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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Loja de venda de ingressos é assaltada em shopping de SP

14/02/2011 - 12h07
DE SÃO PAULO



Uma loja de venda de ingressos, localizada no estacionamento do Morumbi Shopping, na zona sul de São Paulo, foi assaltada na noite de ontem (13), segundo informações da assessoria do shopping.
O crime aconteceu por volta das 20h, quando o shopping já estava fechando. A assessoria do local afirmou que a loja --que não teve o nome divulgado-- não tem ligação com a parte interna do shopping. Os criminosos conseguiram fugir.
Não foi informado quantos homens participaram do crime, ou valor roubado. Todo o shopping funciona normalmente nesta segunda-feira, segundo a assessoria do estabelecimento.
Na semana passada, homens armados assaltaram a joalheria Dryzun também no Morumbi Shopping. Duas mulheres foram mantidas reféns após assalto. Elas foram usadas como escudo até a chegada ao carro dos criminosos.
Em outubro do ano passado, a loja de artigos de luxo Montblanc no mesmo shopping também foi assaltada. Na época, o Deic informou que os objetos levados da loja, avaliados em aproximadamente R$ 15 mil, foram recuperados.
HISTÓRICO
No ano passado foram registrados diversos casos de assaltos a shoppings em São Paulo, principalmente joalherias. A onda de assaltos fez com que alguns locais, inclusive, contratassem seguranças armados e instalassem equipamento antiterrorismo.
Para o sociólogo José dos Reis Santos Filho, a segurança em shoppings é um mito.
No dia 18 de dezembro, uma joalheria do shopping Plaza Sul foi assaltada e deixou um segurança ferido.
De acordo com o shopping, dois assaltantes se passaram por clientes, entraram na loja da joalheria Casa Tokyo e anunciaram o assalto. Os criminosos fugiram rapidamente e dispararam tiros para causar tumulto entre os consumidores e facilitar a fuga --a loja fica no térreo, perto da saída.
Já do lado de fora do shopping, um segurança foi baleado no ombro. Ele foi encaminhado para o hospital Arthur Ribeiro de Saboya e seu estado de saúde é estável, de acordo com o shopping.
No dia 5 de novembro, o shopping Plaza Sul também foi invadido por criminosos. Dois homens se passaram por clientes da joalheria Vivara, entraram na loja e anunciaram o assalto. Os criminosos levaram algumas mercadoria da loja --quantidade e valores não foram divulgados-- e fugiram antes da chegada da polícia.
Outro assalto ocorreu no shopping Campo Limpo, na zona sul. Cerca de 20 homensinvadiram o local na madrugada do dia 28 de outubro e tentaram roubar um caixa eletrônico do Banco do Brasil. Durante a ação, funcionários do estabelecimento e clientes que estavam no cinema foram rendidos. O alarme foi disparado durante a ação dos criminosos, que fugiram rapidamente.
relojoaria Timeland foi assaltada em 15 de agosto, no shopping Pátio Higienópolis, na região central de São Paulo. Na ocasião, dois homens, um deles armado e com um falso uniforme dos Correios, renderam uma vendedora e uma mulher que havia levado uma pulseira para consertar. A dupla ordenou que a funcionária colocasse os relógios mais caros numa sacola e fugiu caminhando.
Em 7 de agosto, o Santana Parque Shopping sofreu uma tentativa de assalto. Um grupo formado por cerca de sete homens tentou assaltar duas joalherias. Houve troca de tiros e um segurança foi baleado na cabeça e acabou morrendo, após ter ficado cinco dias internado.
Em 3 de julho, assaltantes invadiram uma joalheria no shopping Ibirapuera, na zona sul de SP. O roubo ocorreu na loja S.Rolim e deixou os mostruários das vitrines vazios. Segundo funcionários do shopping, a ação dos criminosos foi muito rápida.
A loja da Rolex no shopping Cidade Jardim, na zona oeste de São Paulo, foi alvo de bandidos no dia 7 de junho --menos de um mês depois da ação na Tiffany. Sete homens participaram da ação --quatro deles, vestindo terno e óculos escuros entraram no shopping enquanto os outros aguardavam do lado externo.
Em meio a onda de roubos, a associação dos shopping centers trouxe dos EUAespecialistas em crimes contra o varejo, entre eles um do FBI, a polícia federal americana, para discutir segurança pública com lojistas, donos de shopping e com a cúpula da polícia.

Ronaldo revela hipotireoidismo e culpa dores por aposentadoria precoce aos 34 anos

14/02/2011 - 13h02

Carlos Padeiro e Gustavo Franceschini
Em São Paulo



Chegou ao fim nesta segunda-feira a carreira de um dos maiores jogadores da história do futebol. Chorando bastante, Ronaldo anunciou oficialmente a sua aposentadoria. O jogador revelou que sofre de hipotireoidismo e culpou as constantes dores no corpo para antecipar o adeus, que deveria acontecer apenas no final do ano.

