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domingo, 14 de novembro de 2010

Governo paulista deve gastar mais de R$ 700 milhões com polêmico Teatro da Dança.

/ On : domingo, novembro 14, 2010 - Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email: transparenciasaopaulo@gmail.com
(do Transparência SP)
O governo do Estado de São Paulo deverá gastar mais de R$ 700 milhões na construção de um único equipamento cultural na cidade de São Paulo: o Complexo Cultural Teatro da Dança. Serão R$ 467 milhões em operações de crédito assumidas pelo Estado e o restante com recursos próprios do Tesouro Estadual.
Este projeto inscreve-se entre as prioridades do governo Serra/Goldman, em negociação com a equipe de transição do governo Alckmin. Cabe lembrar que o projeto encontra resistências por parte de integrantes do próprio governo Goldman.
O Teatro da Dança será erguido na região da Luz, integrando as ações da chamada revitalização urbana da região, conhecida como Nova Luz. A recuperação daquela região central da capital paulista encontra-se ainda no papel, apesar de passados mais de seis anos do anúncio inicial do projeto.
A polêmica em torno da pertinência da construção do Teatro da Dança como forma de revitalização da região deve ser considerada, uma vez que a área já apresenta dois grandes equipamentos culturais - Sala São Paulo de Concertos e o Museu da Língua Portuguesa - sem resultados efetivos na recuperação urbana da região.
A falta de investimentos imobiliários privados residenciais e comerciais na região, colaborando com a sua recuperação, estão no centro dos problemas observados.
Dois registros devem ser feitos:
Primeiro, os recursos públicos envolvidos neste equipamento estão sendo anunciados no mesmo momento em que autoridades do governo paulista e da prefeitura de São Paulo anunciam que nenhum recurso público deve ser colocado na construção de arenas desportivas, visando a realização da Copa do Mundo e da modalidade do futebol dos Jogos Olímpicos. Dois pesos e duas medidas.
Segundo, a Cidade da Música no Rio de Janeiro, polêmico equipamento cultural em construção na Barra da Tijuca, devastou a popularidade do seu idealizador (o ex-prefeito César Maia) mesmo consumindo um valor menor que o projeto paulista - cerca de R$ 550 milhões. O que é escândalo no Rio é tratado com normalidade em São Paulo. Mais uma regra da blindagem paulista.

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