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domingo, 24 de outubro de 2010

Novas irregularidades no rodoanel: empreiteiras reduzem custos e valor da obra aumenta.

(da Folha de SP)
Um dia após assumir Rodoanel, ex-diretor da Dersa alterou contrato e liberou mudanças em projeto original
Nova regra previa "preço fechado" para acelerar a obra, mas acabou permitindo até materiais mais baratos.
Um dia após assumir a diretoria da Dersa responsável pelo Rodoanel, Paulo Vieira de Souza assinou uma alteração contratual na obra que deu liberdade para empreiteiras fazerem mudanças no projeto e, na prática, até usarem materiais mais baratos.
A medida, em acordo da estatal com as construtoras, foi definida em 2007 em troca da garantia de "acelerar" a construção do trecho sul para entregá-lo até abril deste ano, quando José Serra (PSDB) saiu do governo para se candidatar à Presidência.
Com a mudança no contrato do Rodoanel, ficou "inviável" calcular se os pagamentos da obra correspondiam ao que havia sido planejado e executado, conforme a avaliação do Ministério Público Federal dois anos depois.
O nome de Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ganhou projeção na campanha eleitoral após ser citado por Dilma Rousseff (PT) em um debate na Band.
Baseada em reportagem da revista "IstoÉ", a petista disse que ele teria desviado R$ 4 milhões destinados à campanha tucana. Ele nega.
A negociação com as empreiteiras -exigindo que elas não atrasassem a vitrine política de Serra- foi a principal tarefa de Paulo Preto.
O acordo assinado em 2007 mudou de forma radical as regras de pagamento das construtoras fixadas na gestão Geraldo Alckmin (PSDB).
Ficou acertado que, em vez de receberem conforme quantidade e tipo de cada serviço ou material usado na obra, as empreiteiras receberiam um "preço fechado" -no valor de R$ 2,5 bilhões.
Com isso, poderiam fazer alterações no projeto original, permitindo que economizassem. Mas havia, segundo a Dersa, a condição de manter a qualidade final.
Durante a obra, auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) viu "alterações significativas", "inclusive com adoção de alternativas de menor custo em relação ao originalmente licitado".
Citou a troca de concreto moldado no local da obra por pré-moldado, "muito mais barato". Para a Dersa, a diferença era apenas estética.
A estatal argumenta que, com a mudança contratual de 2007, conseguiu um desconto de 4% (R$ 100 milhões) sobre o valor original.
No entanto, as empreiteiras conseguiram um extra de R$ 264 milhões em setembro de 2009, apesar do acordo que previa "preço fechado". A diferença negociada entre a Dersa e as construtoras superava R$ 500 milhões.
O Ministério Público Federal, então, entrou no caso para impor um limite. Decidiu intermediar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para resolver os problemas do aditivo de 2007 e "impedir pagamentos indevidos".

DEMISSÃO
A alteração nos contratos do Rodoanel foi assinada por Paulo Preto e pelo ex-presidente da Dersa Thomaz de Aquino Nogueira Neto no dia 25 de maio de 2007.
Ligado ao tucano Aloysio Nunes -secretário da Casa Civil na época-, Paulo Preto havia sido nomeado para essa missão um dia antes.
Ele assumiu a diretoria de engenharia da Dersa em 24 de maio, no lugar de José Carlos Karabolad, que estava no cargo havia só cinco meses e pediu demissão dois dias antes da assinatura do aditivo.
A mudança contratual enfrentava resistência na estatal, tanto pelo aspecto jurídico como pela avaliação de que não evitaria mais gastos.
Paulo Preto, até então, era diretor de relações institucionais da Dersa, sem vínculo direto com a construção do trecho sul do Rodoanel.
Em 2009, a Folha revelou que uma filha dele era advogada das empreiteiras contratadas para fazer a obra.

sábado, 23 de outubro de 2010

Em depoimento à PF, jornalista afirma que dossiê era “fogo amigo” entre tucanos

Líderes do PSDB tentavam culpar PT por quebra de sigilo de pessoas ligadas a Serra
Do R7
A quebra dos sigilos fiscais de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Verônica Serra, Eduardo Jorge Caldas e outros tucanos, ligados ao candidato José Serra, havia sido atribuída ao PT por líderes do PSDB. Nesta semana, porém, as apurações da Polícia Federal conduzem a um caso de investigação interna no partido por motivação política.

O jornalista Amaury Ribeiro Júnior confessou ter contratado o serviço ilícito de investigação. E em depoimentos à Polícia Federal, afirmou que um grupo ligado a José Serra procurava montar dossiê contra Aécio Neves, que à época do pedido, em dezembro de 2007, era governador de Minas Gerais e travava uma disputa interna com Serra para definir quem seria o candidato do PSDB à Presidência.

