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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O mapa das "indicações orçamentárias" no Estado de SP

(do Transparência SP)

O jornal Folha de SP publicou o mapa das "indicações orçamentárias" feitas pelos deputados paulistas e liberadas pelo governo do Estado nos últimos anos.
Em números gerais, os deputados tucanos, da "base governista" e as regiões governadas por aliados foram privilegiados.
Sem novidades. O problema maior está nos detalhes. Quando houver um cruzamento mais preciso sobre estas "liberações" de recursos muitos outros problemas serão encontrados.


O que está por trás do escândalo das emendas parlamentares no Estado de SP.

( do Transparência SP)

A grande imprensa vem se esforçando muito para evitar, mas o escândalo das chamadas "emendas parlamentares" da Assembléia Legislativa de SP tem muito mais relação com o governo do Estado do que se divulga.
Primeiro porque nunca houve "emendas parlamentares" de fato. Em outras palavras, os governadores tucanos de plantão nunca deram este espaço político para o Poder Legislativo definir o orçamento. As emendas parlamentares oficiais, raramente aprovadas, sempre foram genéricas e nunca valeram nada, virando "letra morta".
O que existia até o último governo Alckmin era um acordo político nas seguintes condições: deputados da base governista seriam convidados para o palanque de inauguração de obras de destaque em suas respectivas regiões.
Com a rebelião de parte da base governista em 2005 e 2006, a Assembléia Legislativa criou a figura das "cotas de emendas parlamentares", valores que seriam destinados a todos os deputados da Casa, sistema inspirado no Congresso Nacional.
Serra assume implantando este sistema como forma de cooptação da base governista para a aprovação de seus projetos. Neste período, "nadou de braçada", ganhando todas as votações com folga.
Ocorre que as "emendas parlamentares" oficiais continuaram a não valer nada. Os deputados apresentavam na Assembléia as tais emendas no prazo regimental, mas, depois de votado o orçamento, levavam, no final do ano ou no começo do ano seguinte, uma lista com as verdadeiras "indicações orçamentárias" para o Palácio dos Bandeirantes.
Na prática, o Palácio dos Bandeirantes - leia-se Casa Civil do governador do Estado - é que sempre teve total poder de administrar quais emendas seriam liberadas ou não.
Se existem deputados que "venderam" emendas, eles só poderiam fazê-lo com a anuência do governo estadual, o grande comandante deste processo.
Se foram montados "pacotes" de licitações ou contratações de obras, elas só ocorreram por meio do governo paulista.
Por este motivo, o Poder Executivo nunca quis dar transprência às emendas.
"Blindar" o governo paulista tornou-se fundamental para a grande imprensa e para o projeto tucano no Estado. Caso contrário, "nitroglicerina pura".

Governo paulista insiste em implantar presídios no interior de SP sem medidas compensatórias.

(do Transparência SP)

A matéria abaixo foi publicada no insuspeito jornal 'O Estado de SP'. Os métodos autoritários para implantação de presídios no interior de SP continuam a todo vapor. A reclamação vem inclusive de prefeitos ligados à base governista (PSDB, PPS, etc.)
Pior, o governo "empurra com a barriga" qualquer adoção de medidas compensatórias, como investimentos maiores nas áreas de segurança, saúde, saneamento e habitação nas regiões afetadas.
O que se deve discutir não é a instalação ou não dos presídios. É obvio que eles são necessários, mas ninguém os quer por perto. O que está em discussão são os métodos que o governo paulista adota para implantá-los.
Sem reconhecer os impactos negativos sociais, econômicos e ambientais, agindo de modo autoritário, as reclamações e negativas em aceitar estes equipamentos públicos ganham razão.



A indignação seletiva da grande mídia com a corrupção

(do Transparência SP)

O texto abaixo reproduzido do Blog da Cidadania vai direto ao ponto. A grande mídia brasileira não está comprometida com o fim da corrupção. Ela quer simplesmente derrubar um certo projeto político para o país (liderado pelo PT) e colocar outro em seu lugar (liderado pelo PSDB).
Não por outro motivo, trata de forma diferente questões iguais. Contra os casos de corrupção no âmbito federal, age de forma indignada, cobrando atitude por parte da presidente Dilma. Diante dos escândalos das emendas parlamentares da Assembléia Legislativa de SP (conduzidas pela Casa Civil do governo paulista) e da licitação fraudada nas obras da linha 5 do Metrô, procura blindar o governador Alckmin, bem como seus antecessores (Serra e Goldman).

(do Blog da Cidadania, por Eduardo Guimarães)

Quando isenção é tomar partido.

