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segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Im Memoriam" do Sd. PM Antônio Belarmino da Silva; herói cujos direitos foram negados pela PGE. Procuradores do Estado: advogados do diabo?

/ On : segunda-feira, maio 30, 2011 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
Bom Dia!
Senhoras e Senhores.
Hoje estou triste, acabo de rever um filme do qual este que vos fala e escreve, foi testemunha de uma fatídica e triste novela, e, pelo que se nota, ainda persiste-se em reeditá-la. Por quê? Senhoras e Senhores.
Há alguns anos atrás, Eu! Euzinho! Aqui! Fui testemunha física e ocular das tamanhas irregularidades e atrocidades no que tange à questão de “Mandos e Desmandos”, por parte dos Superiores Hierárquicos, das Entidades de Classe e de alguns Membros da Procuradoria do Estado, sempre em prejuízo dos seus subordinados e associados.
Vejam bem:
À pelo menos uns 26 (vinte e seis) anos atrás, dentre muitos casos que eu presenciei e por muitos que se comenta, e neste momento, me reservo a não falar ou escrever por questão de princípios, e sim tão somente esta:
“Um Policial Militar, de “folga” no leito de seu domicilio junto aos seus”.
Alguns “Populares” ao presenciarem um assalto num Estabelecimento Comercial ali próximo, correm e solicitam apoio daquele Policial.
Ocorre Senhoras e Senhores: Que Policial mesmo de “folga”, devido ao seu perfil de proteção e Ofício, é apresentado como Policial respeitado em Serviço, por isso recebe RETP.
Conhecedores que naquela casa residia um Policial, incontinenti, o solicitou.
Que por sua vez, inadvertidamente, mesmo à época não possuir telefone celular e as vias normais “Telesp” serem insuficientes e deficitárias, o Policial deslocou-se até o “palco o evento”.
“Ao dar voz de prisão aos meliantes, foi recebido a tiros, e este nobre Policial, mesmo estando em situação de desvantagem, enfrentou-os e com destreza e habilidades, vindo a neutralizá-los.
Porém dado a situação e o estado de emergência, o nobre Policial não pode atentar-se e nem o momento lhe facultava, de identificar um terceiro elemento “camuflado” no meio dos “populares”.
E este, de maneira covarde e detestável, “talvez até conhecido e conhecedor dos feitos do profissional em tela”, efetuou tiros nas costas daquele, que era acima de tudo, “Exímio Atirador de Elite”, e mesmo já por inúmeras vezes demonstradas em ocasiões anteriores a sua coragem destemida, seu espírito de corpo o seu bom senso, que devido aos ferimentos serem de natureza grave. “Veio a falecer”.
Houve um entendimento por parte dos Superiores Hierárquicos, que o Soldado da Polícia Militar “ANTONIO BELARMINO DA SILVA”, agiu em defesa do patrimônio e foi considerado um ato de serviço.
Foi promovido “Pós-Morte” a Cabo da PM “Por Ato de Bravura” e posteriormente enterrado no Mausoléu da Polícia Militar no Cemitério do Araçá, com direito a todas as Honras e Glórias e ao devido respeito estendido somente aos “Heróis”.
Ocorre que meses depois, um Procurador de Estado, na sua sapiência e total conhecimento profissional, entendeu que aquele ato promovido pelo “Finado Policial Belarmino”, não poderia ser considerado “Em Serviço”.
Aquela situação gerou inúmeras polêmicas e insatisfações dos pares.
Como! Senhoras e Senhores! Um profissional em defesa da Cidadania e do Patrimônio Público destes, não podendo em hipótese nenhuma, sob pena de “Prevaricação” ou “Omissão”, deixar de cumprir o seu Ofício e destarte a isto, mesmo em perda da própria vida, ser considerado por uma Personalidade Pública se dizendo, “Concursada e apta em conhecimentos do Direito”, embaraça, o que deveria parabenizar, nega o “Direito” e joga na latrina e induz ainda a “dúvidas” o bom nome do profissional e excelente “Pai de Família”, e em contrapartida amaldiçoa e denigre os reais sonhos daqueles filhos órfãos, que se sabe lá como que a partir daquele ato impensado e quiçá imaturo do “Nobre Defensor”, terão que viverem de cabeças baixas e tristes por ter tido um dia um “Nobre Pai” que não foi reconhecido por única pessoa, que se achando no direito de opinar ou subjugar os verdadeiros valores de um Povo ou de uma Família, agiu sem nenhum senso de pudor, sentimento e decência.
“É meus queridos quando digo que rapadura é doce, mas não é mole não” muitos me criticam e acham que é balela”.
Mas concluo a minha história:
“O nobre colega Belarmino, devido a uma injusta decisão judicial final, teve a sua promoção destituída e, sua pensão que deveria ser integral, passou a ser proporcional aos dias trabalhados”.
“Seu corpo já em descanso eterno naquele memorável Mausoléu foi submetido e obrigado a ser transladado, e seu corpo jaz, talvez, ainda no Cemitério da Vila Formosa”.
O que vemos agora com este Policial Militar Rogério, é uma entre tantas outras injustiças que se assolam neste País, sempre em prejuízo daqueles que efetivamente fazem a mais do que a sua consciência e decência podem ou pedem, mas, aos olhos de alguns “Cegos” que sequer enxergam um palmo diante o nariz, se acham perfeitos e capazes de tomar decisões hipotéticas e injustas e se aterem e se acharem “Limpos” diante de tanta sujeira e hipocrisia.
Meu amigo Rogério, se assim me permites chamá-lo, não se desespere, assim como você e eu, ainda existem pessoas que conseguem se sensibilizar e acredito e tenho muita fé, que alguém neste exato momento, esta começando a olhar por você e pelos outros injustiçados, e podes ter a certeza de uma coisa, os dias daqueles nefastos, estão com os dias contados.
Uma Boa Tarde.
Subscrevo-me.
Caronte.

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