Despedida de Ronaldo




Foto 24 de 56 - Ronaldo foi à coletiva no CT do Corinthians com os filhos, nesta segunda-feira, e fez o esperado: anunciou a aposentadoria do futebol, por culpa das dores e do hipotireoidismoFernando Pilatos/UOL Esporte
hipotireoidismo é a baixa produção de hormônios pela tireoide. Os principais sintomas são cansaço, depressão e ganho de peso. "Há quatro anos fiz um exame no Milan que constatou que eu tinha hipotireoidismo. Eu precisava tomar hormônios, mas não podia porque seria pego no doping. Alguns de vocês agora devem estar arrependidos de fazer tanta chacota com meu peso, mas não guardo mágoa. Só queria explicar isso no ultimo dia da minha carreira", disse Ronaldo.
Além do hipotireoidismo, Ronaldo também culpou as dores para antecipar a decisão de pendurar a chuteira. "Na quinta-feira (dia que decidiu a parar) as dores me consumiam. Eu perdi para o meu corpo. Esse é o momento de parar", reconheceu Ronaldo. "Eu sinto dor ao subir uma escada. E no meu prédio nem tem elevador", completou.
O fracasso na Copa Libertadores - derrota por 2 a 0 para o Deportes Tolima, na Colômbia - foi a última aparição do craque como jogador profissional. E apesar dos protestos de parte da torcida do Corinthians, o atacante disse que terá sempre um carinho especial pelo clube e pediu desculpas por não ter conquistado o título da Libertadores.
“Em algumas vezes em outras entrevistas eu falei que...que...não imaginava realmente ter vivido sem o Corinthians...quero agradecer ao presidente e pedir desculpas publicamente por ter fracassado no projeto Libertadores, dizer que você é meu irmão, que a historia foi linda aqui, maravilhosa, que continuarei vinculado ao clube da maneira que você quiser”, disse Ronaldo.
O adeus do Fenômeno mobilizou a imprensa nacional e internacional. Centenas de jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e até profissionais que cobrem o mundo das celebridades compareceram ao CT Joaquim Grava, na zona leste da capital paulista, para registrar a aposentadoria do veterano de 34 anos.
O atacante chegou ao CT por volta das 10h30, acompanhado de dois dos seus filhos: o primogênito Ronald e Alex. Na entrada, recebeu o carinho de poucos fãs. Duas horas antes da entrevista coletiva, o maior artilheiro da história das Copas do Mundo caminhou lentamente ao campo, onde os demais jogadores treinavam. Todos sentaram no banco de reservas, e o Fenômeno falou durante cerca de dois minutos.
Após o camisa 9 finalizar seu discurso, seus colegas de equipe o aplaudiram. Depois, um por um levantou para abraçá-lo. Tite e os demais membros da comissão técnica também cumprimentaram o agora ex-jogador.

A carreira do Fenômeno

OPINIÃO DOS BLOGUEIROS

Segundo Falcão, só o jogador de futebol morre duas vezes, a 1ª quando encerra a carreira. Leia mais
Hoje é dia de homenagear fenômeno. Quaisquer críticas ficam para outra hora. Leia mais
A iminente saída de Ronaldo vai diminuir imediatamente a receita obtida pelo Corinthians com patrocínio.
Leia mais
O projeto do Corinthians, segundo o presidente Andrés é transformar o gênio em embaixador do time.Leia mais
Ronaldo entra para a história do futebol. Leia mais
Ronaldo resolveu parar mesmo sem o gol de bicicleta. Leia mais
E agora, o adeus de Ronaldo Fenômeno? Leia mais
Ronaldo vai deixar saudades. Cara autêntico e que incomodava muita gente. Leia mais
O início de Ronaldo no futebol aconteceu no São Cristóvão, clube do Rio de Janeiro. Em 1993, ele foi contratado pelo Cruzeiro por irrisórios US$ 10 mil (hoje R$ 17 mil), onde estreou como profissional. Em 44 partidas na equipe mineira, anotou 44 gols.
O surgimento meteórico rendeu ao promissor atacante, aos 17 anos, a convocação por Carlos Alberto Parreira para a Copa do Mundo de 1994. Do banco de reservas, ele participou da conquista do tetracampeonato mundial.
A entrada no milionário futebol europeu ocorreu pela Holanda, no PSV Eindhoven, onde marcou 54 gols em 57 jogos.
Em 1996, o brasileiro foi vendido ao Barcelona por US$ 20 milhões. Na temporada 1996-1997, fez 47 gols em 49 partidas e ganhou o apelido de Fenômeno.
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1996 e 97, Ronaldo se transferiu para a Internazionale, de Milão, por US$ 36 milhões.
Na Copa do Mundo de 1998, balançou as redes quatro vezes, porém o que entrou para a história foi o mal-estar que ele sofreu na véspera da decisão com a França, quando foi levado às pressas ao hospital. Participou da final, mas pouco fez.
Na Itália manteve a alta média de gols (99 em 59 exibições), porém começou a conviver com as lesões no joelho. Foram duas consecutivas e cerca de 20 meses longe da bola.
Foi para o Mundial de 2002 sob a desconfiança de parte da torcida e da imprensa. Brilhou, foi o artilheiro com oito gols e voltou a ser o melhor do mundo no final do ano.
O sucesso no Japão e na Coreia do Sul fez com que o Real Madrid o contratasse por US$ 45 milhões. Entre 2002 e 2007, marcou 104 gols em 177 jogos na Espanha.

INTERAÇÃO COM RONALDO

Na sua opinião, este foi o momento certo para o Fenômeno abandonar a carreira de jogador? Deixe sua opinião
Na Copa de 2006, marcou mais três gols e virou o maior artilheiro de todos os tempos em Copas do Mundo.
A partir daí, começou a queda na carreira do astro. Transferiu-se para o Milan por US$ 9,5 milhões onde marcou 9 gols em 20 partidas. Uma nova lesão no joelho o afastou dos gramados mais uma vez.  
A volta ao Brasil
Após aproximadamente 15 temporadas, Ronaldo retornou ao futebol brasileiro. Treino no Flamengo, porém frustrou os torcedores rubro-negros ao assinar com o Corinthians.
Depois de uma primeira temporada de sucesso, em 2009, com títulos da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista, o atacante viveu períodos de dificuldade, com seguidos problemas físicos e duas eliminações na Copa Libertadores. A última delas, no começo deste ano, gerou uma série de protestos de parte da torcida.
A partida que marcou a despedida de Ronaldo dos campos aconteceu no último dia 2 de fevereiro, na derrota do Corinthians para o Tolima por 2 a 0, na cidade de Ibagué, na Colômbia. O resultado impediu a classificação da equipe brasileira para a fase de grupos da Libertadores 2011.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Apagão em SP provoca falta de água em várias regiões

09/02/2011 11h39 - Atualizado em 09/02/2011 19h21
Apagão afetou 46 bombas de abastecimento de água, diz Sabesp
Blecaute fez sistema de bombeamento ficar parado nesta terça.