Se jornalistas insultarem e caluniarem políticos sem prova alguma for sinônimo de liberdade de imprensa, o Brasil deve ser a pátria do jornalismo livre. Isso porque na imprensa brasileira o que mais se vê são colunistas furiosos com políticos acusados de corrupção aos quais chegam a tratar como condenados em última instância.
Aliás, vale lembrar que nem sendo inocentados pela Justiça os políticos dos quais a mídia não gosta passam a ser tratados como inocentes, sendo considerados culpados mesmo após a absolvição. José Dirceu, por exemplo, já foi inocentado de algumas acusações e a imprensa publicou as decisões da Justiça em pés de página, sem o destaque dado à acusação.
Todavia, caso recente ilustra bem como essa indignação do colunismo pátrio não passa de politicagem rasteira, verdadeira “pistolagem” contratada por certos políticos para atacarem seus adversários. O caso em tela é o do escândalo de centenas de milhões de reais envolvendo a construção da linha 5 do metrô de São Paulo.
O valor da roubalheira: R$ 300 milhões.
Porém, o assunto não causa a esses colunistas uma fração sequer da indignação que o ministro do Trabalho – só para ficarmos no alvo mais recente – vem lhes causando sob a acusação de ter voado em um jatinho supostamente providenciado pelo presidente de uma ONG acusada de corrupção.
Apesar de a decisão da Justiça de determinar a demissão do presidente do metrô paulistano ter derivado de uma iniciativa do jornal Folha de São Paulo, o assunto está sendo tratado por aquele jornal e pelo resto da mídia de uma forma inexplicavelmente discreta, respeitando o fato de que, até agora, não se pode condenar ninguém definitivamente.
Contudo, esses mesmos colunistas usam contra ministros de Dilma, por exemplo, linguagem que constrangeria qualquer torcida organizada de futebol e os tratam como condenados. Meras evidências são tratadas como provas. A simples abertura do processo judicial é tratada como condenação.
Quando um escândalo envolve tucanos e aliados, porém, esses mesmos colunistas não fazem nem mesmo análises. Fogem do assunto, ainda que alguns poucos, como Reinaldo Azevedo, da Veja, saiam em defesa dos seus protegidos.
Se o escândalo é tucano não há manchetes garrafais nas primeiras páginas, o Jornal Nacional se omite e colunistas se furtam até a analisar declarações saborosas como a de Geraldo Alckmin, que atribuiu ao antecessor José Serra a responsabilidade pelo caso do metrô ao dizer que está “à vontade” porque não era o governador quando o contrato da linha 5 foi assinado com as empreiteiras.
Esse escândalo deve submergir na mídia logo mais, assim como o das emendas parlamentares na Assembléia Legislativa de São Paulo, emendas que investigações insinuam que vêm sendo usadas pelo governo do Estado para subornar parlamentares, o que enquadra o caso no conceito midiático de “mensalão”.
Colunistas raivosos como Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Eliane Cantanhêde, Ricardo Noblat, Dora Kramer e tantos outros se tornam verdadeiros gatinhos diante da corrupção em governos tucanos como o de São Paulo, de Minas Gerais ou em qualquer outro governo estadual ou municipal administrado por partidos de oposição ao governo federal.
E o que mais espanta é que escândalos como o do metrô ou o das emendas não apenas envolvem cifras infinitamente mais altas do que as envolvidas nas acusações fracas contra um ministro como Carlos Lupi, mas também encerram indícios muito mais consistentes de envolvimento do Poder Executivo.
Ainda assim, esses colunistas mal tocam no assunto.
É lícito concluir, portanto, que veículos como Globo, Folha, Estadão ou Veja, só para ficarmos nos mais descarados, não combatem a corrupção, mas a alimentam, pois criam uma casta de corruptos com licença para roubar enquanto fustigam seus adversários políticos.
Este blog vem dando combate a essa anomalia já vai para quase sete anos. As hordas de internautas contratadas pela grande mídia e pelo PSDB para fustigar seus críticos na internet acusam o autor desta página de estar a serviço do PT, mas jamais conseguiram um só elemento que o ligue a políticos. E não foi por falta de procurarem.
Jamais encontrarão ligação alguma. Até forjá-la é difícil porque este blogueiro não se encontra com políticos, não telefona para políticos, não envia e-mails a políticos, não bajula políticos nas redes sociais… Enfim, este blogueiro sempre manteve distância da classe política e, sobretudo, do Estado e do dinheiro público.
Não que seja ilegal, imoral ou questionável ter proximidade com a classe política. Apenas não há interesse deste blog e de seu autor nesse tipo de relação. Por isso, podem continuar procurando porque jamais encontrarão algo que lhes permita fazer as suas famosas suposições acusatórias.
A grande verdade é que gostaria muito de poder fazer um trabalho mais isento, aqui. Gostaria de poder criticar os dois lados, pois tanto petistas quanto tucanos têm o que ser criticado. Todavia, se toda a grande imprensa fustiga um lado e acoberta o outro isso é anormal, é antirrepublicano e até criminoso.
Enquanto tivermos uma imprensa que se alia a alguns corruptos e com eles combate corruptos adversários, unir-se a ela em seu discurso maniqueísta, desonesto, mistificador, parcial e mentiroso equivale a ser tão corrupto quanto aqueles que ela denúncia de forma seletiva e que, às vezes, são acusados injustamente.
Os escândalos do metrô ou das emendas parlamentares em São Paulo ainda provam que há corrupção em qualquer administração pública e que a cobertura jornalística tem sido até correta, em alguma medida, pois não faz condenações prévias ou escandalizações, ainda que alguns digam que o Judiciário paulista é tucano e, portanto, precisa ser pressionado pela imprensa.
Em países como a França, por exemplo, a imprensa não poderia noticiar um escândalo como esse do metrô antes de uma decisão judicial. Todavia, não podemos nos esquecer de que a justiça francesa não é como a nossa, que a legislação francesa não propicia impunidade, o que torna a ação da imprensa daqui vital para pressionar o Judiciário a não se omitir ou até acobertar.
O que se quer, então? Que a imprensa não trabalhe para substituir um corrupto por outro no poder, para então acobertar os corruptos amigos.
O país que você quer, leitor honesto e apartidário que só busca a verdade, é um país em que todos sejam tratados pela lei e até pela imprensa como se fossem a mesma pessoa, seja para acusar na hora certa ou para não acusar antes da hora.
Enquanto um partido for tratado com dureza desproporcional e o outro com leniência irresponsável, todos estarão ameaçados, mesmo aqueles que estiverem do lado beneficiado, pois nunca saberão se em algum momento aquele benefício que recebem poderá mudar de lado, deixando-os na posição em que estão seus adversários hoje.
Um país civilizado é um país justo. País justo é aquele que não trata cidadãos, partidos, empresas, instituições, seja lá o que for com base em idiossincrasias políticas ou ideológicas ou interesses econômicos.
Contudo, vejo muita gente agir como se pertencesse ao estrato social e político que a imprensa e a Justiça beneficiam ao endossarem e apoiarem injustiças como as que este texto relata. É espantoso, porque essas pessoas só perceberão que estão de fora da festa no dia em que a parcialidade das instituições as atingir.
Não é porque você ganha vinte mil reais por mês, tem carros novos na garagem, um apartamento em um bairro “nobre” e uma casa na praia que faz parte dessa casta que está acima da lei e das próprias instituições. Você que apóia o que a imprensa faz, muitas vezes a troco de um pagamento irrisório para quem paga, saiba que um dia poderá estar do outro lado.
Viu a reação de Alckmin à decisão da Justiça que desfavoreceu seu governo, leitor? Fez pouco e já fala como se reverter a decisão que o manda demitir o presidente do metrô estivesse no papo. Cadê os colunistas que se indignaram com o ministro do Esporte apenas por ter sido indiciado ou com os indiciados no inquérito do “mensalão”, como se todos tivessem culpa provada?
Sumiram.
É injustiça da imprensa, é injustiça da Justiça, é injustiça dessa parte considerável da opinião publica (ou publicada) quando todos tratam casos semelhantes com tanta diferença. E essa diferença ainda pode pegá-lo, leitor injusto, pois, como dizia o Barão de Montesquieu, “Injustiça que se faz a um é ameaça que se faz a todos”.

