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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Novo apagão afeta 20 bairros e mais de 1 milhão de pessoas.

Pane em subestação de energia deixa às escuras 318 mil imóveis das zonas norte, oeste e central, para metrô e tumultua o trânsito

(do Transparência SP)
Para que não esqueçamos, a CTEEP (Companhia Paulista de Transmissão de Energia Elétrica) foi privatizada ainda na última gestão Alckmin, mas não conseguiu fazer os investimentos necessários para evitar estes transtornos em SP. Imagine a reação da imprensa se esta empresa ainda fosse pública.

(do Estado de SP)
Se não bastasse a chuva que caiu no fim da tarde, bem na hora do rush, pelo menos 20 bairros das zonas oeste, norte e central de São Paulo também sofreram um apagão entre as 17h47 e as 18h20 de ontem, dia 22 de novembro. Cerca de 1,2 milhão de pessoas foram afetadas, em 318 mil imóveis, e duas linhas do Metrô precisaram ser paralisadas.
Os 33 minutos de blecaute foram provocados por problemas na subestação Pirituba da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), na zona norte da capital. Ficaram às escuras os bairros de Perdizes, Pompeia, Barra Funda, Casa Verde, Freguesia do Ó, entre outros. Nas Avenidas Paulista, Sumaré, Rebouças, São Luís, Inajar de Souza, Francisco Matarazzo, Engenheiro Caetano Álvares, Rudge, Ermano Marchetti, Raimundo Pereira de Magalhães e Edgar Facó, entre outras, os semáforos apagados aumentaram os transtornos aos motoristas. O Elevado Costa e Silva ficou intransitável nos dois sentidos.
A CTEEP faz a transmissão de energia elétrica para a Eletropaulo distribuir aos consumidores. O problema teve início, segundo a Companhia, quando houve o desligamento de um transformador da subestação de Pirituba.
"Foi uma fatalidade", disse o gerente do Departamento de Operação da CTEEP, Carlos Ribeiro. "O problema em uma bucha de porcelana em um dos quatro transformadores causou um vazamento de óleo, que acabou desligando o equipamento." Segundo Ribeiro, a subestação consegue operar com apenas três dos quatro transformadores funcionando. O que vazou deve ser substituído em no máximo 48 horas.
Ele só foi completamente religado às 18h20, quando a cidade já sofria os transtornos. Às 17h42, cinco minutos antes do problema em Pirituba, os trens nas Linhas 2-Verde e 3-Vermelha deixaram de circular. Os passageiros ficaram dentro dos trens por alguns minutos. A paralisação foi momentânea, segundo a direção do Metrô, entre as Estações Vila Madalena e Ana Rosa, da Linha Verde, e entre Barra Funda e Marechal Deodoro, na Vermelha. Segundo o Metrô, a operação foi restabelecida em seguida.
Prejuízos. Edson Baialuna, de 58 anos, assistente social, trabalha na Avenida São João e desistiu de ir para casa quando já estava dentro do ônibus que seguia para Perus, na zona norte, onde mora. "Peguei o ônibus na Avenida Rio Branco e ele andou dois quarteirões em 50 minutos. Desisti."
Pelas ruas da região central, ninguém conseguia entrar ou sair dos carros. Panes em semáforos no entorno da Praça da Sé e perto da Praça da República ampliaram o caos.
Marília de Oliveira Castanho, enfermeira no Hospital do Servidor Público, resolveu esperar para voltar para casa. "A fila para pegar meu ônibus para o Limão está virando a rua. Se na primeira chuva já acontece isso, imagine como será em fevereiro?"
Ponte Orca. Ontem, por volta das 19h30, a confusão já tinha se instalado também na Estação Cidade Universitária da CPTM. Quem precisou pegar a Ponte Orca até a Vila Madalena encontrou três quarteirões de fila - e teve de esperar debaixo de chuva. Depois de quase uma hora, o publicitário Rafael Barros, de 26 anos, decidiu pegar um táxi. "Não encontrei nenhum nos três pontos em que passei. O jeito foi ir andando até minha casa, no Sumaré."

PARA LEMBRAR
A subestação Pirituba da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), onde ocorreu o problema de ontem, já foi palco de outro grave incidente em abril de 2008, quando um transformador pegou fogo e também interrompeu o fornecimento de energia elétrica para 1,2 milhão de pessoas.
Na época, a secretária estadual de Energia e Saneamento, Dilma Penna, disse que os transformadores do local eram antigos, com mais de 30 anos de uso, e precisavam ser mudados. De acordo com o gerente de Operação da CTEEP, Carlos Ribeiro, os equipamentos passaram por reformas.

Ex-chefe da Polícia Civil, na gestão Serra, vira réu em processo sobre fraude no Instituto de Criminalística.