Segundo empresa, ainda há falta d’água na Zona Sul e na Grande SP.
Do G1 SP



O apagão que atingiu parte de São Paulo nesta terça-feira (8) afetou o funcionamento de 46 bombas de sete estações elevatórias da Sabesp, segundo informou a companhia na manhã desta quarta-feira (9). Anteriormente, a empresa havia informado que apenas 18 bombas haviam sido afetadas, número que foi aumentado após novo balanço.
No início desta manhã, a assessoria de imprensa da Sabesp informou que o fornecimento de água na Zona Sul da capital paulista já estava normalizado. Entretanto, por volta das 11h, a companhia informou que os reservatórios do Grajaú, Parelheiros, Jardim Ângela ainda estão em recuperação – por isso, ainda o abastecimento ainda está comprometido nestas regiões. Na capital paulista também foram afetadas as regiões do Butantã, Morumbi, Brooklin, Jardim São Luiz e Jabaquara


A falta de água atingiu também municípios da Grande São Paulo, como Embu, Taboão da Serra e Embu-Guaçu. Segundo a Sabesp, os reservatórios de Embu e Taboão da Serra também estão em recuperação e ainda há falta d’água.
No caso de Embu-Guaçu, o restabelecimento do serviço ocorreu durante a noite – entretanto, as áreas mais altas e distantes da cidade ainda não estão recebendo água. Por isso, a Sabesp disponibilizou caminhões-pipa para atender os consumidores.
A Sabesp verificou a primeira queda de energia entre 15h30 e 16h desta terça-feira (8). Todo o sistema de bombeamento foi paralisado, e, quando as bombas voltaram a funcionar após meia hora, houve o segundo apagão. A Sabesp, em nota, informou que às 16h45 as equipes recomeçaram o trabalho para regularizar o sistema. Foram necessários mais 30 minutos para o início da normalização do bombeamento de água aos reservatórios.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/apagao-afetou-46-bombas-de-abastecimento-de-agua-diz-sabesp.html

MORADORES SOFREM COM FALTA DE ÁGUA DEPOIS DE APAGÃO EM SP

http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/moradores-sofrem-com-falta-de-agua-depois-de-apagao/1431298/#/SPTV

COM FALTA DE ÁGUA, POPULAÇÃO IMPROVISA EM SP APÓS APAGÃO

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/com-falta-dagua-populacao-improvisa-em-sp-apos-apagao.html


Na volta às aulas, mato alto, pichação e abandono

07/02/2011
Fernanda Barbosa
do Agora
Após mais de um mês de férias, estudantes da rede estadual vão encontrar escolas com janelas e muros quebrados, mato alto, pichações e até fezes de pombo no pátio. Esses foram alguns dos problemas observados pelo Vigilante Agora em 15 unidades visitadas. Ao todo, seis foram reprovadas. As aulas voltam na próxima quinta-feira.
Foram escolhidas três escolas por região da cidade de acordo com o rendimento dos alunos do nono ano (antiga 8ª série) do ensino fundamental na prova de português do Saresp 2009, exame anual aplicado pelo Estado. Uma com nota baixa, outra com nota mediana e a última, alta.
Na maioria dos casos, os alunos com o pior desempenho têm a pior estrutura para estudar. É o caso da Escola Estadual Professora Maria Eugenia Martins, no Jaguaré (zona oeste), onde parte do muro quebrou. Em volta da unidade ainda há lixo e um fio caído. 

http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u871635.shtml

Restaurado por fora, palácio em São Paulo é morada de pulgas

 05/02/2011 - 07h00
JAMES CIMINO
DE SÃO PAULO

 Com suas fachadas restauradas desde agosto de 2010, o Palácio dos Campos Elíseos, que foi sede do governo paulista até 1965, é a perfeita imagem da expressão "por fora bela viola, por dentro pão bolorento".
Localizada na avenida Rio Branco (centro de SP), a construção do fim do século 19, em estilo eclético e cujo primeiro proprietário foi o barão do café Elias Chaves, virou moradia de pulgas, cupins e gatos.
O piso original de madeira está apoiado sobre escoras para não despencar.
Os lustres, pesados demais para o teto podre, foram colocados em um auditório no porão, próximo a um local onde há um cofre "que nunca ninguém conseguiu abrir", segundo conta a arquiteta Maria Vitória Fischer, da Companhia de Restauro, responsável pela recuperação das fachadas e do telhado de cobre e ardósia.
A parte externa está, por enquanto, impecável. Porém, se a reforma interna não for feita logo, o exterior pode não durar muito tempo.

Os muros, também restaurados, já foram pichados. E, mesmo com a presença de seguranças 24 horas, resolveu-se pintar os dutos de água pluvial, réplicas dos originais, da cor da parede.
"Ia ficar lindo sem pintura, da cor do cobre, mas os noias entravam e roubavam para vender", relata a arquiteta.

O edital de licitação para a segunda fase das obras de recuperação do interior do palácio e de seus jardins e fontes deve ser lançado ainda neste semestre. A previsão de custo da obra é de R$ 21 milhões, informou a Secretaria de Planejamento.
A ideia de levar para lá o governo do Estado, porém, foi abortada e futuro do prédio ainda está sob análise.
A princípio, o palácio será utilizado para despachos eventuais do governador e para eventos. O prédio também será aberto à visitação pública guiada.
Eduardo Anizelli/Folhapress
Fachada principal do Palácio dos Campos Elíseos
Fachada principal do Palácio dos Campos Elíseos, no centro de São Paulo 
 
http://www1.folha.uol.com.br/poder/870993-restaurado-por-fora-palacio-em-sao-paulo-e-morada-de-pulgas.shtml