domingo, 20 de novembro de 2011

São Paulo (e PCC) servem de "atacadão" da droga para o país. Toda a droga vendida na Rocinha vinha de SP

Nada impede o governo paulista em fragilizar o SUS

(do Transparencia SP)

Nem o "racha" na base governista na Assembléia Legislativa - derrotando o governo na primeira votação -, nem os questionamentos do Ministério Público, nem as críticas de boa parte da imprensa e da comunidade ligada à saúde pública. O governo paulista aprovou a criação da "dupla porta" também no HC. Agora o hospital poderá atender o SUS e os planos de saúde particulares, criando diferenças que tendem a "minar" o sistema público de saúde. É a "privatização" da saúde "pelas beiradas".
Abaixo um importante editorial do Jornal da Tarde criticando a decisão do governo.



As reações contraditórias do governo paulista em relação à Justiça.

(do Transparencia São Paulo)

O governo paulista vem demonstrando profunda contradição em relação à Justiça nos últimos dias.
No caso da ocupação da reitoria da USP pelos estudantes, o governo paulista defendeu o cumprimento da determinação da Justiça e colocou a PM para realizar a tarefa de desocupação.
No caso da determinação da Justiça pelo afastamento do presidente do Metrô e paralização das obras da linha 5, depois de constatadas irregularidades na licitação da obra pelo MPE, o governo paulista desrespeitou e ainda vai recorrer da decisão.
Em resumo, quando a Justiça age a meu favor, estou com ela. Quando age contra, eu não cumpro. Assim fica fácil.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Justiça determina afastamento do presidente do Metrô de SP e paralisação das obras da linha 5-lilás.

(do Transparência SP)

Depois da comprovação das irregularidades na licitação das obras da linha 5 do Metrô de SP (ainda no governo Serra), o governo Alckmin desconsiderou o parecer do Ministério Público e deu sequência à obra.
Agora, com a decisão da Justiça de paralização e afastamento do presidente do Metrô, o governo paulista justifica que a obra é importante para a população.
Claro. Todas as obras e convênios irregulares no âmbito federal também são importantes para a população. Nem por isso as irregularidade podem ser aceitas.
A diferença é que no caso estadual, a grande imprensa não exige a "moralização" da coisa pública.

Justiça determina afastamento do presidente do Metrô de SP e paralisação das obras da linha 5-lilás
(do UOL)

A Justiça de São Paulo determinou o afastamento imediato do presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, e a paralisação das obras da linha 5-lilás (de Adolfo Pinheiro à Chácara Klabin), orçada em R$ 4 bilhões. Os pedidos haviam sido formulados em ação civil pública impetrada este mês pelo Ministério Público estadual. A decisão tem caráter liminar, contra a qual cabe recurso.

O despacho foi expedido na tarde desta sexta-feira (18) pela juíza da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, Simone Cassoretti, e estabelece multa diária de R$ 100 mil ao governo do Estado caso o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, não cumpra a ordem.
A ação é assinada pelo promotor Marcelo Camargo Milani, que a ajuizou no último dia 3. Nela, Milani ainda requeria a anulação dos contratos de extensão da linha 5-lilás sob alegação de que houve irregularidades na licitação e prejuízo aos cofres públicos.
Em abril de 2010, o jornal "Folha de S.Paulo" registrou em cartório um documento antecipando o nome das empresas vencedoras da licitação antes da abertura dos envelopes com as propostas dos concorrentes.
Após a publicação, o governo do Estado chegou a suspender a licitação, mas acabou retomando o processo. Em agosto, o MP requereu ao Metrô a suspensão dos contratos, assinados há cerca de quatro meses, mas isso não foi feito.
Na avaliação da Promotoria, Avelleda deve ser responsabilizado porque, além de não suspender os contratos e não investigar a suspeita de fraude, teria ainda usado ou o "artifício insidioso" de tentar desqualificar documento com firma reconhecida usado na reportagem da "Folha" --o que foi descartado pelo próprio MP, após laudo.
Na decisão de hoje, a juíza aponta que a "suspensão de todos os contratos e aditamentos oriundos da concorrência é medida que se impõe, como forma de resguardar o patrimônio público e fazer valer os princípios da legalidade, moralidade e isonomia".
Sobre o afastamento do presidente do Metrô, a magistrada classifica a medida como necessária por conta "de suas omissões dolosas". Ela ainda define que a permanência dele no cargo, enquanto o caso não for julgado no mérito, "apenas iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades".
A reportagem do UOL Notícias entrou em contato com a assessoria do Metrô e do governo do Estado, que ainda não se manifestaram oficialmente sobre a decisão.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Empresa serve comida estragada ao Corpo de Bombeiros no interior de SP

até onde vai a humilhação da PM?
até quando permitirão tal tratamento?