Leia trecho do depoimento:
depoimento, amaury
A declaração foi dada no último dia 15 em depoimento e o documento foi obtido pelo jornal O Estado de S.Paulo. O depoimento do jornalista indica que, ao contrário das acusações feitas por Serra, o dossiê contra pessoas ligadas ao tucano nasceu após uma disputa interna dentro do próprio PSDB. A campanha de Serra acusava o PT e pessoas ligadas à campanha de Dilma de ter encomendado a quebra de sigilo de tucanos e de familiares de Serra.
Amaury disse que decidiu, por conta própria, elaborar um dossiê. À época, ele trabalhava no jornal O Estado de Minas. Segundo ele, após obter informações de suas fontes jornalísticas, ele conseguiu descobrir que se tratava de “grupo que trabalhava pra José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba [PSDB-RJ]”.
Segundo ele, no grupo havia pessoas ligadas ao SNI (Serviço Nacional de Investigação).

O pedido teria partido de Itagiba, delegado e à ocasião deputado tucano carioca, muito ligado a Serra e comandante do serviço de inteligência da Polícia Federal durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso na Presidência.

Itagiba teria montado, então, ação com ex-agentes da Polícia Federal e da Abin (órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência) para vasculhar ações de Aécio e procurar supostas irregularidades.

Aécio tinha interesse em ser candidato do PSDB à Presidência e, como tem alto índice de aprovação principalmente em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral e decisivo na disputa presidencial, era uma barreira para Serra.

Em abril, o jornalista fez chegar aos ouvidos petistas a apuração, pois tinha interesse em participar da campanha de Dilma Rousseff. Mas o grupo que procurou não foi contratado pela campanha do PT.

Para o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o resultado das investigações “comprova o que dizíamos desde o início” sobre o suposto dossiê, de que “não houve solicitação, encomenda, ou ligação do PT ou da campanha” [de Dilma] relativa à quebra de sigilo de pessoas ligadas a Serra.

- O que podemos constatar é que caiu por terra qualquer tentativa do candidato Serra de dar forma de estrela a esse episódio, a esse bicho. Esse bicho tem perna, pena e bico de tucano.

Dutra afirmou que ainda falta descobrir o “motivo”, daí o pedido de investigação sobre a suposta central de espionagem de Serra.

- Não temos nem tivemos qualquer responsabilidade nesse episódio. Pedimos o primeiro inquérito, fizemos aditamento e agora a partir do que foi informado hoje estamos solicitando investigação dessa central de espionagem comandada pelo deputado Marcelo Itagiba, que além de tucano é araponga contumaz.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PF prende três no RS por compra de voto para Serra; PSDB nega

saiu no portal TERRA



ANA GISSONI
BRUNA CAROLINA CARVALHO
A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (21), em Coxilha, no interior do Rio Grande do Sul, três pessoas acusadas de distribuír, em um caminhão de campanha do PSDB, sacolas com produtos alimentícios para compra de votos.
"Eles foram presos por estarem distribuindo sacolas econômicas em um caminhão caracterizado por propaganda eleitoral", afirmou o delegado da Polícia Federal de Passo Fundo, Celso Santos, ao Terra.
De acordo com o delegado, a mulher e dois homens pegos em flagrante estão no Presídio Regional do Passo Fundo, enquadrados por crime eleitoral de compra de votos: dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto. Tal crime implica em pena de prisão de até quatro anos ou multa. Tanto o caminhão quanto as 18 sacolas restantes foram apreendidas.
O secretário-geral do PSDB no Rio Grande do Sul, Carlos Callegaro, afirmou ao Terra que as pessoas presas não têm relação com o partido. O secretário disse que uma assistente social - conhecida por membros do PSDB de Passo Fundo -, recebeu 35 sacolas de alimentos e pediu um transporte emprestado para poder fazer a distribuição desses alimentos. "Ela não é do PSDB, mas se dá com pessoas do partido", afirmou Callegaro.
De acordo com o delegado da PF, no entanto, as pessoas alegaram prestar serviços para o comitê do PSDB. "Eles prestam serviço para o comitê do PSDB em Passo Fundo, segundo eles (acusados) informaram", disse Santos. Questionado sobre essa afirmação, Callegaro voltou a negar a ligação dos acusados com o partido.
Segundo o secretário, foi oferecido para a assistente social um caminhão "que não estava mais contratado pelo partido" e servia de trio elétrico durante a campanha. Callegaro diz que os adesivos do caminhão foram retirados antes dele ser emprestado. "Aí deu toda essa confusão. As três pessoas que estavam no caminhão, que não são filiadas ao PSDB, foram presas e o caminhão apreendido. Mas nem as pessoas são do PSDB e nem o caminhão estava mais contratado pela gente", contou. "Estavam simplesmente levando 35 sacolas de alimento".
A Polícia Federal divulgou uma nota no fim da tarde desta sexta-feira, confirmando o caso e informando que o caminhão e os alimentos ficarão apreendidos na Polícia Federal à disposição da Justiça Eleitoral.

Prefeitura de São Paulo governa para os ricos

Prefeitura, governada por Gilberto Kassab (DEM) e aliada de Serra e Alckmin,  direciona três vezes mais verba por morador no centro do que em regional da periferia.


