Editorial TSP Educação Eleições Contas Públicas Imprensa Política Precatórios Privatizações Saneamento Saúde Segurança Pública Servidores Transporte
Agora São Paulo Assembléia Permanente Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Vi o Mundo
Canal no You Tube
Agora São Paulo Assembléia Permanente BBC Brasil Brasília Confidencial Carta Capital Cloaca News Conversa Afiada Cutucando de Leve FBI - Festival de Besteiras na Imprensa Jornal Flit Paralisante NaMaria News Rede Brasil Atual Reuters Brasil Vi o Mundo

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Governos tucanos: São Paulo, cada vez pior



Por meio de uma seleção de reportagens publicadas no site ASSEMBLÉIA PERMANENTE, nos últimos anos, é possível comprovar a má gestão dos governos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra.

Leia abaixo sobre: 
. corrupção, falta de transparência, pedágios, gastos com publicidade

. descaso no combate à poluição e prevenção de enchentes, com as políticas sociais e os direitos humanos, funcionalismo

. má gestão nos transportes, educação, finanças, habitação, segurança pública e administração penitenciária, saúde e empresas estatais

. privatizações

PEDÁGIOS
GASTOS COM PUBLICIDADE

Governo Serra: aumento de 490% com publicidade e corte de R$ 9 bi nas áreas sociais

Orçamento 2008- Serra quer fazer obras de vitrine eleitoral

Governo tucano gasta muito com propaganda e TCE pede transparência dos dados


Gastos de Serra com propaganda cresceram 620% em três anos

Marketing de estatais paulistas consome quase R$ 200 milhões em início de ano eleitoral


Em ano eleitoral, Serra faz mais propaganda para exaltar obras

Serra gasta R$ 8,2 milhões com boletins de propaganda distribuídos em 52 cidades


STJ vai investigar anúncios da Sabesp fora de São Paulo

Serra usou cadastro da saúde para fazer propaganda eleitoral


DESCASO

...no Combate à Poluição e Prevenção de Enchentes


Estado libera desmatamento de mata atlântica para condomínios de luxo

Tucanos permitem destruição de mananciais

Governo estadual deve prestar esclarecimentos sobre crime ambiental no Litoral Norte


A má administração do rebaixamento do rio Tietê resume o modo tucano de governar

Apesar das previsões de mudança climática, Serra reduziu combate às enchentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2512

Alerta não impede que Serra congele verbas para limpeza de córregos e Defesa Civil
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2196

Governo Serra se omite de socorrer cidades em situação de emergência
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2174

Um terço das praias paulistas está poluído
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2156

População com a casa debaixo d'água e Serra preocupado com o Carnaval
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2150

Metade do esgoto do litoral segue para o mar
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2141

Governador Serra retira R$ 73 milhões do combate às enchentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2131
Estado tem 2.904 áreas contaminadas e governo tucano não usa recursos do Feprac
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2388

Tucanos desprezam sua própria proposta de lei para meio ambiente
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2345

São Paulo não avança em ranking de saneamento
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2393
Combate às enchentes em São Paulo precisa de mais 91 reservatórios; 10 só no ABC
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2353

Enchentes: SP já tem 61 mortos e obras na Marginal ampliam mais as cheias
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2183

Plano tucano antienchente está defasado desde concepção
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2122

Governo Serra corta verba para a Calha do Tietê
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2115

Sindicato acusa Serra de privatizar Sabesp “aos pedaços”
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2105

Serra quer cortar mais de R$ 50 milhões do programa de combate a enchentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1967

Decreto de Alckmin afronta gestão democrática dos serviços de saneamento
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=371


...com as Políticas Sociais e o Direitos Humanos 
Dossiê aponta violência e racismo institucional no Estado de São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2521 
Secretaria da Pessoa com Deficiência perde 33% do Orçamento
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2237

São Paulo lidera ranking de denúncias sobre violência contra a mulher
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2078

Estado de São Paulo pratica pena de morte ilegal, diz estudo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2058

Governo Serra não prioriza o social
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1906

Sem defensoria, presos ficam esquecidos na cadeia
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1852

Mulheres cobram de governador adesão ao Pacto Nacional Pelo Enfrentamento à Violência contra elas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1086 
Relatório aponta casos de violência na Fundação Casa
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2182

Tucanos não cumprem metas para crianças e adolescentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1734
Relatório aponta casos de violência na Fundação Casa
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2182

Tucanos não cumprem metas para crianças e adolescentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1734
Programas de renda encolhem no Estado de São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2401

Alckmin corta investimentos sociais e privilegiará obras em 2006
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=191
Após saúde, governo do Estado quer terceirizar cultura e esporte em SP
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1902

... com o Funcionalismo 
Estado mínimo: tucanos desvalorizam servidores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2357

Governo do Estado cortou R$ 1,5 bilhão do orçamento do TJ
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2522

Serra e Kassab aplicam “lei da mordaça” para punir servidores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1882

Governo tem superávit, mas arrocha salário de servidores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1377