Inspeção veicular valerá para todo Estado de SP, diz secretário

 05/02/2011 - 11h42 
 DE SÃO PAULO

 Toda a frota de veículos do Estado de São Paulo será alvo da inspeção veicular obrigatória, caso a vontade de Bruno Covas, secretário de Meio Ambiente, prospere. A informação é da reportagem de Eduardo Geraque publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Sem dar datas concretas, o secretário disse à Folha que vai atuar para que o projeto de lei sobre o tema, que está parado na Assembleia Legislativa, seja aprovado. "O mais breve possível", afirmou o neto de Mário Covas. Em entrevista, ele afirmou que tem "urgência nisso, mas o assunto será pautado quando houver consenso."
Na cidade de São Paulo, os motoristas enfrentam mudanças na inspeção veicular nesta semana. A primeira é a análise de ruído como critério para reprovar. A aferição já vinha sendo realizada, mas apenas neste ano passou a ser suficiente para barrar os veículos que se submetem ao teste.
Mateus Bruxel/Folhapress
Carros são aferidos, no Jaguaré, zona oeste de SP; Ruído agora pode barrar veículo em inspeção ambiental
Carros são aferidos, no Jaguaré, zona oeste de SP; Ruído agora pode barrar veículo em inspeção ambiental
Uma segunda novidade é a mudança no tempo de medição de poluentes em marcha lenta. O objetivo é atenuar distorções --incluindo as que atingiam alguns modelos de seminovos reprovados em seguidos testes.
Antes, a captação dos gases era feita num tempo de 30 segundos programado pelo equipamento. O problema é que esse período não era suficiente para estabilizar a medição em parte dos veículos. 

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/871211-inspecao-veicular-valera-para-todo-estado-de-sp-diz-secretario.shtml

Fábrica de vacina contra gripe do Butantã entra em funcionamento com pouco mais de 10% da capacidade

Inaugurada em 2007, instalação ainda não havia conseguido cumprir todas as exigências para [br]desenvolver o produto

05 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Fernanda Bassette - O Estado de S.Paulo
A fábrica de vacina contra influenza do Instituto Butantã, em São Paulo, está finalmente funcionando - embora com pouco mais de 10% da capacidade. Isso significa que, neste ano, parte da população brasileira vai receber a vacina contra a gripe totalmente nacional. Até então, a vacina era importada e apenas envazada pelo instituto.

Anunciada em 2004 e inaugurada em 2007, a fábrica da influenza ainda não tinha conseguido cumprir todas as etapas para disponibilizar a vacina da gripe - o que provocou problemas de abastecimento na última campanha de vacinação.
O Butantã pretende entregar de 2 a 6 milhões de doses da vacina tríplice (que inclui o vírus H1N1 e mais dois que estão em circulação) para a campanha deste ano. A fábrica, no entanto, foi projetada para produzir 20 milhões de doses. E o Ministério da Saúde informou que pretende adquirir 30 milhões de doses.
O anúncio do funcionamento integral da fábrica foi feito ontem, durante a posse do novo diretor do instituto, o médico imunologista Jorge Kalil Filho. "Vacina é o ato médico mais eficaz que existe. Nesta primavera vamos começar a campanha de vacinação da gripe com doses completamente produzidas aqui."
Apesar de a fábrica ter sido oficialmente inaugurada em 2007, o superintendente-geral do Butantã, Hernan Chaimovich, diz que não houve atraso para o início da produção. "O que foi inaugurado em 2007 foi o prédio. O processo de fabricação é muito mais complexo, envolve etapas de adequação e de validação. E esse processo demorou três anos. A fábrica está em operação integral desde o fim do ano passado", afirmou.
Segundo Kalil, o maior desafio do Butantã é conseguir produzir vacinas contra doenças que não proporcionam imunidade depois que as pessoas se contaminam, como uma vacina contra o vírus HIV, por exemplo. Além disso, uma das suas prioridades será investir na produção de uma vacina eficaz contra a dengue - o que já acontece.
O instituto vai iniciar os testes de segurança contra os quatro sorotipos da dengue no segundo semestre em uma fábrica piloto. Serão selecionados cem voluntários saudáveis - que nunca tiveram dengue antes e não possuem nenhuma outra doença.
"A nossa preocupação é, no futuro, quando tivermos de estudar pessoas que já tiveram dengue, ter a certeza de que essa vacina foi capaz de desencadear uma resposta imunológica para os quatro tipos de vírus", diz Alexander Precioso, diretor de ensaios clínicos do Butantã.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, a intenção é disponibilizar a vacina contra a dengue para a população brasileira em 2015.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110205/not_imp675568,0.php

Aborto não previsto no código penal é autorizado pela Justiça de SP

4 de fevereiro de 2011


Uma liminar do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) concedida na terça-feira, 1, autorizou a interrupção de gestação de feto anencéfalo na região de São José do Rio Preto, no interior do Estado.
De acordo com a Defensoria Pública do Estado, que acionou a Justiça a pedido dos pais da criança, “não faz sentido algum, sob a ótica jurídica ou mesmo médica, prolongar uma gestação em que inexiste a possibilidade de sobrevida do feto”. Conforme a assessoria de imprensa da Defensoria, a mulher está grávida de 24 semanas (cerca de 6 meses).
Na ação, os defensores públicos Júlio Cesar Tanone e Rafael Bessa Yamamura disseram que foram informados pelos médicos de que a continuidade da gestação pode provocar risco para a saúde física e mental da mãe e que o problema de formação fetal é irreversível e não há possibilidade de tratamento intra ou extrauterino. A equipe médica, então, recomendou a interrupção da gravidez.
O pedido para o aborto havia sido negado em primeira instância. “Se fossem possível, quando da elaboração do Código Penal, os exames médicos que hoje possibilitam apurar defeitos genéticos do feto, o legislador, para bem ou para mal, certamente, teria autorizado este caso (a interrupção da gravidez em caso de anencefalia)”, justificou o desembargador Francisco Bruno. A assessoria não deu detalhes sobre a cidade onde o casal vive por causa de sigilo imposto ao caso pela Justiça.

http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/justica-autoriza-aborto-de-feto-anencefalo/