(da Folha de SP)
O ex-chefe da Polícia Civil de São Paulo entre 2007 e 2009, Maurício José Lemos Freire, agora é réu em um processo no qual é acusado de não ter tomado providências para evitar fraudes em um concurso público para contratar peritos criminais, em 2005.
Com o recebimento da denúncia do Ministério Público Estadual, Freire figura como réu no processo ao lado de Osvaldo Negrini Neto que, à época do concurso supostamente fraudado, era o segundo na hierarquia do IC (Instituto de Criminalística) de SP.
Quando o concurso aconteceu, Freire era o responsável pela Academia de Polícia.
Segundo a denúncia, Freire foi alertado pela banca organizadora do concurso sobre fraudes praticadas por Negrini Neto, mas nada fez para impedi-las.
De acordo com a banca organizadora, Negrini Neto vendeu gabaritos e incluiu irregularmente nomes de candidatos reprovados na lista de aprovados.
A falta de ação de Freire foi revelada pela Folha em dezembro de 2009, quando a corregedoria começou a agir.
A reportagem não localizou Freire e Negrini Neto ontem para comentarem o caso. Os dois, que têm dez dias para apresentar defesa à Justiça, sempre negaram as supostas irregularidades.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Exemplo do impacto de uma Greve Geral: Portugal para após anunciar cortes no funcionalismo público

Greve geral afeta transportes em Portugal

Sindicalistas na indústria da Volkswagen em Palmela, arredores de Lisboa
Fábrica da Volkswagen em Palmela, a maior do país, não funcionou
A greve geral em Portugal que, pela primeira vez desde 1988, reúne as duas centrais sindicais portuguesas, afetou especialmente os serviços de transporte do país nesta quarta-feira.
Os metrôs de Lisboa e do Porto, os barcos que atravessam o rio Tejo e os portos foram completamente paralisados.
Nos aeroportos, devido à greve dos controladores aéreos, só partiram os voos para os arquipélagos dos Açores e da Madeira – que dependem dos voos para se conectar a Portugal e estão incluídos nos serviços obrigatórios em caso de greve.
Os trens suburbanos não estão cumprindo nem os serviços mínimos.
Mais de 90% das escolas estão fechadas, os hospitais só atendem emergências, a recolha do lixo parou, a grande maioria dos serviços da receita está fechada e até os tribunais estão parcialmente paralisados.
Mesmo os agentes da polícia – proibidos por lei de entrar em greve – deixaram de aplicar multas.
Impacto
A greve geral foi convocada em protesto às medidas do governo para reduzir o deficit público: corte de até 10% do salário dos funcionários públicos, congelamento das aposentadorias, diminuição do prazo do seguro desemprego, fim dos apoios sociais a quem recebe pouco e do auxílio maternidade, entre outras.
O objetivo do governo é diminuir o deficit público, de 9,3% em 2010, até menos de 3% em 2013.
A greve geral transformou-se numa guerra de números entre o governo e os sindicalistas.
De um lado, o governo tenta minimizar o impacto da paralisação; do outro, os sindicatos procuram ampliar o peso do protesto.
Após um dia de greve, os dois lados se preparam para as negociações que deverão ocorrer nos próximos meses. O governo afirma que apenas 20% dos funcionários públicos deixaram de trabalhar. Para a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), foram 70%.
“Não houve uma redução no consumo de energia, o que leva a concluir que não houve redução da atividade econômica”, afirmou a ministra do Trabalho, Helena André. O líder da CGTP ironizou: "Então o metrô de Lisboa e o do Porto, os comboios (trens) e os aeroportos não consomem energia."
Já o secretário geral da confederação União Geral dos Trabalhadores, João Proença, afirmou que a greve é a maior da história do país.
Os sindicatos apresentaram uma lista das empresas que paralisaram, incluindo a mais emblemática do país, a Volkswagen de Palmela, maior exportadora portuguesa, responsável por 15% das vendas do país no exterior.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Obras de R$ 9 bi só reduzem 6 km de lentidão em São Paulo.

(do Agora SP) 
Depois de um investimento de quase R$ 9 bilhões em obras viárias e da ampliação das medidas de restrição à circulação de caminhões, o trânsito na capital foi reduzido em apenas 6 km nos horários de pico. Se fosse utilizada para a ampliação da malha do metrô, a mesma verba permitiria a construção de até 45 km de linhas.
Os dados de lentidão são da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e mostram que o motorista enfrenta hoje, em média, 99,3 km de trânsito nos períodos críticos da manhã e da tarde, contra a marca de 104,5 km registrada em 2009. A diferença é de 5%.
Os resultados obtidos após a inauguração do trecho sul do Rodoanel, das novas pistas da marginal Tietê e da extensão da avenida Jacu-Pêssego (aberta há um mês e meio) não justificam o volume de gastos, segundo especialistas ouvidos pelo Agora. Com exceção de regiões pontuais da cidade, como a avenida dos Bandeirantes --onde a fluidez aumentou 64%, segundo a prefeitura--, o trânsito continua pesado nas vias mais utilizadas pelos motoristas.

Apagão afeta metrô e tumultua fim de tarde em SP.