Governo Serra prejudica saúde dos servidores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1111

Projeto de Serra pune servidor doente
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1105

São Paulo tem margem R$ 4 bilhões da LRF mas Serra arrocha servidores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=814  

MÁ GESTÃO

...nos Transportes
Relatório do PT sobre o desabamento do Metrô mostra irregularidades e aponta para abertura de CPI
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=511
Estado só investiu 15% do orçado na Linha da CPTM que atende a Zona Leste
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1521  
Governo do Estado não cumpre metas de transporte
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2516

Governo paulista deixou de investir R$ 1,3 bilhão no Metrô
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2363

Sem planejamento, Linha Vermelha do Metrô chega a limite da superlotação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2352

Serra omitiu problemas de superfaturamento com o Rodoanel
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2331

Rodoanel e Nova Marginal Tietê: falhas põem cidadãos em risco
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2326

Omissão do Metrô provocou cratera que vitimou sete pessoas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2309

Plano de expansão de Serra vai atrasar
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2285
Serra inaugura até maquete de ponte e abandona estrada
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2249

Rodovias sob gestão direta do Estado estão abandonadas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2190

...na Educação 
Serra prevê investimento zero em educação com recursos do Estado
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2018

Descumprimento de metas nas gestões Serra/Alckmin agrava crise do ensino médio em SP
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2515

Governo Serra desviou R$ 660 milhões do ensino básico
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2403

São Paulo cai 4 posições em ranking salarial de docentes
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2321

Em São Paulo, alunos terminam o ensino médio com conhecimento de 8ª série
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2301

Serra deixa de investir R$ 46 milhões na formação de professores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2186

Livros com erros graves são distribuídos para alunos da rede estadual
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1596

Governo paulista é mestre em exclusão
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1547 
Governo Serra instalou o caos na Educação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1545

São Paulo descumpre metas e corta verbas em Educação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1510

Rebelião em escola estadual revela falta de compromisso do PSDB com a Educação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1456

Decretos e relação de Serra com universidades remetem aos tempos da ditadura militar
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=604

LDO 2006: Alckmin veta as emendas da Educação Pública
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=91

Alckmin veta R$ 470 milhões a mais para a educação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=80  

...nas Finanças
Serra deixou de cumprir mais de 40% das ações previstas em São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2490

Serra cortou investimentos em plena crise econômica
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2269

Orçamento de Serra mantém defasagem salarial do funcionalismo e dobra gastos com publicidade
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1501

Orçamento de Serra prevê pequeno crescimento e menos recursos para o social
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1982 
Orçamento de SP é "peça ficcional", afirma economista
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2056

Tucanos aumentam a carga tributária bruta paulista
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2520

Governador não repassa R$ 370 milhões aos municípios e R$ 108 milhões às universidades
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1780

Serra retira 2 bilhões da Educação, Segurança e Justiça em 2009
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1505

Governo Serra não paga precatórios mesmo com dinheiro em caixa
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1415

LDO: Serra “esconde” verbas para não precisar prestar
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1287

TCE aponta que governos tucanos não cumprem metas do PPA 2004-2007
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1332 
Serra não cumpre metas em áreas essenciais para São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1697
Serra eleva tributação e contingencia recursos
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1768

Estado começa 2010 devendo mais de R$ 600 milhões às cidades turísticas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2185

Alckmin menospreza potencial de São Paulo para garantir manobra no Orçamento
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=313

Alckmin não cumpre metas de seu governo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=312

Governo Alckmin subestimou orçamento 2005 em R$ 5,6 bilhões
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=254

A irresponsabilidade de Geraldo Alckmin: governo deixa de aplicar R$ 1,8 bilhões em Segurança Pública
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=195

Orçamento 2006: Governo Alckmin prevê queda de R$ 50,6 milhões nos investimentos para as universidades paulistas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=166
...na Habitação

Mapeamento revela que Estado tem 18 mil casas que podem desabar ou inundar
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2210

Governo Serra despreza programa federal de moradia popular
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2164

Déficit habitacional do Estado é de mais de 1,2 milhão de moradias
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2073

CDHU mantém 382 apartamentos fechados há 1 ano
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1924

Favelas paulistas têm cada vez mais moradores
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1687

Secretaria de Habitação do Estado reconhece erros no Programa de Atuação em Cortiços
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1181

Funcionários da CDHU denunciam manobras do governo Serra
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=732

Política habitacional do PSDB no Estado reforça a exclusão social
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=153

A inadequada política habitacional do governo estadual
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=125
...na Segurança Pública e Administração Penitenciária 
Em SP, preso controla tráfico de dentro da cela
Cadeias paulistas são barris de pólvora
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1989

CDPs na Marginal Pinheiros abrigam mais de 5 mil presos para 2 mil vagas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1786

Governo quer construir mais 49 presídios no interior paulista
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1670

Tucanos não cumprem metas para a Segurança Pública
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2529