"Minhocão" terá obra para conter alagamento das pistas

LUÍSA ALCALDE
Os 92 pilares de sustentação ao longo dos 1.236 metros do Elevado Costa e Silva, o Minhocão, na região central, estão recebendo canaletas. As tubulações metálicas servirão para captar água das chuvas que hoje se acumulam nas pistas e caem, por meio de furos das laterais de concreto, nos carros e pedestres que passam nas ruas e calçadas sob a estrutura, inaugurada em 1971.
As obras começaram na segunda quinzena de novembro e estão previstas para serem concluídas entre o fim deste mês e o início de março. A intervenção vai custar quase R$ 1 milhão.
Frentista de um posto de combustível da Rua Amaral Gurgel, Marcos Domingos de Moura trabalha há três anos no local e conta já ter visto muita gente ficar “ensopada” de água suja depois de passar sob o Minhocão. “Os banhos ocorrem principalmente em motoqueiros. Às vezes, vem pedra junto com a água da chuva e amassa a lataria dos carros”, afirma.
Já Luís Fernandes, ajudante de serviços gerais do Bar e Lanchonete Quixadá, também na Amaral Gurgel, acha a intervenção desnecessária. “Há 40 anos isso está assim. Nunca aconteceu nenhum acidente aqui embaixo porque cai água lá de cima”, diz.
Não é raro o Elevado Costa e Silva ter as pistas interditadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) quando chove forte na capital, por acumular pontos de alagamentos intransitáveis.
Segundo a Prefeitura, a instalação das canaletas faz parte das obras de manutenção do elevado e visa conservar a estrutura e a melhorar a captação das águas das chuvas que se acumulam na pista. A intervenção compreende recuperação estrutural dos pilares; retirada de manchas; lavagem dos pilares por hidrojateamento; e pintura. A área que será lavada e pintada totaliza 15.442 m2.
Nos 92 pilares estão localizados os ramais de drenagem do Elevado que serão limpos e desobstruídos. As obras incluem a colocação de tubulação de quatro polegadas de aço galvanizado para conduzir as águas pluviais das pistas do Elevado para caixas coletoras, subterrâneas. Essas caixas são responsáveis pela distribuição da água para as galerias, e serão desentupidas.
Apoio
O engenheiro Júlio Cerqueira César Neto, do Instituto de Engenharia (IE), aprova a medida. Ele diz que se o atual sistema de drenagem não consegue dar vazão à água das chuvas, é normal o poder público decidir por outro, ainda que a Prefeitura tenha planos de demolir o Minhocão. “Se um dia optarem por demolir, o valor não é tão relevante porque esse tipo de intervenção, de manutenção, não é tão cara assim.”

Professor obeso vai à Justiça e garante emprego

05/02/2011
Cristiane Gercina
do Agora
Um professor de 150 kg, 1,87 m e 36 anos, reprovado em concurso estadual de 2007 por obesidade mórbida, conseguiu uma liminar (decisão provisória) na Justiça e, desde junho de 2009, atua na rede em uma escola da Grande São Paulo. Nesta semana, a reportagem recebeu reclamações de professores que dizem ter sido reprovados em seleção do Estado por serem considerados obesos.
A perícia médica se baseou no cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea) --utilizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde)-- para definir a sua obesidade mórbida.
O professor, que atua na área de humanas, não quis se identificar porque trabalha na rede e diz que tem medo de sofrer retaliações. 

Muro de escola desaba e interdita rua no ABC

05/02/2011
Caio do Valle
do Agora
Mais de duas semanas após desabar e a menos de uma semana do retorno das aulas, o muro dos fundos da Escola Estadual Ovídio Pires de Campos, em Santo André (ABC), ainda interditava, ontem, parte da rua onde caiu, no bairro Cidade São Jorge.
Cerca de 15 metros da estrutura de concreto cederam sobre a rua Brasópolis na noite de 19 de janeiro, durante um temporal. Os escombros permanecem na rua desde o dia do incidente.
Um poste de luz e uma perua Kombi, que estava parada ao lado do muro, foram atingidos. Ninguém se feriu, mas o poste segue inclinado e cercado de detritos. Os próprios moradores tiveram que empurrar, com o auxílio de pás, os restos do muro do meio da rua, já que a prefeitura não apareceu para limpar o local.

Início do Rodoanel Leste vai atrasar

Consórcio deixou de fazer depósito previsto e contrato não pôde ser assinado no prazo


Renato Machado e Renée Pereira - O Estado de S.Paulo
O início das obras do Trecho Leste do Rodoanel Mário Covas vai atrasar. O contrato com o vencedor da licitação para a concessão dos Trechos Leste e Sul deveria ser assinado até a próxima segunda-feira, dia 7 de fevereiro, mas o consórcio SPMar, formado por duas empresas do Grupo Bertin (Contern e Cibe), não fez o depósito da caução, de R$ 360 milhões, previsto para ontem. O prazo foi prorrogado para até 3 de março.