(do Estadão)
Uma queda de energia que durou cerca de três horas atingiu vários bairros das zonas sul e leste da cidade de São Paulo e municípios do ABC paulista no último dia 18 de novembro. A queda na energia desligou semáforos e afetou até a Linha 2 - Verde da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), que ficou sem funcionar durante alguns minutos no horário de pico. A Eletropaulo informou que o problema foi causado pelo rompimento de um cabo de transmissão na Vila Prudente, mas não soube definir a causa.
Na capital, foram atingidas ruas do Cambuci, Vila Mariana, Ipiranga e Mooca. A luz também caiu no centro de São Bernardo do Campo e em bairros de São Caetano do Sul e Santo André. A interrupção no fornecimento de energia começou por volta das 17h30 e, de acordo com a Eletropaulo, seguiu até as 20h08 - a reportagem, porém, ouviu relatos de falta de luz até as 21 horas em algumas regiões.
Como grande parte dos semáforos dos locais afetados acabou desligada, o trânsito ficou mais lento que o normal na capital paulista - às 19 horas, por exemplo, havia 129 quilômetros de lentidão na cidade, 19% a mais do que os 105 quilômetros do mesmo horário na quinta-feira da semana passada. Funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) tentavam organizar o trânsito nos cruzamentos mais movimentados das principais vias que estavam no escuro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alunos da rede pública do Estado de SP ficam seis meses sem professor

(da Folha de SP)
A professora de português de Lia, 13, na Joaquim Leme do Prado, zona norte de São Paulo, está de licença há três meses e nenhum outro docente a substituiu. Apesar de boa aluna, ela não soube responder a parte das questões de português do Saresp (que avalia o aprendizado anual de alunos da rede paulista).
E não foi por falta de estudo. "Foi por falta de professor", diz Cléo, 33, mãe dela. A Folha escutou relato semelhante em outras 11 escolas, de todas as regiões da cidade e da Grande SP. Em algumas, os estudantes chegaram a ficar até seis meses sem uma determinada disciplina.
A informação é dos repórteres Talita Bedinelli e Raphael Marchiori publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra do texto está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A falta de professores é consequência de uma lei estadual, de 2009, que determina que funcionários contratados sem concurso podem trabalhar por no máximo um ano. Depois, eles devem ficar afastados por 200 dias para evitar vínculo empregatício.
Por isso, poucos professores não estáveis (cerca de 10% da categoria) aceitam cobrir licenças temporárias. Preferem esperar por vagas com mais tempo de trabalho ou até desistem da profissão.
A situação deve piorar no próximo ano, pois os professores que deram aula neste ano terão que se afastar até o início do segundo semestre.

OUTRO LADO
A Secretaria da Educação reconheceu que a lei que determina o intervalo de 200 dias aos professores causou um "entrave" nas escolas. Por isso, o órgão afirma que enviará até o final do ano um novo projeto de lei que altere a necessidade desse período de afastamento.
Nem o secretário nem a assessoria de imprensa do órgão deram mais detalhes sobre a mudança na legislação.

Tribunal de Justiça proíbe entrega de livro com contos eróticos a estudantes da rede estadual de SP.

(do Estadão)
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu ontem uma liminar contra o secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, impedindo a distribuição do livro Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século a estudantes da 6.ª à 9.ª série do ensino fundamental e do ensino médio. Segundo a secretaria, todos os livros já foram distribuídos, mas apenas para estudantes do ensino médio.
Cerca de 18 mil cópias foram compradas no início do ano pelo governo e distribuídas aos alunos por meio do programa Apoio ao Saber, que destina anualmente três obras para os estudantes levarem para casa.
A liminar foi tomada pelo desembargador Maia da Cunha, que classificou o conteúdo de três textos da coletânea - entre eles cerca de 60 trechos do conto Obscenidades para uma Dona de Casa, do escritor e colunista do Estado Ignácio de Loyola Brandão - como "inapropriados" e com "elevado conteúdo sexual". Entre esses trechos estão frases como "... não se esfregue desse jeito...".
A secretaria não quis se manifestar sobre o assunto, alegando não ter sido notificada. A pasta informou apenas que a escolha dos livros é feita por uma comissão. Cabe recurso da decisão.
O pedido de recolhimento e cancelamento da distribuição foi apresentado à Justiça em outubro pelo Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec), presidido pelo deputado federal Celso Russomanno (PP-SP). "Recorremos ao Tribunal de Justiça após a Vara da Infância e da Juventude ter acatado um parecer do Ministério Público favorável à obra", diz Renato Menezello, advogado do Inadec.
O desembargador acatou apenas o cancelamento da distribuição de novos exemplares. Em sua leitura, "com relação aos livros já distribuídos, tem-se que eventual desrespeito à dignidade das crianças e adolescentes já teriam se consolidado".
Alerta. Para o professor Arthur Fonseca, do Conselho Estadual de Educação (CEE), o envolvimento da Justiça na questão é "extremamente perigoso". "Vivemos um momento perigoso de censura a obras literárias. Como educador, não gostaria que o assunto fosse tratado no âmbito da Justiça. É um problema de educação." Oficialmente, o CEE não deve se manifestar.
A presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Quézia Bombonatto, acredita que o principal problema seja a impossibilidade de se trabalhar adequadamente um texto erótico em uma sala de aula da escola pública.
"Na adolescência, a sexualidade já está exacerbada. Além disso, são muitos alunos por sala, com perfis e aspectos morais diversos. A maior parte dos professores não está preparada para dar conta disso."
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Roberto Leão, um maior cuidado com a opinião da ampla clientela atendida pela rede pública ao se escolher livros evitaria problemas como o atual.
"O aluno não precisa do livro para entrar em contato com conteúdos eróticos - e com certeza de pior qualidade. Mas secretarias e todos os órgãos que distribuem livros precisam entender e respeitar a clientela que atendem, seja o progressista seja o conservador." / COLABOROU MARIANA MANDELLI

OUTRO CASO
Quadrinhos
Em maio do ano passado, a Secretaria da Educação de São Paulo recolheu o livro Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol, compilação de quadrinhos distribuída para alunos da 3ª série do ensino fundamental que continha palavrões, expressões sexuais e referências à facção criminosa Primeiro Comando da Capital.