Insegurança até nas delegacias: 10% dos DPs têm vigias terceirizados
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2442
PMs atuam em grupos de extermínio em SP
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2430 
SP: cresce número de pessoas mortas em confrontos com a PMhttp://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2387

Herança de Serra: homicídios aumentaram 23% na capital e 7% no Estado
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2380

Falta de política pública diante da onda de criminalidade
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2361

Homicídios crescem 12% em São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2336  
Denúncias de corrupção na polícia de SP crescem 72%
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2251

Roubos e sequestros batem recorde em SP; Governo propõe trocar o nome da PM
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2194

São Paulo tem número recorde de civis mortos; maioria das vítimas é pobre e negra
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2118

SP foi o único Estado que não quis treinar policiais
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2110

Violência aumenta e roubos batem recorde em SP
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2020

Serra não tem plano de ação para Segurança Pública no Estado
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1599

Sem diálogo: insensatez de Serra leva policiais ao confronto
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1418

Polícia paulista mata 55% mais em 2008
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1197

Unidades prisionais da Grande São Paulo estão todas superlotadas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=856


...na Saúde 

Antigas instituições e ambulatórios médicos são apresentados como novos por tucanos
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2533

Inaugurada há um ano em SP, fábrica de genéricos não funciona
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2507

Epidemia de dengue em São Paulo é a pior da história
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2501

CAPS do Estado estão em situação de abandono
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2484

Confirmado: fábrica de vacinas do Butantã não funciona
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2458

Pesquisa aponta falhas na saúde mental paulista
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2434

Governo paulista admite irregularidades na aplicação e gestão dos recursos do SUS
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2421

Quarteirização da saúde em São Paulo prejudica atendimento à população
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2376

Em um de seus últimos decretos, Serra retira R$ 3,8 milhões do Programa Saúde da Família
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2339

Hospitais estaduais pagam cinco vezes mais por um mesmo produto
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2225

Auditoria revela que governo paulista desvia recursos da Saúde para o mercado financeiro
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2223

OSs ganham extra de R$ 178 milhões na Saúde
 http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=2106

Serra comete um crime contra a saúde em nosso Estado
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1895

Falta de medicamentos é consequência do não cumprimento de metas do governo Serra
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1809

Privatizações de Serra comprometem Saúde em São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1088

Alckmin contingencia recursos da saúde
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=255

Deputados petistas denunciam governo Alckmin por descumprir a legislação
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=241


... nas Empresas Estatais 
Sabesp atua em outros Estados mesmo sem prestar serviço adequado em São Paulo
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1949

Colapso elétrico: PDSB faz de conta que não é com ele
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1139

CPI da CDHU: PT acusa governo Serra de manter centenas de moradias desocupadas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1878
Sabesp negligencia prestação de serviços apesar do lucro crescente
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1328

PRIVATIZAÇÕES
Governo Serra insiste em privatizar CESP
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=1075

A privatização da Cesp e o desmonte tucano do sistema elétrico estadual
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=129

Serra quer vender 18 empresas estatais
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=863

Serra quer vender últimas estatais paulistas
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=816



terça-feira, 8 de junho de 2010

Funcionário morre soterrado em obra da Sabesp

Vítima era contratado de uma empresa terceirizada que realizava o trabalho
 Do R7, com Agência Record

Um homem morreu na tarde desta segunda-feira (7) depois de ficar soterrado em uma obra da Sabesp, empresa de saneamento básico, em Rio Grande da Serra, na Grande São Paulo. A vítima era contratada de uma empresa terceirizada e fazia a instalação de uma tubulação na obra, que fica em frente à estação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer o funcionário, mas ele já estava morto quando foi encontrado. O homem estava instalando uma tubulação de esgoto dentro de uma vala quando a terra cedeu e os canos caíram sobre ele.
Em nota, a Sabesp "lamentou o ocorrido" e disse que foi instaurado um processo junto com a empresa terceirizada para apurar a responsabilidade do incidente.

João Martins de Souza, coordenador da Defesa Civil municipal informa que o solo da região é encharcado.

- O operário estava no local instalando uma nova tubulação quando o barranco cedeu e caiu sobre ele. Antigamente, a região era uma represa e por isso o local tem o solo encharcado.

domingo, 6 de junho de 2010

Tucanos aumentam a carga tributária bruta paulista.

Serra e Alckmin fizeram, na semana passada, campanha na Associação Comercial de São Paulo, em frente ao impostômetro, aparelho que supostamente mede a quantidade de impostos que os brasileiros pagam por minuto no país.

A redução da carga tributária no país é tema recorrente em todas as eleições, e os tucanos adoram posar como defensores de um país com menos impostos. Quando governam, o que se vê é o inverso. Já foi assim durante o governo FHC.

No estado de SP, onde os tucanos governam há 16 anos, a história não é diferente.

Se analisarmos o valor total dos impostos pagos ao governo paulista em relação ao valor do produto interno bruto/PIB do Estado, observamos que esta relação não parou de crescer de 1996 a 2009. Esta é a pouco famosa carga tributária bruta paulista.