O leilão estabeleceu que o vencedor será responsável por administrar e explorar o pedágio do Trecho Sul. Em contrapartida, terá de construir a parte leste. O resultado foi anunciado em novembro e resultou em deságio de 63,3% no valor do pedágio, que ficou em R$ 2,19 no sul. A proposta foi considerada ousada e levantou dúvidas sobre a capacidade do consórcio em honrar os compromissos, especialmente após o grupo ter mostrado dificuldade em apresentar garantias em concessões no setor elétrico.
Mesmo assim, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) chegou a prever para este mês o início das obras. "A empresa tem 30 dias para assinar o contrato", disse o governador em 26 de janeiro. "Esperamos que em fevereiro sejam iniciadas as obras", afirmou.
O SPMar solicitou 30 dias a mais para realizar o depósito e, consequentemente, assinar o contrato. A prorrogação está prevista na concessão e foi aceita ontem pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp). A legislação, no entanto, prevê a exigência de um "motivo justificado".
A reportagem do Estado questionou qual seria essa razão, mas a Artesp não informou. Disse apenas que o consórcio terá agora até o dia 3 de março para fazer o depósito. A previsão do governo do Estado é que o contrato comece a vigorar após o carnaval. "Temos plena certeza de que o grupo vencedor cumprirá as obrigações assumidas", informou a Secretaria dos Transportes por meio de nota.
O Grupo Bertin afirmou que a decisão de adiar o depósito e assinatura do contrato está dentro de legislação e faz parte de estratégia da companhia. "Se fosse obrigada a fazer o pagamento ontem, faria", destacou a empresa. Apesar da prorrogação, a companhia garante que o cronograma das obras não será prejudicado.
Problemas. Nos bastidores, a prorrogação do prazo para o depósito é vista como efeito direto do lance ousado dado pelo consórcio SPMar para arrematar o Rodoanel. Fontes próximas do grupo afirmam que a conta não está fechando. A estratégia tem sido buscar pequenas empreiteiras para terceirizar trechos da obra. O Grupo Bertin nega qualquer problema e diz que não há nenhum impedimento para assinar o contrato.
As suspeitas que recaem sobre o grupo foram sendo formadas aos poucos, depois de algumas "trapalhadas" feitas no setor elétrico. Em 2009, a empresa teve dificuldades de apresentar garantias financeiras para usinas arrematadas em leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas conseguiu superar o problema.
O grupo voltou ao noticiário nesta semana por não cumprir o cronograma de seis usinas térmicas, que deveriam estar concluídas em janeiro. A empresa terá de depositar quase R$ 200 milhões para honrar os contratos feitos no setor, além de pagar multa de R$ 1,2 milhão pelo atraso. Há suspeitas também que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não teria aceitado as garantias da empresa no projeto da Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
A construtora Contern, do grupo, também tentou se aventurar no maior projeto de infraestrutura do País: o Trem de Alta Velocidade (TAV). A empresa se associou a um consórcio coreano, mas desistiu da disputa dias antes da entrega das propostas previstas para novembro do ano passado - que foi adiada para abril deste ano. Segundo fontes do mercado, a empresa atendeu ao pedido direto do governo federal, que já conhece todas as suas dificuldades no setor elétrico.


PONTOS-CHAVE

Anel viário
O Rodoanel completo terá 176 quilômetros. A via vai permitir que se ligue a todas as rodovias que chegam à capital paulista e assim evita que veículos apenas de passagem, principalmente caminhões, entrem na cidade, atrapalhando o trânsito.

Ligação
89 km
estão em operação - Trechos Oeste e Sul -, ligando a Anchieta, Imigrantes, Régis, Raposo, Castelo, Anhanguera e Bandeirantes

Modelo
Os Trechos Sul e Oeste foram construídos com dinheiro do Estado. A última gestão determinou que o vencedor da concessão do Sul faria o Leste. Já o Norte voltará a ser feito com verbas públicas.                 

‘Temos mais obras do que orçamento’, diz Saulo de Castro Abreu Filho secrétario dos Transportes

Jornal da Tarde - 05/02/2011

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) negou nesta sexta-feira, 04, que tenha “congelado” o prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego, a duplicação da Rodovia dos Tamoios e a construção da ponte Santos-Guarujá, como revelou reportagem publicada na edição de quinta-feira, 03, no Jornal da Tarde.
Mas, horas depois, o secretário dos Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho, disse que os prazos de conclusão dessas obras só serão definidos em seis meses. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O governador Geraldo Alckmin disse que as obras não estão paradas, apesar de as informações terem vindo da secretaria. Já há prazos?Primeiro vou passar um conceito geral. Temos mais obras aqui do que eu tenho no orçamento. Isso é fato. É um volume de obras que o orçamento não contempla. Algumas vão ter de ser readequadas e temos de priorizar. A Jacu-Pêssego é uma prioridade, e as marginais vão sair rápido. O fato é que o recurso não estava alocado no orçamento, mas já conseguimos remanejar. O que não vai sair ainda é o prolongamento até a Avenida dos Estados, porque nem o projeto está pronto. A obra é enorme e vai ter de licitar.
E a ponte Santos-Guarujá? Há algum projeto?Há um projeto bem básico sobre a ponte, fruto de um desejo político. Agora é preciso estudar, há impacto ambiental, tem de ver o traçado. E essa obra não está prevista no orçamento. É uma obra prometida, mas não comprometida. Um desejo que hoje, em termos orçamentários, não é realizável. E como fazer? Ou você suplementa o orçamento ou faz remanejamento.
Mas obra foi prometida na gestão anterior…Talvez na questão de prazo tenha tido algum tipo de precipitação. Ou pelo menos não se refletiu no orçamento o desejo manifestado publicamente. Pode até estar no orçamento deste ano, mas preciso saber primeiro quanto custa. O projeto apresentado é bem incipiente.
E o que acontecerá com a Rodovia dos Tamoios, que seria duplicada?O traçado está sendo definido. Temos cinco opções e uma será definida em breve. A obra é grande e vamos escolher a modalidade de contratação, provavelmente uma PPP (Parceria Pública Privada), e se terá pedágio. Mas vai sair e está andando.
Há prazos para essas obras serem iniciadas pelo governo do Estado?Não tem nada congelado e estamos tentando viabilizar todas as obras. Eu acho que neste semestre a gente define tudo.
PAULO SALDAÑA e RODRIGO BURGARELLI

Mulher que se sente homem terá direito a retirada de útero e de mama pelo SUS


o Serviço para transexuais será oferecido em São Paulo pela Secretaria de Estado da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá oferecer, a partir do final deste mês cirurgias para remoção de útero aos homens transexuais (mulheres que se sentem homem) atendidos no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, na capital paulista.
Os pacientes triados no CRT serão encaminhados para o hospital estadual Pérola Byington para avaliação e realização de histerectomia (retirada do útero).
No Pérola haverá capacidade para realizar até 100 cirurgias de retirada de útero. Os transexuais terão atendimento personalizado, com quartos individuais e equipe treinada para lidar com as demandas específicas desta população. 
Já há, no ambulatório do CRT, cinco transexuais a serem encaminhados ao Pérola para avaliação de histerectomia.
A Secretaria também deverá encaminhar os homens transexuais para cirurgia de retirada de mama. O hospital de referência, na capital, será definido nos próximos meses.
"Trata-se, sem dúvida, de uma grande vitória contra a discriminação e a legitimação dos direitos desta população", diz Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP.
Em setembro de 2010, o Conselho Federal de Medicina aprovou nova resolução sobre a assistência a transexuais no Brasil. A partir daquela data, o CFM passou a considerar que os procedimentos de retiradas de mamas, ovários e útero no caso de homens transexuais (aqueles que se identificam com o gênero masculino, embora tenham nascido com sexo biológico feminino) deixam de ser experimentais e podem ser feitas em qualquer hospital publico e/ou privado que sigam as recomendações do Conselho. O tratamento de neofaloplastia (construção do pênis) ainda não foi liberado e permanece em caráter experimental.
Secretaria de Estado da Saúde
Assessoria de Imprensa
(11) 3066-8708 / 8709 / 8253 / 8834 / 8337