Denúncias colocam sob suspeita o provão do Estado de SP

No SARESP, professor "facilita a prova dos alunos para ganhar mais no fim do ano.

Após a enxurrada de denúncias sobre o ENEM, colocando na berlinda o governo federal, quando cerca de 2 mil estudantes foram prejudicados diante dos mais de 3 milhões de participantes, o governo paulista resolveu se superar.
As irregularidades apontadas na aplicação do SARESP (prova estadual) são politicamente mais sérias, mas a repercussão através da "grande mídia" continua a mesma: de forma fragmentada.

(do Agora SP)
O Saresp, prova do governo do Estado de SP que avaliou cerca de 2,5 milhões de estudantes ontem e anteontem, teve uma série de falhas. Além de mapear dificuldades dos alunos, o exame ajuda a determinar o bônus recebido pelos professores.
Há relatos de gabaritos trocados, provas faltando, uso de celular durante a aplicação do teste e até de professores da própria escola dentro da sala, o que é proibido.
A Secretaria de Estado da Educação confirma parte das falhas, como o recebimento pelos estudantes de gabaritos que não correspondiam às provas, mas diz que ninguém foi prejudicado porque o problema foi resolvido a tempo.
A prova é aplicada para estudantes do 3º, 5º, 7º e 9º anos do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.
Além dos alunos da rede estadual, fazem a prova estudantes de escolas municipais e particulares que quiserem testar seu desempenho.
Na escola Dr. João Ernesto Faggin, em Cidade Ademar (zona sul), estudantes e um professor contam que docentes aplicaram provas para suas próprias turmas, o que não é permitido --salvo exceções para escolas isoladas, o que não é o caso. O professor disse à reportagem que testemunhou colegas ajudando os estudantes nas questões. A direção da escola nega.
A reportagem obteve vários relatos de uso do celular durante a prova. Problemas nos gabaritos são os relatos mais comuns. No interior de SP, em ao menos 18 escolas, alunos receberam gabaritos com uma numeração diferente da que havia no caderno de perguntas. Estudantes temem que o erro faça com que respostas corretas sejam consideradas erradas, já que a prova pode ser de um tipo diferente do gabarito.
Foram aplicados 26 tipos diferentes de prova. Estudantes temem que o erro faça com que respostas corretas sejam consideradas erradas.
Na escola Thomazia Montoro (zona oeste), um aplicador relata que, em algumas das salas do exame, não havia provas e folhas de resposta para todos.
Ele diz que a falta pôde ser suprida por cadernos extras. Porém, ao menos um aluno demorou para conseguir começar a prova, pois o material foi trazido de outra sala.
Afirma ainda que os aplicadores não conseguiam colar os lacres dos envelope que guardavam os gabaritos preenchidos. Com isso, em tese, o diretor ou professor da escola, se quisesse, poderia abrir o envelope e alterar as provas.

domingo, 21 de novembro de 2010

Projeto da Nova Luz é “elitista” e exclui moradores da região, dizem arquitetos

Especialistas criticam "importação" do projeto de revitalização da Cracolândia

Fernando Gazzaneo, do R7
Reprodução/Arte R7
A proposta de revitalização da região central da cidade de São Paulo conhecida como Cracolândia ignora as necessidades sociais da área, impõe padrões importados de cidades europeias que não dialogam com a cultura local e não possui informações precisas de como o capital privado será atraído para valorizar novamente a Luz. A opinião é de três dos quartos arquitetos ouvidos pela reportagem doR7 sobre o projeto preliminar da Nova Luz, divulgado pela prefeitura na quarta-feira (18).


O urbanista do Instituto Pólis Kazuo Nakami critica a forma “vaga” como o projeto, disponível para consulta pública na internet, é apresentado à população. Ele diz que a proposta não contempla “as demandas sociais da área”. A partir de agora, serão feitas reuniões com setores da sociedade pra aprimorar a proposta e uma audiência pública deve ocorrer em até dois meses.
- Da forma com que o projeto está colocado, a região não tem moradores de rua e de cortiço, não tem drogados, trabalhadores informais ou comerciantes. Apesar da falta de informações, já está muito claro que o projeto é excludente e que pretende enobrecer a região para a elite da cidade.

O projeto, elaborado por um consórcio de empresas contratado pela prefeitura, prevê a criação de bulevar, áreas verdes e ciclovias. A estrutura idealizada será composta por três eixos. O primeiro irá abranger a região da rua Vitória e deve ser voltado ao entretenimento, com a criação de um bulevar semelhante ao La Rambla, em Barcelona, na Espanha.