A grande imprensa não se preocupa em fazer esta análise, mas o Transparência SP desvenda estes números.

Utilizamos os valores arrecadados com impostos e taxas pagas ao governo paulista nos últimos 16 anos (basicamente o ICMS e o IPVA) e comparamos com os valores do PIB paulista. Para o PIB paulista dos anos de 2008 e 2009, utilizamos as projeções parciais elaboradas pela Fundação SEADE, órgão responsável pela elaboração de dados estatísticos do próprio governo paulista.

O resultado é bem interessante: em 1996, um ano após assumirem o governo estadual, a carga tributária paulista representava 7,65% do PIB estadual; em 2009, a carga tributária já atingiu a marca de 9,37% do PIB estadual.

Os dois maiores aumentos da carga tributária bruta paulista foram verificados no início do governo Alckmin (2001/2002) e no final do governo Serra (2008/2009).

A diferença entre o discurso e a prática continua enorme.

(do Transparência SP)

Contratos de concessão de rodovias paulistas firmados no governo Serra saem ainda mais caro para o bolso dos paulistas.

Os valores dos pedágios nas estradas estaduais de São Paulo --que serão reajustados dia 1º de julho-- vão subir mais nos postos de cobrança novos, de rodovias recém-concedidas pelo governo estadual, do que nos antigos, mostra reportagem de Alencar Izidoro e Rogério Pagnan publicada na edição desta quinta-feira da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Isso ocorre por causa de mudanças no índice de reajuste. O aumento será de 4,18% em rodovias como Imigrantes/Anchieta e Bandeirantes/Anhanguera --O índice se refere ao IGP-M acumulado nos últimos 12 meses, calculado pela Fundação Getúlio Vargas e base para corrigir os contratos firmados pelo governo Mário Covas (PSDB) na segunda metade dos anos 90.

Já em estradas concedidas nos últimos anos pelo governo José Serra (PSDB), como Ayrton Senna, Carvalho Pinto e trecho oeste do Rodoanel, o aumento deve ser maior porque ele é baseado no IPCA --em abril esse índice acumulava 5,26% (a correção final a ser aplicada sairá nos próximos dias). (da Folha Online).

Guerra entre tucanos produz dossiê contra Serra.

À primeira vista, não fazia lógica a história da divulgação do suposto dossiê contra a filha de José Serra, que estaria sendo armado pelo PT.

Primeiro, por ser inverossímil. Com a campanha de Dilma Rousseff em céu de brigadeiro, à troco de quê se apelaria para gestos desesperados e de alto risco, como a divulgação de dossiês contra adversários? Se a campanha estivesse em queda, talvez.

Além disso, os dados apresentados pela Veja, repercutidos pelo O Globo, eram inconsistentes. Centravam fogo em Luiz Lanzetta, que tem uma assessoria em Brasília que serve apenas para a contratação de funcionários para a campanha de Dilma – assim como Serra se vale da Inpress e da FSB para suas contratações.

Serra atacou Lanzetta, inicialmente, através de parajornalistas usualmente utilizados para a divulgação de dossiês e assassinatos de reputação. Só que há tempos caíram no descrédito e os ataques caíram no vazio. Serviram apenas como aviso.

Aí, se valeu da Veja que publicou uma curiosa matéria em que dava supostos detalhes de supostas conversas sobre supostos dossiês, mas nada falava sobre o suposto conteúdo do suposto dossiê.

Até aí, é Veja. Mas os fatos continuaram estranhos.

Há tempos a revista também caiu em descrédito tal que sequer suas capas são repercutidas pelos irmãos da velha mídia. Desta vez, no entanto, entrou O Globo, inclusive expondo a filha de Serra – como suposto alvo do suposto dossiê. Depois, o próprio Serra endossando as suposições, em um gesto que, no início, poucos entenderam. A troco de quê deixaria de lado o «Serra paz e amor» para endossar algo de baixa credibilidade, em uma demonstração de desespero que tiraria totalmente o foco da campanha?

Havia peças faltando nesse quebra-cabeças. Mas os bares de Brasília já conheciam os detalhes, que acabaram suprimidos nesse festival de matérias e editoriais indignados sobre o suposto dossiê.

A história é outra.

Quando começou a disputa dentro do PSDB, pela indicação do candidato às eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu adversário (no partido) Aécio Neves.

A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao Estado de Minas para que juntasse munição dissuasória contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.

Amaury é repórter experiente, farejador, que já passou pelos principais órgãos de imprensa do país. Passou pelo O Globo, pela IstoÉ, tem acesso ao mundo da polícia e é bem visto pelos colegas em Brasília.

Nesse ínterim, cessou a guerra interna no PSDB e Amaury saiu do Estado de Minas e ficou com um vasto material na mão. Passou a trabalhar, então, em um livro, que já tem 14 capítulos, segundo informações que passou a amigos em Brasília.