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Alckmin prepara terceirização (privatização) de áreas do governo de SP

Todos nós sabemos que a terceirização de serviços, principalmente em São Paulo, é um braço forte da 'corrpção'. Muitas empresas pertencem a funcionários do alto escalão governamental, como assessores ou seus parentes e 'laranjas' próximos ao DESGOVERNADOR do estado.

Esse nosso DESGOVERNADOR é muito descarado.

(contribuição de leitora do Transparência São Paulo)

Painel: Alckmin prepara terceirização de áreas do governo de SP

07/02/2011 - 07h15 | da Folha.com

DE SÃO PAULO
O governo Geraldo Alckmin prepara a terceirização de várias áreas da administração do Estado, com o argumento de que precisa aumentar a eficiência e reduzir custos, informa o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

As secretarias de Esportes, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social estudam parcerias com OSs (Organizações Sociais) para gestão de conjuntos esportivos, parques e creches.

Embora a constitucionalidade do modelo em alguns setores da administração pública esteja sob exame no STF, o pacote deve contemplar até o gerenciamento de uma pousada com capacidade para 60 pessoas, em fase final de construção na Ilha do Cardoso, no litoral sul de São Paulo.

Leia a coluna completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

TV Cultura demite 150 funcionários

Grandes veículos de informação tentam abafar crise e desmonte da emissora, chamando ato de reestruturação.
Ao final do processo, a emissora perderá sua capacidade de produção e passará apenas a comprar programas produzidos por outras emissoras. É o desmonte da TV Cultura; é a privatização "branca" da emissora.

Reportagem do blog do Estadão:
Com informações de Jotabê Medeiros

A TV Cultura desligou nesta semana cerca de 150 funcionários, de acordo com comunicado divulgado pela emissora nesta segunda-feira, 7. Segundo o texto, “a redução de quadro se deve a um projeto de reestruturação da emissora, adequando a grade de programação à capacidade instalada, redução de custos e investimentos em novos programas”.
Leia a baixo a nota da TV Cultura
C O M U N I C A D O
A TV Cultura comunica o desligamento nesta semana de cerca de 150 funcionários. A redução de quadro se deve a um projeto de reestruturação da emissora, adequando a grade de programação à capacidade instalada, redução de custos e investimentos em novos programas.
A decisão foi baseada nas propostas feitas pelos gestores de cada uma das áreas envolvidas.
A comunicação foi feita individualmente a cada funcionário. A Fundação Padre Anchieta pagará integralmente todos os direitos rescisórios, valorizando e respeitando a dedicação e trabalho realizado na empresa por esses colaboradores.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2011
A DIREÇÃO”

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Alckmin joga no lixo maquete da ponte Santos-Guarujá que Serra inaugurou

Antes da bolinha de papel, a maquete da ponte. Ele é um jenio

O Estadão é o mais despudorado do PiG (*), segundo notável trabalho de Maria Inês Nassif, que estudou “o papel sujo do PiG na eleição de 2002, sempre a serviço do Cerra e dos bancos”.

O Estadão partiu dessa para melhor – o Estadão não noticia fatos.

O Estadão editorializa fatos.

O Estadão não trabalha com fatos.

A matéria prima do Estadão é celulose e opinião – o Golpe.

No mesmo trabalho, Nassif mostra que a Folha (**) é especialista em “sensacionalização da declaração” – desde que em beneficio do Cerra ou dos bancos.

Hoje, diz o Estadão, escondido num obscuro caderno “Metrópole”: “Alckmin congela R$ 3,6 bi em obras (do Cerra – PHA), incluindo a duplicação da Tamoios”.

Quer dizer, enquanto a JK de saias, a presidenta pisa no acelerador e vai gastar R$ 40 bi só no PAC – II, os tucanos de São Paulo andam pra trás.

Se somar o PAC I ao PAC II, a presidenta vai ter uma obra para inaugurar toda terça-feira.

A duplicação da rodovia dos Tamoios o próprio Alckmin prometeu na campanha eleitoral.

O mais interessante, porém, amigo navegante, é o destino que Alckmin deu à ponte Santos-Guarujá: a lata do lixo.

O projeto foi anunciado há 47 anos, confessa o Estadão.

Apesar disso, em março do ano passado, o Padim Pade Cerra produziu um marco na história do marketing eleitoral (em que ele e o Gonzalez são especialistas): inaugurou uma maquete.

A maquete da ponte.

Alckmin dá a Cerra o que recebeu de Cerra.

A “reavaliação de contratos e prioridades”.

Ou seja, o Alckmin vai tirar o Paulo Preto das costas dele.

Toma que o Paulo Preto é teu (e do Aloysio 300 mil).

Quando tomou posse, o Governador Cerra (que não fez uma obra de cimento e tijolo em todo o Governo) anunciou que ia rever os contratos e as prioridades do antecessor, o Alckmin.

Quem com tucano fere, com tucano será ferido.

A presidenta poderia aproveitar o embalo e cancelar a obra daquele cano que o Cerra ia construir de Sergipe ao Ceará.

Amigo navegante, não fosse o PiG (*), esse tucanos de São Paulo não passavam de Resende.