O segundo eixo, na rua Timbiras, será voltado para o setor de tecnologia, com concentração de empresas da área. O último ficará na região da rua Triunfo e será voltado para área residencial, incluindo a criação de uma grande praça, que funcionará como espaço de convivência.
"Hábitos burgueses"

Para o arquiteto e professor da universidade Presbiteriana Mackenzie Paulo Giaquinto, o projeto ainda está no começo e, por isso, é difícil prever se o modelo dará certo ou não. Contudo, ele critica a maneira como a administração municipal diz querer atrair capital e público para revitalizar a área. Giaquinto afirma que os focos em entretenimento e tecnologia não são as soluções.

- Nós já temos os exemplos dos equipamentos culturais na região, como a Pinacoteca, o Museu da Língua Portuguesa e a região da Santa Ifigênia, onde se pode encontrar todo tipo de tecnologia. Essas duas apostas do projeto [entretenimento e empresas de tecnologia] não funcionam. Falta no projeto dizer quais serão as âncoras [atrativos] que vão puxar os investimentos para a área.

O professor também pontua que, para que ofertas imobiliárias na região sejam atraentes à classe média, são necessários investimentos do poder público, como a instalação de hospitais e universidades. Para ele, essa classe social tem poder de consumo que pode ajudar na revitalização da região. Ainda segundo o urbanista, os arquitetos costumam ter o "péssimo costume de impor hábitos burgueses às classes mais baixas”.

- Eu não vi no projeto um local para música popular, que é o que tem a ver com os moradores da região. As imagens [do croqui] parecem um centro europeu. O projeto me parece uma transferência de exemplos internacionais. E isso é praticamente sentença de derrota. 

Áreas verdes
A urbanista Lucila Lacreta, diretora do ONG Defenda São Paulo, faz coro com os outros especialistas e afirma que o centro “não pode virar o shopping Iguatemi”. Para ela, há características da região que não são levadas em conta na proposta.

- A Santa Ifigênia é uma região que tem uma vitalidade que não se encontra em outro lugar. Pelas informações dispostas no projeto, não sei como ela vai se readequar dentro desse espaço.


Lucila chama também a atenção para as áreas verdes que serão construídas na região da Nova Luz.

- O projeto tem que ajudar a população a construir uma cultura de espaços coletivos. Com exceção do Ibirapuera, as outras verdes e as praças da cidade ficam ociosas e as pessoas acabam se afastando delas. Não dá pra repetir erros passados.
Já o arquiteto e professor aposentado da USP (Universidade de São Paulo) Dácio Ottone diz acreditar que a junção de comércio, moradia e entretenimento é a formula para consolidar um bairro sólido e com infraestrutura bem arrumada. Para o especialista, a região é rica em transporte coletivo, o que pode ser um grande atrativo para que as pessoas voltem a morar no centro. 

- A região tem futuro e o projeto da Nova Luz pode inclusive movimentar a revitalização de outras áreas próximas.

R7 procurou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano sobre as críticas dos arquitetos, mas até a publicação desta reportagem a pasta não havia se manifestado.

Reprodução/Arte R7
Imagens mostram como deve ficar a rua Mauá, em frente à Estação Pinacoteca, depois da reurbanização. Área se transformará em um centro de entretenimento e cultura


    sexta-feira, 19 de novembro de 2010

    Comissão de Finanças aprova 117 emendas regionais ao Orçamento Estadual 2011.


    (do Transparência SP)
    No último dia 11 de novembro, a Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa de SP aprovou 117 emendas regionais ao Orçamento Estadual 2011, fruto das 18 Audiências Públicas realizadas pela Comissão em todo o Estado, colhendo sugestões da população.
    Estas Audiências continuam sendo o único espaço efetivo de participação popular na discussão sobre as prioridades que deverão fazer parte do orçamento público do Estado mais rico da nação.
    Resta saber se o relator do Orçamento e o governo paulista respeitarão a democracia e a vontade popular.
    No ano passado, o desrespeito foi total, uma vez que nenhuma emenda foi aprovada na sua íntegra.

    Relação das emendas:



    1.          ARAÇATUBA IMPLANTAÇÃO DE UMA FATEC EM PENÁPOLIS 2.000.000


    2.          ARAÇATUBA FOMENTO E APOIO AOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS 1.000.000


    3.          ARAÇATUBA RECURSOS PARA SANTAS CASAS 3.000.000


    4.          ARAÇATUBA IMPLANTAÇÃO DE HOSPITAL REGIONAL EM ARAÇATUBA 3.000.000


    5.          ARAÇATUBA RECURSOS PARA SANTAS CASAS 4.000.000


    6.          ARAÇATUBA ESTRADAS VICINAIS 5.000.000


    7.          ARAÇATUBA INSTALAÇÕES IML 3.000.000


    8.          ASSIS APOIO AOS MUNICÍPIOS PARA AMPLIAÇÃO E MELHORIA DE ÁGUA E ESGOTOS 5.000.000


    9.          ASSIS RECURSOS PARA A APTA 2.000.000


    10.       ASSIS RECURSOS PARA SANTAS CASAS 4.000.000


    11.       BAURU MELHORIAS EM DIVERSAS ESTRADAS VICINAIS DA REGIÃO 5.000.000


    12.       BAURU MODERNIZAÇÃO DO AEROPORTO ESTADUAL DE BAURU 5.000.000


    13.       BAURU INFRA-ESTRUTURA E LOGÍSTICA PARA O AGRONEGÓCIO 5.000.000


    14.       BAURU DUPLICAÇÃO DA RODOVIA BAURU-IBITINGA 2.000.000


    15.       BAURU RECURSOS PARA SANTAS CASAS 4.000.000


    16.       BAURU IMPLANTAÇÃO DE PARQUE TECNOLÓGICO 2.000.000


    17.       CAMPINAS CONSTRUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS PARA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA NA CIDADE DE CAMPINAS 10.000.000


    18.       CAMPINAS CONSTRUÇÃO DE UM HOSPITAL PÚBLICO ESTADUAL DO SERVIDOR NA VILA BRANDINA, EM CAMPINAS 8.000.000


    19.       CAMPINAS RECAPEAMENTO DAS VIAS DE ACESSO A NOVA ODESSA\SUMARÉ\AMERICANA, INCLUINDO A AVENIDA AMPELIO GAZZETTA E OUTRAS VIAS DANIFICADAS PELA ROTA DE FUGA DO PEDÁGIO DO KM 118,5 DA RODOVIA ANHANGUERA 4.000.000


    20.       CAMPINAS ASFALTAMENTO DA AV. DOS IPÊS (LIGAÇÃO DE VÁRZEA PTA. COM AS RODOVIAS ANHANGUERA E BANDEIRANTES) BENEFICIANDO 200 MIL PESSOAS. 4.000.000


    21.       CAMPINAS PROLONGAMENTO DAS MARGINAIS DA RODOVIA SANTOS DUMONT NA REGIÃO DE CAMPINAS 10.000.000


    22.       CAMPINAS HOSPITAL DE QUEIMADOS EM CAMPINAS 12.000.000


    23.       CAMPINAS DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 2.500.000


    24.       CAMPINAS ESTRADAS VICINAIS 2.000.000


    25.       CATANDUVA IMPLANTAÇÃO DE POUPATEMPO NA CIDADE DE BARRETOS 2.000.000


    26.       CATANDUVA DUPLICAÇÃO DA RODOVIA ASSIS CHATEAUBRIAND (SP-425) NO TRECHO ENTRE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E BARRETOS. 5.000.000


    27.       CATANDUVA RECURSOS PARA REFORMA, AMPLIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS SANTAS CASAS DA REGIÃO 3.000.000


    28.       FRANCA MELHORIA EM DIVERSAS ESTRADAS VICINAIS 4.000.000


    29.       FRANCA CONSTRUÇÃO DE NOVO FÓRUM EM SÃO JOAQUIM DA BARRA 4.000.000


    30.       FRANCA RECURSOS PARA INVESTIMENTOS NA SANTA CASA DE FRANCA 2.000.000


    31.       GUARULHOS RECURSOS PARA A URBANIZAÇÃO DE FAVELAS NA CIDADE DE GUARULHOS 10.000.000


    32.       GUARULHOS RECURSOS PARA IMPLANTAÇÃO DOS PROJETOS DE DRENAGEM DO DAEE PARA A CIDADE DE GUARULHOS 10.000.000


    33.       GUARULHOS RECURSOS PARA AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL GERAL DE GUARULHOS 8.000.000


    34.       GUARULHOS RECURSOS PARA A CONSTRUÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UM NOVO IML (INSTITTUTO MÉDICO LEGAL) EM GUARULHOS 3.000.000


    35.       GUARULHOS IMPLANTAÇÃO DE UM GRUPAMENTO DO CORPO DE BOMBEIROS NA REGIÃO DOS PIMENTAS E BOMSUCESSO, EM GUARULHOS 5.000.000


    36.       GUARULHOS IMPLANTAÇÃO DE UM CAMPUS DA UNESP 5.000.000


    37.       ITAPETININGA IMPLANTAÇÃO DE UM CAMPUS DA UNESP EM ITAPETININGA 6.000.000


    38.       ITAPETININGA INVESTIMENTOS NO HOSPITAL REGIONAL DE ITAPETININGA 4.000.000


    39.       ITAPETININGA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA DA SP 249 LIGANDO RIBEIRÃO BRANCO A APIAÍ (45 KM) 5.000.000


    40.       LIMEIRA ESTRADAS VICINAIS 2.000.000


    41.       LIMEIRA POLÍCIA CIVIL 3.000.000


    42.       LIMEIRA POLÍCIA MILITAR 3.000.000


    43.       MARÍLIA AMPLIAÇÃO DOS CURSOS OFERTADOS PELA FATEC 700.000


    44.       MARÍLIA CONSTRUÇÃO DE ESCOLA ESTADUAL NA REGIÃO LESTE DA CIDADE DE MARÍLIA 2.000.000


    45.       MARÍLIA CONSTRUÇÃO DE PASSAGEM INFERIOR RODOVIA JOÃO RIBEIRO DE BARROS, LIGANDO DIVERSOS BAIRROS DE MARÍLIA 300.000