Médicos do Estado de São Paulo fazem paralisação hoje

Paralisação é uma tentativa de pressionar o governo para aumentar o piso salarial
Os médicos do sistema público de saúde do Estado de São Paulo anunciaram a paralisação de atendimento de consultas agendadas durante as 24 horas desta quinta-feira (17). A paralisação é uma tentativa de pressionar o governo para aumentar o piso salarial da classe, plano de carreira, entre outros pedidos. Atualmente, um médico começa ganhando salário de R$ 1.559,24 em São Paulo, contando as gratificações. 


Geralmente, os pacientes são avisados com antecedência para não gerar transtornos. Urgências continuam abertas e operando normalmente.

Em nota, o Simesp (Sindicato dos Médicos de São Paulo) afirmou ter "realizado tentativas de negociações junto a representantes da esfera governamental para um acordo sem sucesso". A Secretaria Estadual da Saúde não se manifestou sobre o caso até o momento em que esta matéria foi publicada. 

Também nesta quinta-feira, às 20h, os médicos se reunirão em assembleia na sede do Simesp para decidir novos rumos para as manifestações. A última paralisação da categoria aconteceu no dia 25 de outubro.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Polícia com respaldo (PF) x Policia sem respaldo (PC)

Nesta semana pude ler dois artigos na imprensa que servem muito bem para diferenciar as condições de atuação dos profissionais da Polícia Federal da Polícia Civil paulistana; em uma, um agente federal lança a viatura em que estava em direção a asa de um avião para obrigá-lo a parar, vindo a colidir com o mesmo; "questionado pela imprensa sobre os estragos provocados no carro da polícia, o delegado afirmou que o sucesso da operação compensa os danos causados". No outro caso, um policial civil, em conversa informal com uma vítima (também ator de televisão) afirma que "a polícia não têm pessoal suficiente, não têm instrumentos para lidar com a situação, não têm o básico que é a internet"; É afastado e punido.

Estas são as diferenças básicas entre a PF, polícia valorizada salarialmente e com respaldo do governo (federal) e de seus dirigentes (delegados), e a Polícia Civil do Estado de São Paulo, polícia completamente desvalorizada salarialmente, cada vez com menos recursos e infrastrutura, sem a reposição adequada de em seus quadros de servidores, e o pior, totalmente abandonada pelo Estado e por seus pŕoprios Delegados de Polícia. Ao Delegado do 89 eu pergunto: escolhe a carreira ou a cadeira? (a escolha dele já foi dada pela imprensa)

E fosse um PM ou PC que tivesse arremessado a viatura contra um avião, carro ou qualquer coisa que fosse, estaria já respondendo um PA (processo administrativo) na Corregedoria por Negligência, imperícia e imprudência ao conduzir a viatura, dano ao patrimônio público, etc. Passaria o tempo que fosse preciso tendo descontado do holerite o reparo da viatura... e ainda correria um sério risco de enfrentar uma demissão a bem do serviço público.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

'Entregadores' de pizza soltam 14 presos

01/11/2011 08:00

No momento da fuga cinco policiais de plantão foram trancados na cela 

No momento da fuga cinco policiais de plantão foram trancados na cela

Loira carregando comida serviu de isca para quadrilha distrair policiais e resgatar 3 ladrões de carga Cristina Christiano
cristinamc@diariosp.com.br

A fuga de 14 presos do 26º Distrito de Polícia (Sacomã), na noite de domingo, deu um chacoalhão na cúpula da Polícia Civil e obrigou  delegados a reavaliarem a segurança na guarda de detentos provisórios. “Nós assumimos esse ônus porque, de fato, houve falha. Faz muito tempo que não ocorrem resgates e as equipes de plantão se desligaram”, afirma o delegado-geral, Marcos Carneiro.
O alvo da quadrilha eram os irmãos por parte de mãe Felipe Marques dos Santos e Rondineli de Oliveira, acusados de roubo de cargas de cigarro nas regiões do Jabaquara e Ipiranga, na Zona Sul. O bando também queria libertar Diego Ferreira dos Santos, parceiro de Felipe e Rondineli. Porém, ele já havia sido removido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Guarulhos na semana passada, porque a sua prisão preventiva saiu antes que a dos dois.
VIGILÂNCIA / Segundo Marcos Carneiro, a determinação é de que 80% dos policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais) trabalhem no período noturno para reforçar a segurança nas delegacias onde há presos provisórios, enquanto, durante o dia, a atuação maior é por conta do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos). “A base da equipe é a delegacia. Ela não pode sair do local, a não ser que seja chamada para atender a uma emergência”, explica o delegado.
No momento em que ocorreu o resgate os policiais do GOE não estavam e o delegado-geral quer saber o motivo. A Corregedoria da Polícia Civil já foi acionada para apurar os fatos.
Os bandidos usaram uma bela loira como isca para entrar na delegacia. A mulher chegou ao plantão com uma pizza, a pretexto de entregar uma encomenda que, segundo a polícia, não havia sido pedida. Com isso, distraiu os dois policiais que faziam o atendimento no balcão e abriu passagem para outros integrantes da quadrilha, que surgiram logo em seguida , armados de submetralhadora e pistola.
Segundo a polícia, um dos bandidos colocou a submetralhadora sobre o ombro da loira e exigiu que os plantonistas entregassem as armas e os levassem à carceragem. Outros três policiais que trabalhavam na central de flagrantes também foram imobilizados e trancados na cela em que estavam os presos resgatados.
PMs da companhia que fica nos fundos da delegacia foram acionados por um dos policiais presos na cela. Os bandidos não perceberam que ele estava com o celular no bolso. Houve perseguição e troca de tiros.
Quatro fugitivos foram recapturados: Jessé Souza dos Santos, de 29 anos; Caio de Souza Ferreira, 18; Douglas Santiago, 22, e José Dias Garibaldo, 36. Um dos carros usados na fuga foi abandonado.
Irmãos suspeitos de roubo de carga eram os alvos
Os irmãos Felipe Marques dos Santos e Rondineli de Oliveira, alvos do bando que invadiu o 26 DP, estiveram cinco dias presos temporariamente, para investigação de roubo de carga. Na última quinta-feira a Justiça concedeu a prisão preventiva. Contudo, devido ao feriado de 28 de Outubro, Dia do Funcionalismo Público, não puderam ser removidos para um Centro de Detenção Provisória. A transferência estava prevista para esta segunda.
“O 26º DP é uma central de flagrante e os presos ficam recolhidos lá, no período de trânsito, para evitar que as viaturas circulem com eles pela cidade todas as vezes que precisarem depor. Hoje, a vaga em CDPs é automática”, explica o delegado-geral,  Marcos Carneiro.
Felipe havia sido preso pela primeira vez em 2008, por roubo, e cumpriu pena. Já seu irmão Rondineli passou por uma delegacia em 2006, por tráfico, mas nunca chegou a ser condenado. Os irmãos moravam na favela Heliópolis e são suspeitos da prática de roubos de cargas de cigarros na mesma região.