Quando a notícia começou a correr em Brasília, acendeu a luz amarela na campanha de Serra. Principalmente depois que correu também a informação de um encontro entre Lanzetta e Amaury. Lanzetta jura que foi apenas um encontro entre amigos, na noite de Brasília. Vá se saber. A campanha do PT sustenta que Lanzetta não tem nenhuma participação na campanha.

Seja como for, montou-se de imediato uma estratégia desesperada para esvaziar o material. Primeiro, com os ataques iniciais a Lanzetta, que poucos entenderam o motivo: era uma ameaça. Depois, com a matéria da Veja.

A revista foi atrás da história e tem, consigo, todo o conteúdo levantado por Amaury. Curiosamente, na matéria não foi mencionado nem o nome da filha de Serra, nem o do repórter Amaury Ribeiro Jr. nem o conteúdo do suposto dossiê.

O Globo repercutiu a história, dando o nome da filha de Serra, mas sem adiantar nada sobre o conteúdo das denúncias – medida jornalisticamente correta, se fosse utilizada contra todas as vítimas de dossiês; mas só agora lembraram-se disso.

Provavelmente Veja sairá neste final de semana com mais material seletivo do suposto dossiê. Mas sobre o conteúdo do livro, ninguém ousa adiantar. (do blog do Luis Nassif)

Dossiê com escândalo das privatizações envolvendo filha de Serra pode ter origem em Aécio Neves.

No modorrento feriado de Corpus Christi, os leitores dos jornais foram inundados com informações sobre uma trama que envolveria a fabricação de dossiês contra o candidato tucano à Presidência, José Serra, produzidos por gente ligada ao comitê da adversária Dilma Rousseff. O time de espiões teria sido montado pelo jornalista Luiz Lanzetta, dono da agência Lanza, responsável pela contratação de funcionários para a área de comunicação da campanha petista. O primeiro desses documentos seria um relatório sobre as ligações de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB, com Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. Uma história tão antiga quanto os dinossauros e já relatada inúmeras vezes na última década, inclusive por CartaCapital.

A notícia sobre o suposto dossiê, que ninguém sabe dizer se existe de fato, veio a público em uma reportagem confusa da revista Veja e ganhou lentamente as páginas dos jornais durante a semana até ser brindada com uma forte rea-ção do PSDB e de Serra. Na quarta-feira 2, o pré-candidato tucano acusou Dilma Rousseff de estar por trás da “baixaria” e cobrou explicações. A petista disse que a acusação era uma “falsidade” e o presidente do partido, José Eduardo Dutra, informou que a cúpula da legenda havia decidido interpelar Serra na Justiça por conta das declarações.

Os boatos sobre a fábrica de dossiês parecem ser fruto de uma disputa interna entre dois grupos petistas interessados em comandar a estrutura de comunicação da campanha de Dilma Rousseff, um ligado a Lanzetta, outro ao deputado estadual Rui Falcão. A origem dessa confusão era, porém, desconhecida do público, até agora. CartaCapital teve acesso a parte do tal “dossiê” que gerou toda essa especulação. Trata-se, na verdade, de um livro ainda não publicado com 14 capítulos intitulado Os Porões da Privataria, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.

O livro descreve com minúcias o que seria a participação de Serra e aliados tucanos nos bastidores das privatizações durante os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. É um arrazoado cujo conteúdo seria particularmente constrangedor para o pré-candidato e outros tantos tucanos poderosos dos anos FHC. Entre os investigados por Ribeiro Jr. estão também três parentes de Serra: a filha Verônica, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Está sendo produzido há cerca de dois anos e nada tem a ver com a suposta intenção petista de fabricar acusações contra o adversário.

É essa a origem das informações sobre a existência do tal “dossiê” contra a filha de Serra. E a razão de os tucanos terem lançado um ataque preventivo às informações que constam do livro. De fato, Ribeiro Jr. dedicou-se a apurar os negócios de Verônica. Repórter experiente com passagens em várias redações da imprensa brasileira, Ribeiro Jr. iniciou as apurações a pedido do seu último empregador, o Grupo Diá-rios Associados, que congrega, entre outros, os jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas. O livro narra, por exemplo, supostos benefícios obtidos por Marin Preciado em instituições financeiras públicas, entre elas o Banco do Brasil, na época em que outro ex-tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, trabalhava lá. Para quem não se lembra, Oliveira ficou famoso após a divulgação de sua famosa frase “no limite da irresponsabilidade” no conjunto dos grampos do BNDES.

Em uma entrevista que será usada como peça de divulgação do livro e à qual CartaCapital teve acesso, Ribeiro Jr. afirma que a investigação que desaguou no livro começou há dois anos. À época, explica, havia uma movimentação, atribuída ao deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), visceralmente ligado a Serra, para usar arapongas e investigar a vida do governador tucano Aécio Neves, de Minas Gerais. Justamente quando Aécio disputava a indicação como candidato à Presidência pelos tucanos. “O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo”, diz o jornalista. “Entrei em campo, pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro e sumiço de dinheiro público.”