    46.       OSASCO IMPLANTAÇÃO DE FATEC EM TABOÃO DA SERRA 2.000.000


    47.       OSASCO CONSTRUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS PARA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA NA CIDADE DE CARAPICUÍBA 10.000.000


    48.       OSASCO RECURSOS PARA O TRATAMENTO DE ESGOTO NA CIDADE DE OSASCO 10.000.000


    49.       OSASCO RECURSOS PARA AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL GERAL DO PIRAJUSSARA 4.000.000


    50.       OSASCO IMPLANTAÇÃO DE CENTRO DE ONCOLOGIA EM OSASCO 4.000.000


    51.       OSASCO TRANSPORTE METROPOLITANO 5.000.000


    52.       OURINHOS RECURSOS PARA REFORMA, AMPLIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS SANTAS CASAS DA REGIÃO 2.000.000


    53.       OURINHOS CONSTRUÇÃO DE HOSPITAL REGIONAL EM OURINHOS 5.000.000


    54.       OURINHOS AMPLIAÇÃO DOS CURSOS OFERTADOS PELA FATEC 1.000.000


    55.       PIRACICABA CONSTRUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS PARA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA NA CIDADE DE CORDEIRÓPOLIS 2.000.000


    56.       PIRACICABA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, BEM COMO INCENTIVOS FISCAIS E FINANCEIROS PARA OS PROPRIETÁRIOS QUE PRESERVAM AS ÁREAS DE RECARGAS DE AQUÍFEROS, APPS, E RESERVAS LEGAIS 5.000.000


    57.       PIRACICABA RECURSOS PARA CONVÊNIO COM O SEMAE-PIRACICABA PARA ACELERAR O TRATAMENTO DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA 5.000.000


    58.       PRESIDENTE PRUDENTE INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO E COMBATE ÀS ENCHENTES 5.000.000


    59.       PRESIDENTE PRUDENTE INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO EMELHORIA DE SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO 5.000.000


    60.       PRESIDENTE PRUDENTE RECURSOS PARA A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA NO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO 8.000.000


    61.       PRESIDENTE PRUDENTE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO PONTAL DO PARANAPANEMA 5.000.000


    62.       REGISTRO MELHORIAS NA INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA PARA O ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA DA REGIÃO (MELHOR CAMINHO E PONTES METÁLICAS) 5.000.000


    63.       REGISTRO RECURSOS PARA A FUNDAÇÃO ITESP NA AGILIZAÇÃO DO PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA, INDENIZAÇÃO E RETIRADA DOS OCUPANTES NÃO QUILOMBOLAS DAS COMUNIDADES JÁ RECONHECIDAS OU TITULADAS 5.000.000


    64.       REGISTRO MELHORIAS DAS ESTRADAS VICINAIS DA REGIÃO, INCLUSIVE A ESTRADA ELDORADO-SETE BARRAS 5.000.000


    65.       REGISTRO RECURSOS PARA CUSTEIO DA SAÚDE 5.000.000


    66.       REGISTRO RECURSOS PARA TRANSPORTE ESCOLAR 2.000.000


    67.       REGISTRO RECURSOS PARA MERENDA ESCOLAR 2.000.000


    68.       RIO CLARO RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 2.000.000


    69.       RIO CLARO RECURSOS PARA O HOSPITAL REGIONAL 4.000.000


    70.       RIBEIRÃO PRETO RECURSOS PARA O FUNDO DE GESTÃO DO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MOGI GUAÇU, VISANDO O ATENDIMENTO DE PROGRAMAS E PROJETOS DESTINADOS AO TRATAMENTO DO ESGOTO SANITÁRIO DOMICILIAR E RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES, ENVOLVENDO 38 MUNICÍPIOS 5.000.000


    71.       RIBEIRÃO PRETO RECURSOS PARA INVESTIMENTOS NO HC RIBEIRÃO (TÉRMINO DO HOSPITAL DA CRIANÇA E CONSTRUÇÃO DE NOVOS CENTROS CIRÚRGICOS) 8.000.000


    72.       RIBEIRÃO PRETO AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS  POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DA REGIÃO (1.000.000 PARA CADA) 2.000.000


    73.       SANTOS PRODUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS 20.000.000


    74.       SANTOS RECURSOS PARA IMPLANTAÇÃO DO AEROPORTO REGIONAL 7.000.000


    75.       SANTOS IMPLANTAÇÃO DE HOSPITAL DO SERVIDOR NA BAIXADA SANTISTA 8.000.000


    76.       SANTOS INTERLIGAÇÃO DO TRANSPORTE METROPOLITANO 5.000.000


    77.       SANTOS CONSTRUÇÃO DE PONTE LIGANDO SANTOS AO GUARUJÁ 10.000.000


    78.       SÃO BERNARDO MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DE PISCINÕES EM SÃO BERNARDO DO CAMPO E REGIÃO DO ABC. 5.000.000