10
é o número de presos ainda foragidos
Final dos anos 90 foi o auge das invasões em cadeias
Nos final dos anos 90 policiais viviam à sombra do medo por causa de frequentes resgates de presos. Na época, as delegacias abrigavam desde detentos provisórios até condenados.
Quadrilhas usavam até bombas para intimidarNa época em que resgate de preso era moda, bandidos chegaram até a explodir paredes de delegacias. Muitos policiais foram humilhados e até hoje guardam sequelas da violência.
6.000
é a média de presos  abrigados em DPs temporariamente
Presídios também estavam na mira do crime organizado
Quadrilhas não mediam esforços para atingir objetivos e tinham a ousadia de driblar as muralhas de presídios para resgatar parceiros. A polícia não se intimidou. Isolou líderes de facção e o crime organizado se rendeu.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Nelson Guimarães, Diretor do DEIC (Polícia Civil), proíbe seus agentes que façam sinal da cruz ao chegar ao trabalho

A Deus o que é de Deus, a Cesar o que é de César e a Nelson Guimarães o que é de Nelson Guimarães
Normalmente deixo para fazer meus artigos para o vejo São José e Flit Paralisante no final de semana, mas ocorre que alguns fatos de tão inusitados não me permitem aguardar mais tempo pelo chocante.
Ao ler a Revista Istoé dessa semana, na coluna de Ricardo Boechat deparo-me com a seguinte nota:
“Estado laico é isso: o chefe do Departamento de investigações Sobre Crime Organizado de São Paulo, Nelson Guimarães, não quer mais que seus agentes façam sinal da cruz ao chegar ao trabalho. Quem for flagrado se benzendo poderá até ser transferido. ‘Policial do DEIC não tem que sentir medo’, adverte o Delegado.”
Desde quando um simples diretor de Departamento pode querer violar aquilo que diz a Constituição Federal, que a religião é livre.
Quando entramos no Tribunal, nos deparamos com o crucifixo afixado à parede, muitas vezes nas câmaras que compõem o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o Presidente da Câmara antes de iniciar a sessão invoca a proteção Divina. Será isso falta de coragem para julgar? Ou simplesmente pedindo a Deus que os ajude a não cometer injustiça?
Talvez devesse também o diretor do DEIC proibir bebidas alcoólicas em alguns gabinetes, proibir que se fumasse.
Os Policiais do DEIC devem se acautelar. Todas as ditaduras e todos os ditadores começam sua gestão proibindo manifestações religiosas, depois passam a legislar sobre a indumentária e daí para frente só Deus sabe o que pode acontecer.
Ao invés de proibir o sinal da cruz, deveria o diretor proibir que seus Policiais fossem para rua com viaturas velhas, algumas com os pneus carecas para combater bandidos armados de fuzis e metralhadoras, com revolveres e pistolas.
Deveria fazer gestões junta a outros Diretores para que unidos melhorassem as condições salariais dos Policiais.
Quero saber a posição do Governador Geraldo Alkimin, católico convicto, frequentador de igreja, que comunga sistematicamente quanto a essa barbaridade cometida por Nelson Guimarães, E indago mais, quem é Nelson Guimarães, que autoridade tem para proibir que alguém exprima sinais de fé?
Saiba Dr. Nelson que o sinal da cruz não se faz por medo, mas sim como um pedido de proteção. E quem tem um diretor como vossa senhoria certamente precisa de muita proteção.
E depois quem é demitido por repercutir uma noticia é o Dr. Conde Guerra. O que é mais grave? Repercutir legitimamente uma noticia ou proibir alguém, em um país democrático de exprimir sua fé. O próximo passo talvez seja proibir imagens de Nossa senhora, crucifixos no pescoço, imagens sagradas na carteira e, não me refiro a notas de dólar, mas a imagens sagradas mesmo.
Lamentável a posição do Delegado Nelson Guimarães. Com a palavra o Secretário de Segurança e o Governador do Estado.
João Alkimin
João
Alkimin
é radialista – showtime.radio@hotmail.comRÁDIO