A ligação feita entre o nome de Ribeiro Jr. e o anunciado esquema de espionagem do comitê de Dilma deveu-se a um encontro entre ele e Lanzetta, em Brasília, no qual se especulou sobre sua contratação para a equipe de comunicação da campanha petista. Vencedor de três prêmios Esso e quatro prêmios Vladimir Herzog, entre muitos outros, Ribeiro Jr., 47 anos, é conhecido por desencavar boas histórias. Herdeiro de uma pizzaria e uma fazenda em Campo Grande (MS) e ocupado com a finalização do livro, o jornalista recusou o convite.

Na entrevista de divulgação do livro, Ribeiro Jr. afirma que a obra estabelece a ligação de diversos tucanos com as privatizações e desnuda inúmeras ações com empresas offshore para fazer entrar no Brasil dinheiro oriundo de paraísos fiscais. “São operações complicadas e necessitam ser explicadas com cuidado para os brasileiros perceberem o quanto foram lesados e em quanto mais poderão ser.”

A aproximação entre Ribeiro Jr. e Lanzetta, contudo, teria sido suficiente para que grupos interessados em ganhar espaço na campanha petista desencadeassem uma onda de boatos sobre a formação de um time de contraespionagem para produzir dossiês contra os tucanos. Diante do precedente dos “aloprados” do PT, a mídia embarcou com entusiasmo na versão depois assumida com tanto vigor pelos próceres tucanos. É mais um não fato da campanha.

O mesmo fenômeno envolveu o ex--delegado federal Onésimo de Souza, especialista em contraespionagem que chegou a oferecer serviços ao PT de vigilância e rastreamento de escutas telefônicas. Como cobrou caro demais, acabou descartado, mas foi apontado como futuro integrante da tal equipe de arapongas de Dilma Rousseff.

Por ordem da pré-candidata, qualquer assunto relativo a dossiê e afins está proibido no comitê de campanha instalado numa casa do Lago Sul de Brasília. Dilma se diz “estarrecida” com as acusações veiculadas, primeiro, na revista Veja e, em seguida, por diversos outros veículos - sempre com foco na suposta espionagem, nunca no conteúdo do suposto dossiê. Aos auxiliares, a petista mandou avisar que não aceitará, “em hipótese alguma”, a confecção de dossiês durante a campanha e demitirá sumariamente quem se envolver com tal expediente. (por Leandro Fortes, da Carta Capital)

sábado, 5 de junho de 2010

Mercadante focará campanha em transporte, educação e segurança

extraído de: http://servidorespent.blogspot.com




Qual a importância da frente partidária em torno de sua candidatura?

Em 2006, quando fui candidato, tivemos o apoio de três partidos e chegamos a 32% dos votos. Desta vez, teremos 12 partidos, com o apoio de praticamente todas as centrais sindicais e um amplo setor do PMDB, que acompanhará Michel Temer (indicado pela legenda a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff) e o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. Vamos ter um setor do PTB que nos apoia, com prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e deputados, como Frank Aguiar, além de setores do DEM. Essa coligação bem mais ampla mostra que há uma insatisfação grande com o continuísmo de quase 28 anos de um mesmo grupo político no poder. Foram 12 anos de PMDB, mais 16 anos de Geraldo Alckmin como vice-governador, governador e secretário de governo. Há um desejo de mudança e também um grande reconhecimento da qualidade do governo Lula neste momento extraordinário que o país atravessa. Tudo o que fizemos pelo Brasil, podemos fazer por São Paulo.

Qual o peso, para sua campanha, do apoio de nomes como o do vereador Milton Leite (DEM), historicamente ligado à direita?

Apoio é sempre bem-vindo na campanha, e a gente avalia que não há coesão dos nossos adversários em torno da candidatura do Alckmin. O governador interino (Alberto Goldman), assim que tomou posse, disse que ele não era o melhor candidato. Todo mundo sabe que ele não era o candidato preferido dos tucanos José Serra (pré-candidato à Presidência) e Aloysio Nunes, e também do Orestes Quércia, do PMDB. Não era e não sei se será o candidato ideal do Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo. Tudo isso fortalece a nossa candidatura. Temos forte unidade no PT, ampliamos nossas alianças e atraímos setores que são historicamente das bases do PSDB. Isso ajuda a viabilizar um segundo turno, quando eu e o Alckmin poderemos debater com profundidade. Vou mostrar que São Paulo precisa mudar muito e que não pode continuar acomodado, porque o Brasil vai crescer fortemente nos próximos anos.


De que forma as candidaturas de Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PC do B) ao Senado poderão ajudá-lo?

Em 180 anos de Senado, nunca houve um negro ou uma mulher na representação de São Paulo. Nós vamos lutar para que essas duas coisas aconteçam de uma vez só. O Netinho vem da periferia, da cultura, já é vereador e tem se preparado muito para esse desafio. E a Marta foi uma grande deputada federal, contemporânea, moderna e de muita coragem, e uma grande prefeita, com sensibilidade social e política. Os dois vão contribuir muito para nossa vitória.


O PSDB governa o estado há 16 anos. Qual o maior problema da gestão tucana na visão do senhor?