Paulo Henrique Amorim

Alckmin congela R$ 3,6 bi em obras viárias

O governo do Estado começa a gestão colocando obras importantes na “geladeira”. Depois do adiamento nos planos do Metrô, agora estão congeladas a conclusão da Avenida Jacu-Pêssego e até obras prometidas pelo atual governador, Geraldo Alckmin (PSDB), em campanha, como a duplicação da Rodovia dos Tamoios, e pelo presidenciável tucano José Serra, como a ponte entre Santos e Guarujá, no litoral paulista. E o pior: não há mais prazo para entrega.
As justificativas são a revisão de contratos e a reavaliação de prioridades. São promessas de R$ 3,6 bilhões, em custos estimados, repetidas há décadas e essenciais para a vida de milhões de paulistas.
Uma delas é o prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego, entregue ainda incompleta em outubro do ano passado após investimentos de R$ 1,9 bilhão, o dobro do estimado inicialmente.
Na época, a adequação da iluminação – que ainda é feita por geradores – foi prometida para o mês seguinte e a construção de alças de acesso à pista e das vias marginais no nível dos bairros seria concluída em março deste ano. As obras, no entanto, não andaram mais, e o atual governo assume que não há mais prazo para as intervenções saírem.
A interligação da Jacu-Pêssego com a Avenida dos Estados, prometida pelo ex-governador Alberto Goldman (PSDB) para março ao custo de mais R$ 200 milhões, também tem data de entrega indefinida.
Segundo a Dersa, responsável pela obra, “os contratos firmados estão sendo revistos”, com o objetivo de “verificar aspectos de natureza técnica, em benefício da população”. Só depois dessa revisão é que serão retomadas, com um prazo mínimo de quatro meses.
Outra obra que está sem prazo é a ponte que ligaria Santos ao Guarujá. O projeto foi anunciado pela primeira vez há 47 anos – e, desde então, foi abandonado e retomado diversas vezes. A última foi em março de 2010, quando o ex-governador José Serra (PSDB) apresentou uma maquete da ponte e anunciou que abriria licitação em um mês.
As intervenções durariam 30 meses após assinado o contrato, ao custo de R$ 700 milhões. Alckmin reafirmou na campanha eleitoral o compromisso de fazer a obra, mas, com a revisão das prioridades, não há mais previsão para contrato e licitação.
O caso é parecido com a duplicação da Rodovia dos Tamoios, prometida desde os anos 1990. O início das obras chegou a ser anunciado para o segundo semestre de 2009, com custo estimado em R$ 2,7 bilhões, o que não aconteceu. Alckmin afirmou durante campanha que seria a primeira de seu governo, com início programado para o mês passado. O licenciamento ambiental está preparado, mas ainda não há prazo para licitação. A obra, assim como a da ponte, permanece em “fase de estudos técnicos”, segundo a Secretaria de Transportes.
PAULO SALDAÑA e RODRIGO BURGARELLI

http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/alckmin-congela-r-36-bi-em-obras-viarias/

Sem obras, Av. Jacu-Pêssego alaga; assaltantes aproveitam falta de iluminação

Intervenções incompletas deixam bairros isolados e aumentam a intensidade de enchentes; assaltantes aproveitam falta de iluminação

 

Paulo Saldaña e Rodrigo Burgarelli - O Estado de S.Paulo
A entrega parcial da Avenida Jacu-Pêssego, na zona leste, não só frustrou usuários como afetou diretamente a população da região. Homens armados têm aproveitado a falta de iluminação e de rotas de saída do novo trecho para fazer arrastões. Nos bairros, intervenções deixadas pela metade praticamente isolaram moradores e ainda têm provocado enchentes.
O pintor Vanderlei Figueiredo, de 39 anos, é um dos moradores do Jardim São Francisco, bairro cortado pela nova pista. "Não tinha enchente aqui, nunca teve alagamento tão forte quanto agora neste verão. E não afetou só aqui, mas também o Jardim Santo André", diz ele, sobre o bairro vizinho.
No local onde deveriam existir as pistas marginais foi feita a terraplenagem que, abandonada, tem contribuído para assorear o Córrego Caguaçu. Até o campo de futebol do bairro, à beira da pista, foi parcialmente destruído pelos alagamentos.
Segundo o líder comunitário Ademir Auro Mota, o bairro ficou isolado. "Não deixaram acessos para nós. Tivemos de fazer nós mesmos um", diz ele, que também se queixa dos frequentes casos de assaltos na via.
Além das obras previstas no projeto, a Dersa também é responsável pela recuperação das ruas vizinhas à pista. Com o trânsito diário de 300 caminhões durante as construção, calçadas e asfalto ficaram destruídos. Há viaduto construído sobre a via que ainda não tem calçadas nem barreiras de proteção para os pedestres. Assim como na inauguração, as passarelas de pedestres ainda são temporárias.
Questionada pela reportagem, a companhia não se manifestou sobre a recuperação das ruas dos bairros e afirmou estar concentrada na instalação de iluminação e na construção de passarelas permanentes.
Promessa. No caso do contador Wagner Rodrigo Cruz de Souza, de 28 anos, a reclamação não é por uma obra pela metade, mas de uma prometida há 47 anos. Ele mora do Guarujá e trabalha em Santos. Enfrenta todos os dias o serviço de balsas entre as cidades. "Em dezembro, por causa de um problema no atracadouro, fiquei mais de 2 horas na fila", diz ele, que ontem, com funcionamento normal, fez o trajeto em 40 minutos. Souza ainda critica a localização das balsas - no mesmo canal de acesso ao Porto de Santos. "Não dá para ter travessia de balsas na frente do maior porto do País." Cerca de 24 mil veículos passam todo dia pela balsa. Nas férias, o contingente praticamente dobra.
Antes da ponte, o governo já estudou fazer um túnel ligando as duas cidades. O especialista em trânsito e ex-presidente da Dersa Luiz Célio Bottura critica os tantos anos de promessa da ponte. "Isso de prometer obras sem um prazo definido é uma anormalidade cultural."
Bottura tem a mesma opinião sobre a duplicação da Rodovia dos Tamoios. "São mais de 30 anos de promessas e até hoje, nada. E o Porto de São Sebastião precisa daquela estrada." 
 
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110204/not_imp675058,0.php

Privatizações

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Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
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