    79.       SÃO BERNARDO CONSTRUÇÃO DO NOVO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 12.000.000


    80.       SÃO BERNARDO REURBANIZAÇÃO DE FAVELAS E ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS 10.000.000


    81.       SÃO BERNARDO AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL ESTADUAL SERRARIA 4.000.000


    82.       SÃO CARLOS RECURSOS PARA A FUNDAÇÃO ITESP NA AGILIZAÇÃO DO PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DA REGIÃO 3.000.000


    83.       SÃO CARLOS RECURSOS PARA REFORMA, AMPLIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS SANTAS CASAS DA REGIÃO E O PRONTO SOCORRO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO CARLOS 4.000.000


    84.       SÃO CARLOS DUPLICAÇÃO DA RODOVIA SP 318 2.000.000


    85.       SÃO CARLOS IMPLANTAÇÃO DE AME EM SÃO CARLOS 4.000.000


    86.       SÃO CARLOS AMPLIAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DO AEROPORTO DE SÃO CARLOS 5.000.000


    87.       SÃO JOSÉ DO RIO PRETO CONSTRUÇÃO DE ETEC PARA ATENDER OS BAIRROS JARDIM ANTUNES, MARIA LÚCIA, OLIVEIRAS, ARROYO E OS RESIDENCIAIS CALIFORNIA, COLORADO E BOM SUCESSO, EM S.J. DO RIO PRETO 2.000.000


    88.       SÃO JOSÉ DO RIO PRETO RECURSOS PARA OBRAS DE DRENAGEM E CANALIZAÇÃO DE CÓRREGOS EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 3.000.000


    89.       SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DUPLICAÇÃO DA RODOVIA EUCLIDES DA CUNHA 5.000.000


    90.       SÃO JOSÉ DO RIO PRETO CONSTRUÇÕES DE ESCOLAS 2.000.000


    91.       SÃO PAULO EXPANSÃO DA USP LESTE (CONSTRUÇÃO DO EDIFÍCIO LABORATORIAL) 3.000.000


    92.       SÃO PAULO RECURSOS NO FUNDO DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL 15.000.000


    93.       SÃO PAULO PRODUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 20.000.000


    94.       SÃO PAULO CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DE PARELHEIROS 12.000.000


    95.       SÃO PAULO CONSTRUÇÃO DE NOVOS FÓRUNS EM MBOI MIRIM E CAPELA DO SOCORRO 20.000.000


    96.       SÃO PAULO LESTE DESENVOLVIMENTO INFRAESTRUTURA TURÍSTICA 5.000.000


    97.       SÃO PAULO LESTE TRANSPORTE METROPOLITANO ZONA LESTE 5.000.000


    98.       SÃO PAULO LESTE COMBATE A ENCHENTES - PISCINÕES 5.000.000


    99.       SÃO PAULO TRANSPORTE METROPOLITANO ZONA SUL RMSP 5.000.000


    100.    SOROCABA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA TÉCNICA NA REGIÃO NORTE DE SOROCABA 2.000.000


    101.    SOROCABA RESTAURANTE BOM PRATO NA ZONA NORTE DE SOROCABA 2.000.000


    102.    SOROCABA INSTALAÇÃO DE UNIDADE COMPLETA DO POUPATEMPO EM SOROCABA 2.000.000


    103.    SOROCABA RECURSOS PARA O COMPLEXO HOSPITALAR SOROCABA 12.000.000


    104.    SOROCABA DUPLICAÇÃO DE RODOVIAS NA REGIÃO (SOROCABA-SALTO DE PIRAPORA E SOROCABA- PORTO FELIZ)  15.000.000


    105.    TAUBATÉ CONSTRUÇÃO DE CASA ABRIGO REGIONAL PARA ATENDIMENTO A MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA 1.000.000


    106.    TAUBATÉ AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL REGIONAL DE TAUBATÉ 4.000.000


    107.    TAUBATÉ MELHORIAS ESTRADA PINDAMONHANGABA-TREMEMBÉ 5.000.000


    108.    TAUBATÉ RECUPERAÇÃO DE RODOVIAS GERALDO SCAVONE, NILO MÁXIMO E ZERBINI 2.000.000


    109.    TAUBATÉ PRODUÇÃO DE UNIDADES HABITACIONAIS 2.000.000


    110.    IAMSPE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR, ATENDIMENTO MÉDICO E ASSIST. HOSPITALAR POR TERCEIROS 15.000.000


    111.    DEFENSORIA PÚBLICA ASSISTÊNCIA JURÍDICA 20.000.000


    112.    CENTRO PAULA SOUZA EXPANSÃO DO ENSINO PÚBLICO TÉCNICO E TECNOLÓGICO 9.700.000


    113.    TRIBUNAL DE JUSTIÇA PAGAMENTO DE PESSOAL NO TJ 5.000.000


    114.    ITESP MODERNIZAÇÃO DO ITESP 5.000.000


    115.    POLÍCIA TÉCNICO CIENTÍFICA INSTALAÇÕES DA POLÍCIA TÉCNICO -CIENTÍTICA 5.000.000


    116.    MINISTÉRIO PÚBLICO 20.000.000


    117.    CONSTRUÇÃO DE FÓRUNS 20.000.000


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