domingo, 30 de outubro de 2011

Prédio a 30 m da Secretaria da Segurança sofre arrastão


Folha - 298/10/2011
Prédio a 30 m da Secretaria da Segurança sofre arrastão
Um prédio comercial localizado a 30 passos de distância da sede da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, um dos órgãos mais protegidos do governo e onde são decididas todas as políticas de policiamento no Estado, foi invadido duas vezes nos últimos 20 dias.
Por ser uma área de segurança, o prédio tem policiamento armado permanente e câmeras de vigilância. O arrastão aconteceu na madrugada de ontem. Pelo menos cinco das 96 salas do prédio de oito andares foram arrombadas e furtadas. Em uma das salas funciona o escritório do deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), mas nada foi levado. Das outras quatro, os ladrões levaram eletroeletrônicos, notebooks, relógios etc.
O síndico Ivo Gonçalves Leite, 26, acredita que os ladrões entraram pela lateral do prédio, que fica ao lado da igreja São Francisco de Assis, que é vizinha da Faculdade de Direito da USP.
"Se não conseguimos nos sentir seguros na frente do órgão que cuida das polícias Civil e Militar, quem dirá em outras regiões da cidade", disse o advogado Alberto Benício dos Santos, 30.
PichaçãoAlém de furtar as salas do prédio, que segundo Santos pertence à Venerável Ordem Terceira, grupo de religiosos leigos da Igreja Católica, os ladrões picharam assinaturas na sua fachada, tombada pelo patrimônio histórico. Santos é o representante jurídico do condomínio.
Na invasão anterior, no dia 7, outras cinco salas, no 4º e 5º andares, também foram arrombadas, mas nenhum condômino registrou o desaparecimento de nenhum bem. As duas invasões ao prédio são investigadas pela polícia.
A Secretaria da Segurança Pública disse que irá buscar mais informações sobre os crimes para se manifestar
Assinante do jornal, clique aqui

Preitura da Cotia dá "habite-se" ilegal para condomínio com muitas irregularidades: problemas ficam com moradores


SPTV
Vídeo: Preitura da Cotia dá "habite-se" para condomínio com muitas irregularidades: problemas ficam com moradores
A prefeitura de Cotia deu o habite-se sem que os prédios estivessem prontos.
Quatro prédios estão sem abastecimento de gás e a falta d'água é constante

Deputados do Conselho de Ética da Assembléia de SP, ligados ao Governo Alckmin, "se empenham" para nada apurar sobre venda de emendas: os anões do orçamento do PSDB


ALÉM DISSO, ALCKMIN NÃO CUMPRIU PROMESSA,  FEITA EM 12 DE OUTUBRO, DE DAR TRANSPARÊNCIA ABSOLUTA” ÀS EMENDAS ENTRE 2007 E 2010

TV Globo - SPTV 2ª Edição - 27/10/2011 - 19h15
Vídeo: Conselho de Ética decide encerrar apuração sobre venda de emendas parlamentares
Quem investiga agora é só o Ministério Público. O conselho investigava há quase um mês a denúncia do deputado Roque Barbieri.
A oposição quer coletar assinaturas para abrir uma CPI.
Duração: 2m17s
 
Estadão - 28/10/2011 - inteiro teor da pág. A10 em pdf - com fotos e cronologia da apuração
Conselho de Ética enterra apuração ao decidir não ouvir mais testemunhas
Deputados estaduais desistem de buscar provas sobre suposto esquema de venda de emendas e vão encerrar trabalhos em 15 dias
 
Textos que constam da página acima:
 
Conselho de Ética enterra apuração ao decidir não ouvir mais testemunhas
Deputados estaduais desistem de buscar provas sobre suposto esquema de venda de emendas e vão encerrar trabalhos em 15 dias
 
Promotor pede ao governo relação de emendas desde 2007
 
Para explicar silêncio, deputado estadual Campos Machado (PTB-SP) ataca imprensa
 
Bom Dia Rio Preto
Fim da apuração de emendas 'livra' rio-pretense
Maioria govenista encerra investigação sem ouvir rio-pretense Fabrício Marcolino, ex-presidente do PTN de Rio Preto, apontado como suposto corretor de emendas
O deputado João Paulo Rillo (PT) apresentou ao conselho requerimento para ele fosse ouvido. Fabrício é sócio de uma construtora que ganhou cerca de R$ 3 milhões em licitações na região
 
Jornal da Tarde
Escândalo das emendas: Base governista ‘enterra’ apuração
Por 5 votos a 2, a base governista na Assembleia Legislativa enterrou ontem as investigações no Conselho de Ética sobre o suposto esquema de vendas de emendas parlamentares denunciado pelo petebista Roque Barbiere. Agora, para que as investigações prossigam na Casa, resta à oposição tentar emplacar a CPI, faltam duas assinaturas.
Votaram contra o requerimento de autoria de Campos Machado, pedindo que os trabalhos fossem encerrados e as informações coletadas enviadas ao Ministério Público Estadual (MPE), os petistas Marco Aurélio de Souza e Luiz Cláuido Marcolino. O presidente da comissão, Hélio Nishimoto (PSDB), não votou e o verde Dilmo dos Santos não compareceu.
Nem o fato de Roque Barbiere (PTB), em discurso no plenário, ter citado um nome, do deputado Dilmo do Santos (PV), que supostamente comercializa emendas, conseguiu reverter a manobra da base governista

Folha - 28/10/2011(via Conteúdo Livre)
Assembleia de SP encerra caso das emendas
Conselho de Ética deixa investigação para o Ministério Público sem ouvir deputados e testemunhas envolvidos
Operação para liquidar apuração foi articulada por aliado do deputado que acusa os colegas de negociar indicações

Leia também neste link:
 
O que faltou ser investigado
  • Roque Barbiere (PTB) e Bruno Covas (PSDB) - Relataram esquemas, mas só se pronunciaram por escrito, sem depor aos deputados
  • Terezinha Barbosa - Conselho não quis ouvir testemunha revelada pelo deputado Major Olímpio (PDT) e que disse ter sido chamada para esquema
  • Histórico de emendas - Pedido para que governo tornasse públicas emendas desde 2006 não foi votado. Alckmin prometeu detalhes desde 2007, o que não ocorreu
Execução de emendas parlamentares está sujeita a fatores que alimentam corrupção – análise de  Paulo Ziulkoski,presidente da Confederação Nacional de Municípios e ex-prefeito de Mariana Pimental (RS)http://sergyovitro.blogspot.com/2011/10/assembleia-de-sp-encerra-caso-das.htmliG
Base enterra investigação sobre venda de emendas em São Paulo
Sem produzir um relatório, Conselho de Ética conclui trabalhos depois de rejeitar a convocação de 17 testemunhas e parlamentares
 
pco
Corrupção em São Paulo - Os anões do orçamento do PSDB
A venda de emendas na Assembleia Legislativa e no governo estadual paulista são um instrumento para favorecer os grandes capitalistas, em particular as empreiteiras http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=33114

