Editorial TSP Educação Eleições Contas Públicas Imprensa Política Precatórios Privatizações Saneamento Saúde Segurança Pública Servidores Transporte
Agora São Paulo Assembléia Permanente Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Vi o Mundo
Canal no You Tube
Agora São Paulo Assembléia Permanente BBC Brasil Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Reuters Brasil Vi o Mundo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Governo Alckmin usa Cesp para contratar sem concurso

/ On : quinta-feira, setembro 15, 2011 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
DE SÃO PAULO

A Cesp (Companhia Energética de São Paulo) contratou mão de obra sem concurso público para atender a recém-criada Secretaria Estadual de Energia, órgão da administração direta do governo de São Paulo montado pela nova gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), informa reportagem de Agnaldo Brito, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
A pasta é comandada por José Aníbal (PSDB), eleito deputado federal em 2010.
Divulgação/Prefeitura de Ilha Solteira
Vista aérea da usina de Ilha Solteira, a maior usina da Cesp (Companhia Energética de São Paulo)
Vista aérea da usina de Ilha Solteira, a maior usina da Cesp
Além de contratar empregados para preencher funções em uma secretaria de Estado, a Cesp também disponibiliza funcionários efetivos a outros órgãos de governo.
O presidente da Cesp, Mauro Arce, responsável pelas contratações, confirma o uso da estatal. Para Arce, tal fato é comum no setor público, mas os acionistas da Cesp não são afetados.
Leia mais na edição da Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas. 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/975496-governo-alckmin-usa-cesp-para-contratar-sem-concurso.shtml


----

TSP

E há muito mais nesse governo. De fato, o presidente da Cesp ao menos não mentiu quando afirmou que "tal fato é comum" no governo de SP. O Poupatempo chegou a realizar concursos públicos, recebeu o valor das inscrições, as provas, mas não contratou ninguém e os funcionários que são contratados todos os anos são selecionados por
 "ONGs", que na realidade são entidades estabelecidas exatamente para este fim, grupos apadrinhados dos tucanos, que contratam para o Poupatempo como forma de "moeda de troca" pelo apoio nas eleições.


A PRODESP é outro escândalo de contratações sem concurso público. A imensa maioria dos seus funcionários são funcionários oriundos de outras empresas, que estas por sua vez são contratadas pela PRODESP. Vale ressaltar que pela PRODESP são processados os dados do governo paulista, o que significa que dados sensíveis (sigilosos) podem ser acessados por funcionários que nem mesmo são do governo, não possuem cadastro nem foram selecionados pela administração pública. Entre os dados sensíveis expostos estão os bancos de dados criminais do estado; além dos telefones, endereços e até mesmo fotografias contidas nas CNHs e documentos dos veículos.

E ainda:

A falta de contratações no serviço público, ou a terceirização geram um desequilibrio na folha de pagamento do estado (desequilibrio, provavelmente, proposital); sem contratações, os funcionários que completam o tempo de serviço e se aposentam não são substituidos por outro QUE RECOLHA APOSENTADORIA PARA O ESTADO, assim o estado passa a gastar com a aposentadoria do anterior, sem passar a receber daqueles que estão ingressando. Com o tempo (e a falta de receita) o governo do Estad e a imprensa passam a culpar os servidores públicos efetivos, além dos aposentados e pensionistas, pelo deficit das contas estaduais.
Ao invés de contribuir para a aposentadoria estadual dos servidores públicos, os contratados sem concurso e terceirizados contribuem para o INSS (nacional): custam mais caro (é preciso recolher fundo de garantia), não passam pelo processo público de seleção (são colocados, em muitos dos casos, por padrinhos políticos) e as empresas ligadas ao esquema não tem suas contabilidades acessíveis ao cidadão.

Twitter

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
Copyright Transparência São Paulo - segurança, educação, saúde, trânsito e transporte, servidores © 2010 - All right reserved - Using Blueceria Blogspot Theme
Best viewed with Mozilla, IE, Google Chrome and Opera.