Estarem há tanto tempo no governo. São quase 28 anos de um mesmo grupo político (PMDB e PSDB) no poder. Depois, temos a Grande São Paulo, em especial a capital, com um grave problema de transporte e trânsito. As pessoas perdem 2 horas e 43 minutos por dia, ou 35 dias úteis por ano, no trânsito. Isso é uma queda na qualidade de vida. Eles foram incapazes de pensar uma política urbana integrada à de transporte. A gestão do Alckmin praticamente não investiu em metrô, os trens da CPTM estão sobrecarregados, o Ferroanel, que deveria ter sido inaugurado junto com o Rodoanel, não foi feito. Eles prometeram 20 trens em cada linha e isso não aconteceu, pararam os investimentos nos corredores de ônibus, inclusive nos intermunicipais. Tudo isso começa a prejudicar a competitividade da economia paulista. No interior, temos o abuso visível dos pedágios, com as tarifas mais altas do mundo e muitas praças de cobrança. Outra área problemática é a segurança pública. São Paulo tem hoje o pior salário de polícia do Brasil: um delegado ganha cerca de 5.200 reais, enquanto no Piauí o salário é de 7.140 reais. A disparidade é muito grande. Há profunda insatisfação nas polícia Civil e Militar. Chegamos a ter confrontos entre as polícias. E qual é o resultado disso? Todos os indicadores pioraram no ano passado: homicídios, roubo, assalto e sequestro. Especialmente no governo Alckmin, houve perda de controle do sistema prisional, com os ataques do PCC em 2006, que deixaram 42 policiais e 16 agentes penitenciários mortos. O controle do sistema prisional está nas mãos das organizações criminosas, e os presídios viraram universidades do crime.


A Secretaria de Segurança Pública paulista diz que os homicídios caíram 69% nos últimos dez anos.

No ano passado, os homicídios no interior cresceram 16%; neste ano, o número de homicídios praticados pela própria polícia subiu 40%. Há uma deterioração do sistema de segurança pública, falta policiamento ostensivo e chegamos ao ponto de ter assalto dentro de delegacia. Não adianta mais o governo tapar o sol com a peneira. A população sabe que o estado está inseguro. As prisões no interior levaram a criminalidade para lá, o crack já está tomando conta de várias cidades, mas alguns estados reagem com certa eficácia a tudo isso. Até o Rio de Janeiro vem reagindo positivamente, mas em São Paulo não vemos a mesma energia e determinação.


Qual seu principal projeto para são Paulo, caso seja eleito?

Separar os presos por grau de periculosidade e introduzir trabalho e educação para os detentos de menor periculosidade. Fazer também o monitoramento eletrônico dos presos, com tornozeleiras eletrônicas, que é um projeto meu, aprovado pelo Senado. Assim, poderemos introduzir penas alternativas. Precisamos ainda tratar como política prioritária a educação. O quadro é desolador: temos 100.000 professores sem concurso, são contratados professores sem formação específica, porque os salários são muito baixos. Se quisermos recuperar a educação, temos que começar pelos professores, valorizando a profissão, o processo de formação continuada, o estímulo à graduação e à pós-graduação. Teremos que fazer um grande investimento em tecnologia, com banda larga e laptop para os alunos, formando uma escola acolhedora e ágil, com interatividade e produção pedagógica digital. Na saúde, precisamos de investimentos em prevenção. O setor público tem que dar direito a diagnóstico para as famílias. Hoje, 41% da população têm que pagar plano de saúde porque a saúde pública é muito ruim. Precisamos remunerar melhor os profissionais e, sobretudo, apostar na parceria com o governo federal para a construção das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). O problema é que, em São Paulo, estão sendo construídas 97 UPAs, que ficarão abertas 24 horas por dia o ano inteiro para atender urgências e emergências, e o governo estadual não participa do cofinanciamento de nenhuma delas.


Em pesquisa recente, o senhor aparece com 19% das intenções de voto contra 51% de Alckmin. Esperava tamanha diferença nesse início de pré-campanha?

Na última campanha, em 2006, comecei com 8% e terminei com 32%. O Alckmin, depois de ter ficado no governo por 12 anos, foi candidato à Presidência em 2006, e, quando se candidatou a prefeito de São Paulo, começou com 45% e terminou com 22%. Não foi nem para o segundo turno. Isso mostra que eu tenho um histórico de crescer nas campanhas. O importante nessa hora é o debate político, especialmente no segundo turno: só eu e ele para fazer um balanço e mostrar o que pode e deve ser feito pelo estado. São Paulo sabe a importância do segundo turno e é assim que eu espero vencer as eleições.

Em 2006, em sua primeira disputa ao governo do estado, o senhor foi derrotado. Por que acredita que terá mais chances desta vez?