Veja Online
Deputados enterram investigação na Casa sobre venda de emendas
Maioria dos integrantes do Conselho de Ética da Alesp votou para enviar o caso ao Ministério Público. Disputa pela relatoria, no entanto, deve atrasar o processo
 
Correio do Brasil
A mídia e as realidades do Brasil e de São Paulo - por José Dirceu
Em relação à realidade nacional, ao governo federal, a pauta da mídia visa criar factoides, alimentar campanhas denuncistas, fomentar crises políticas, tentar desmontar a unidade da base partidária governista e pressionar o governo para conseguir êxito em suas operações derruba-ministro.
Em relação aos governos estaduais tucanos, particularmente o de São Paulo, ela dá integral apoio e contribuição decisiva com seu silêncio para esconder o escândalo em que ele está mergulhado, o da venda de emendas parlamentares a empreiteiras, prefeituras e ONGs
 
Lembrando promessa de Alckmin até agora não cumprida:
 
 
Estadão - 13/10/2011
Alckmin promete dar 'transparência' às emendas de 2007 a 2010
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu ontem dar "transparência absoluta" às emendas parlamentares feitas por todos os deputados entre 2007 e 2010. A informação de que o governo paulista publicaria a lista foi antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo em sua edição de ontem. A afirmação do governador ocorre após o deputado estadual Roque Barbiere (PTB) ter denunciado a existência de um esquema de cobrança de propina no processo de apresentação de emendas em São Paulo

sábado, 29 de outubro de 2011

Diante das fraudes de R$ 237 milhões no Metrô-SP, MP pede saída de seu presidente, indicado por Alckmin

 Jornal Nacional - 28/10/2011
Vídeo: MP vai pedir afastamento do presidente do Metrô de São Paulo
 
Estadão
MP pede saída de presidente do Metrô
O Ministério Público Estadual (MPE) vai processar por improbidade administrativa o presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Henrique Passos Avelleda, e os diretores de seis consórcios de empreiteiras que assinaram os contratos para o prolongamento da Linha 5-Lilás do Metrô. A Promotoria também vai pedir o afastamento de Avelleda e quer que algumas das maiores construtoras do País sejam proibidas pela Justiça de contratar com o poder público.
Promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social, Marcelo Milani vai entrar com ação contra a empresa, as construtoras e seus diretores na próxima quinta-feira. A decisão de processar os acusados foi tomada com base em laudo do MPE que constatou um suposto prejuízo de R$ 327 milhões para o Metrô causado pelo modelo de edital da licitação da Linha 5, conforme havia sido divulgado pelo Estado em março
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mp-pede-saida-de-presidente-do-metro-,791991,0.htm

Erro no cálculo de juros gera um precatório de R$ 300 milhões nas gestões Alckmin e Serra


Consultor Jurídico - 27/10/2011
MP-SP pede explicações sobre precatório de R$300 milhões na desapropriação do Parque Villa Lobos
Um possível erro no pagamento de juros moratórios indevidos, no valor de R$ 300 milhões, referentes ao precatório que envolve o parque, está sendo apurado pelo Ministério Público. O órgão abriu um inquérito para investigar irregularidades no pagamento da quantia aos antigos proprietários do terreno onde hoje está localizada a área verde. A irregularidade foi levantada pelo jornalista e ex-deputado Afanasio Jazadji, representado pelo advogado Luiz Nogueira, como noticiou a Consultor Jurídico.
Outro ponto importante do parecer do promotor Daneluzzi é o pedido de retirada dos nomes de Marcos Fábio de Oliveira Nusdeo e de Elival da Silva Ramos, atual procurador-geral do Estado, por ilegitimidade passiva. Para o autor da ação, o problema estaria nos pagamentos efetuados entre o quarto e nono anos, que coincidem com as gestões de José Serra e de Geraldo Alckmin. Apesar de não responderem solidariamente no processo, a administração pública é representada pela dupla.
Saiba mais e veja a íntegra do parecer, que aponta irregularidade no pagamento deste precatório, protocolado em 13 de outubro pelo promotor Marcelo Duarte Daneluzzi, da 3ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social estadual, junto à 6ª Vara da Fazenda Pública, que aponta ilegalidade
 
Clique aqui e veja o parecer na íntegra feito pelo MP e protocolado na Justiça

Nervosismo no PSDB de SP com possível divulgação pelo Governador Alckmin de emendas parlamentares secretas entre 2007 e 2010

NERVOSISMO NO PSDB DE SP COM POSSÍVEL DIVULGAÇÃO PELO GOVERNADOR ALCKMIN DE EMENDAS PARLAMENTARES SECRETAS ENTRE 2007 E 2010 (PROMESSA FEITA EM 12 DE OUTUBRO E ATÉ NÃO CUMPRIDA)
NESSE PERÍODO, O ATUAL SENADOR ALOYSIO NUNES FERREIRA (PSDB-SP) COMANDOU A CASA CIVIL, RESPONSÁVEL PELO CONTROLE E LIBERAÇÃO DE EMENDAS
COINCIDÊNCIA OU NÃO, ONTEM ALOYSIO ATACOU NOVAMENTE A DIREÇÃO DO PSDB, HOJE SOB DOMÍNIO DOS ALCKMISTAS E AECISTAS, ACENTUANDO A CRISE NO TUCANATO
 
