líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Por causa da deficiência das equipes de saúde nas unidades penitenciárias, é comum que os chefões do crime paulista sejam atendidos na Santa Casa de Presidente Venceslau. Toda vez que isso acontece, a situação acaba prejudicando o cotidiano dos médicos, pacientes e dos venceslauenses em geral. Dependendo do grau de periculosidade do preso atendido, as autoridades precisam parar toda a cidade para evitar riscos de resgates ou de fugas.

Denúncia: Presidiárias dão à luz algemadas
O coordenador do Núcleo do Sistema Carcerário da Defensoria Pública, Patrick Cacicedo, afirma que a falta de equipes de saúde para atendimento dos detentos é um dos mais sérios problemas do sistema penitenciário paulista. "Além da necessidade de atender os presos nos hospitais dos municípios, por falta de equipes de saúde nas penitenciárias, quando há problemas urgentes é preciso ter escoltas, que também são demoradas e prejudicam o atendimento."
Ao longo deste mês, Cacicedo acompanhou o problema envolvendo o atendimento a mulheres grávidas na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo, feito em hospitais públicos. O defensor já recolheu oito depoimentos de mulheres que afirmaram ter sido algemadas ao longo do trabalho de parto e depois de dar à luz. "É um absurdo", diz. "Aguardamos a resposta do ofício que enviamos à Secretaria de Administração Penitenciária para saber as medidas que serão tomadas."

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