Sinto diferenças tanto em relação ao apoio político que estamos recebendo, muito mais amplo do que o de 2006, quanto em relação ao entusiasmo da nossa militância, muito orgulhosa do governo Lula e de tudo o que fizemos pelo Brasil. Além disso, sinto esse sentimento de fadiga, cansaço e acomodação da mesma panela no Palácio dos Bandeirantes. O sentimento de mudança e renovação em São Paulo é muito forte e está trazendo apoio à nossa campanha.


O PMDB apoia Dilma Rousseff na corrida à Presidência, mas em São Paulo não está com o senhor. Como lidar com isso?

O Temer está convocando uma grande mobilização no PMDB. Em meados de junho, faremos um encontro em Jales e mostraremos a força do PMDB, com prefeitos, deputados, vereadores e lideranças no apoio de Dilma e Mercadante. Teremos uma grande surpresa em relação ao apoio do PMDB.


O que falta para escolher o vice? O deputado Paulinho da Força disse que o PDT quer o posto de qualquer maneira.

Nós temos vários bons candidatos, ao contrário da campanha de alguns, que ainda não conseguiu encontrar nomes. Nós temos mais vices do que vaga (risos). Temos que ter habilidade e, como temos tempo até a convenção de junho, vamos amadurecer, para ter grande unidade em torno de um vice. O PDT tem sugerido bons nomes, como o Doutor Hélio, prefeito de Campinas, que é uma liderança muito importante. E o Major Olímpio, que traz a pauta de segurança pública à tona, mostrando a insatisfação nessa área. Temos ainda o (Eduardo) Suplicy, uma liderança histórica do PT, grande amigo e uma pessoa com quem convivo há mais de 30 anos e em quem tenho muita confiança, o que fortalece nossa chapa. De fato, havia um entendimento de que o PDT indicaria um vice. Nós temos que construir uma saída unitária com eles. E o faremos.


Na campanha de 2006, pessoas ligadas a sua candidatura ao governo do estado se envolveram na compra de um dossiê falso contra Serra. O senhor acredita que isso pode prejudicá-lo nessa campanha?

Acho que existem coisas que, para os amigos, não precisamos explicar, para o cidadão, devemos explicar, mas, para os adversários, não adianta explicar. Faz parte da política. Esse episódio serve para demonstrar de forma decisiva que a campanha se faz em torno de ideias e debates de propostas. Esse é o caminho para a nossa vitória em São Paulo e eu espero que os militantes tenham aprendido. Eu me sinto muito seguro para essa discussão, afinal de contas, o Ministério Público, órgão rigoroso que denunciou centenas de parlamentares e patrocinou a cassação de governadores, disse que não havia um único indício da minha participação (no episódio do dossiê) e o Supremo (Tribunal Federal) anulou e arquivou por unanimidade esse processo em duas votações. Estou tranquilo.

Lojistas de SP vão jogar desinfetante em moradores de rua

do Brasília Confidencial
05/06/2010


Moradores de rua transformaram o espaço sob a Câmara Municipal numa maloca. Foto: Rivaldo Gomes
Moradores de rua transformaram o espaço sob a Câmara Municipal numa maloca. Foto: Rivaldo Gomes
VALÉRIO CAMPOS 
    O Conselho Comunitário de Segurança do centro de São Paulo decidiu, nesta semana, desencadear uma ofensiva contra a presença de moradores de rua na região. A ofensiva compreenderá, essencialmente, duas ações paralelas no bairro Santa Cecília.
    Uma das providências, a ser adotada por moradores e comerciantes, pretende impedir que ONGs e restaurantes dêem comida aos pedintes. A outra providência combinada pelo Conselho Comunitário atribui aos comerciantes a tarefa de jogar desinfetante, a cada manhã, sobre os moradores de rua que dormem nas portas das lojas.
    Essas decisões foram tomadas por representantes de moradores e comerciantes de Santa Cecília, da Polícia, da Subprefeitura da Sé, da Guarda Civil e da Santa Casa. De acordo com o presidente do Conselho Comunitário de Segurança, Jorge Rodrigues, “deveria haver um local que concentrasse todas as instituições que querem doar (comida aos moradores de rua). Isso não pode ser feito no meio da rua, sem higiene”.
    Estratégia semelhante parece estar em uso perto do aeroporto de Congonhas. Muita gente estava acostumada a dormir sob o viaduto João Julião da Costa Aguiar. De uma hora para outra, caminhões despejaram enorme quantidade de terra no local. Não há nenhuma placa indicando alguma obra, mas a Prefeitura informa que estuda um projeto de paisagismo para o local.
    A expulsão dos moradores que viviam embaixo do viaduto é aplaudida pela presidente do Conseg local, a professora Miriam Bock. Ela afirma que a zona sul de São Paulo precisa de ajuda, porque “o prefeito (Gilberto Kassab, do DEM) tem uma política de tirar os moradores de rua do centro e eles se espalham por aqui praticando pequenos furtos”.

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
Copyright Transparência São Paulo - segurança, educação, saúde, trânsito e transporte, servidores © 2010 - All right reserved - Using Blueceria Blogspot Theme
Best viewed with Mozilla, IE, Google Chrome and Opera.