ALCKMIN ADIA LIBERAÇÃO DE DADOS SOBRE EMENDAS SECRETAS
Estadão - 29/10/2011
Governo Alckmin adia liberação de dados sobre emendas secretas entre 2007 e 2010
Depois de a base do governo enterrar as investigações do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo, agora é o próprio governo que tenta esfriar o caso da venda de emendas parlamentares ao protelar a divulgação, na internet, dos dados referentes às indicações feitas pelos deputados entre 2007 e 2010.
Na terça-feira da semana passada, o secretário-chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo (PSDB), assegurou que até o início desta semana o governo publicaria, pelo menos, as emendas relativas ao ano passado. "Penso que, em mais uma semana, no máximo, nós vamos disponibilizar isso. (As de) 2010 pelo menos eu garanto que poderemos ter em mãos", afirmou no dia 18.
Saiba mais
 
ALOSYIO NUNES ATACA A DIREÇÃO DO PSDB
Reuters - 28/10/2011 - 18h49
Senador tucano reclama de partido e presidente do PSDB rebate
SÃO PAULO (Reuters) - O senador pelo PSDB Aloysio Nunes Ferreira (SP) fez críticas ao partido nesta sexta-feira e cobrou da direção da legenda tomada de posições em temas nacionais e o recadastramento de filiados.As críticas, feitas pelo senador na rede de microblogs Twitter, levaram o presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra (PE), a rebatê-las em nota divulgada no site do PSDB
 
Estadão - 29/10/2011 - versão impressa
Aloysio volta a criticar PSDB no Twitter e Guerra reage
'Sem trabalhar direito hoje, 2014 já era'; afirma senador; presidente do partido se diz 'confiante' e cita metas para 2012
 
Agência Estado - 28/10/2011 - 19h10
Sérgio Guerra responde a críticas de Aloysio Nunes
O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, saiu hoje em defesa do comando nacional tucano e respondeu às críticas feitas nesta tarde pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Em entrevista, concedida ao site da legenda, o dirigente do PSDB ressaltou que o partido passa por um "amplo" e "profundo" processo de reestruturação e renovação e que a legenda trabalha na promoção de um recadastramento nacional de seus filiados
 
DONA TEREZINHA, EM ENTREVISTA À TV GAZETA DE SP, MOSTRA TRANQUILADADE E CONFIRMA ESQUEMA DE FRAUDES
TV Gazeta / Youtube - 26/10/2011
Vídeo:Dona Terezinha, líder comunitária, confirma esquema de desvios de verbas na Assembleia de SP
Líder comunitária afirma que deputados que cumprem mandato na assembléia legislativa de São Paulo propuseram a ela participação em venda de emendas parlamentares.
Tereza Barbosa dirige o centro cultural educacional Santa Terezinha, na periferia de São Paulo. ela confirma ter revelado o esquema ao deputado Major Olimpio, do PDT, e disse estar disposta a falar no conselho de ética da assembleia. É a primeira entrevista dela a uma emissora de televisão.
Reportagem:Sabrina Pires
 
PIZZA PREPARADA PELOS TUCANOS E SEUS ALIADOS
Jovem Pan 26/10/2011
Vídeo: Pizza na investigação sobre venda de emendas
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo quer encerrar a investigação do suposto esquema de venda de emendas na Casa. No mês de agosto, o deputado Roque Barbiere (PTB) declarou que até 30% de seus colegas lónegociavam emendas.
Clique no link e confira o boletim de Marcelo Mattos
 
MOVIMENTOS SOCIAS REIVINDICAM CPI DA CORRUPÇAO PARA APURAR VENDA DE EMENDAS
TVT - 27/10/2011
Vídeo: Base aliada do governo de São Paulo enterra Conselho de Ética
Representantes de movimentos sociais foram até a assembleia protestar e pedir a apuração das denúncias feitas pelo deputado Roque Barbiere

Prédio ocupado na USP amanhece pichado; ocupação segue

O prédio da administração da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) amanheceu pichado na manhã deste .... Foto: Hermano Freitas /Terra O prédio da administração da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) amanheceu pichado na manhã deste sábado
Foto: Hermano Freitas /Terra

Hermano Freitas
Direto de São Paulo
Ocupado por estudantes, o prédio da administração da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) amanheceu pichado na manhã deste sábado. As mensagens pediam o fim do vestibular e a efetivação de funcionários terceirizados, além do fim da presença da Polícia Militar no campus.
Os estudantes que ocuparam o prédio de administração da FFLCH na noite de quinta-feira, após confronto com a Polícia Militar, afirmaram na sexta que vão continuar no prédio até que a universidade suspenda o convênio com a PM que permite o policiamento no campus Butantã, na zona oeste de São Paulo.
O convênio foi assinado entre a reitoria da USP e a Polícia Militar em 8 de setembro, após o assassinato a tiros do estudante Felipe Ramos de Paiva, 25 anos, nas dependências do campus. Com o acordo, a PM passou a fazer policiamento ostensivo na universidade, o que aumentou as abordagens.
Em nota oficial no site do Diretório Central dos Estudantes Livre Alexandre Vannucchi Leme (DCE), o grupo, intitulado 'Movimento de Ocupação', pediu a revogação do convênio, a "garantia de autonomia nos espaços estudantis" e a retirada de "todos os processos criminimais e administrativos contra @s estudantes, professores e funcionári@s" (sic).
A confusão começou na noite de quinta, após a PM flagrar três alunos portando maconha. No momento em que os policiais foram levar o trio para a delegacia, foram impedidos por estudantes. Um grupo de cerca de 300 alunos se aglomerou para protestar contra a presença policial no campus, e a polícia chamou reforço.
Os manifestantes cercaram a viatura que levava os estudantes e a polícia usou cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo para dispersá-los. Viaturas ficaram danificadas. Os estudantes assinaram um termo circunstanciado no 91º DP e foram liberados.

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
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