Orçamento prevê R$ 38,07 por morador de Capela do Socorro e R$ 152,23, para Sé

Julia Chequer/R7A proposta orçamentária para 2011 elaborada pela Prefeitura de São Paulo prevê três vezes mais verba por morador na subprefeitura da Sé, no centro, do que em Capela do Socorro, regional da zona sul. A subprefeitura da periferia pode ter a menor relação verba/habitante da cidade e a regional da Sé, a maior, caso o projeto de lei encaminhado à Câmara Municipal seja aprovado. Nesta sexta-feira (22), acontece a primeira audiência públicapara discutir o projeto de lei, que pode ser modificado pelos vereadores.
Para Capela do Socorro, o governo municipal quer dar cerca de R$ 26,5 milhões para atender seus 696.941 moradores - ou seja, R$ 38,07 por pessoa. Considerando a mesma relação na Sé, o resultado é de R$ 152,23 por habitante. A reportagem do R7calculou a relação verba/morador das 31 subprefeituras da capital paulista e constatou que, em distritos da periferia, o valor por habitante é menor (veja infográfico abaixo).

Especialistas consultados pelo R7 ponderam que a região da Sé conta com vários serviços públicos, o que demanda atenção especial. Quem frequenta a região também aponta essa necessidade. É o caso do vendedor Samuel Ferreira que trabalha no distrito da República, na Sé, que diz que o centro "merece atenção especial".

Entretanto, o valor orçamento/morador de Capela do Socorro ainda é baixo se comparado com a segunda regional que mais recebe dinheiro pela proposta da prefeitura: a subprefeitura de Santo Amaro, na zona sul. Essa região, que engloba as áreas do aeroporto de Congonhas e os distritos de Campo Belo e Campo Grande, receberia por morador 250% de verba a mais do que Capela do Socorro.

Além de ser a subprefeitura com menor verba por pessoa, Capela do Socorro deve perder no ano que vem 17,8% da verba dada neste ano, de acordo com a proposta da prefeitura. Na semana passada, o R7 noticiou que o projeto da prefeitura dá mais verba para a maioria das subprefeituras cuja população tem maior renda e diminui daquelas onde a população tem ganho médio menor.

A verba das subprefeituras é destinada à chamada zeladoria, ou seja, à conservação da infraestrutura dos bairros, como poda de árvores, manutenção de praças, asfalto, pequenas obras, entre outras. A reportagem esteve em Capela do Socorro nesta semana e verificou que a calçada da subprefeitura estava inacabada. Uma praça a cerca de 500 m da sede da regional encontrava-se com a grama alta e com um brinquedo balanço, em má conservação (veja galeria de fotos). A subprefeitura não se manifestou sobre essas questões.


O aposentado Alberto Rodrigues Neto, que vive perto da praça em má conservação, conta que, de vez em quando, os próprios moradores podam as árvores. O também aposentado João Almeida Leite mora a alguns metros de Alberto e diz que a prefeitura "abandonou" a área. Leite conversou com a reportagem enquanto limpava a vegetação de uma calçada em frente a um terreno baldio.

Apesar de Santo Amaro ser uma das subprefeituras com maior verba per capita, o R7 fotografou um carro do órgão com pneus de vários formatos e carecas. A regional não se manifestou até a publicação desta reportagem.
Outro lado
O economista Cícero Liberal Yagi, da Rede Nossa São Paulo, diz que a proposta orçamentária acaba beneficiando regiões desenvolvidas da cidade. Para ele, a capital não é homogênea em termos de infraestrutura e distribuição de renda.

– Tem regiões da cidade com níveis equivalentes aos países europeus mais desenvolvidos ao lado de zonas parecidas com a África mais pobre. Na região mais carente, deveria haver uma atitude para melhorar a qualidade, mas não é o que acontece.

A professora Odete Medauar, titular de direito administrativo da faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), concorda com Yagi. Ela afirma não ver lógica na divisão da prefeitura e diz que seria importante obter um posicionamento do governo sobre o assunto.

A prefeitura afirma, por meio de nota, que é equivocado fazer o cálculo de distribuição de recursos baseado na população. "Os principais investimentos, programas e ações são executados com verbas da própria Coordenação das Subprefeituras e por outras secretarias", diz o texto. Entretanto, essa secretaria, assim como as demais, não discrimina a distribuição de dinheiro por região.

Na nota, a administração municipal promete que os investimentos de secretarias como Saúde, Educação e Transporte "são executados justamente nas regiões onde há maior demanda, ou seja, as mais carentes da cidade".



extraido do R7 com modificações do TSP

Central de Espionagem Tucana é desmascarada

Terra Magazine
Dutra: "Tinha uma central de espionagem comandada pelo PSDB"
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, contestou a versão do PSDB de que petistas e o presidente Lula estariam impedindo a divulgação de informações oficiais do inquérito da Polícia Federal sobre a quebra de sigilos de pessoas ligadas ao candidato tucano à presidência, José Serra. O ataque foi feito pelo presidente do PSDB, Sérgio Guerra, durante entrevista no Rio de Janeiro e publicado em nota na noite desta quinta-feira (21). Dutra rebateu que as quebras foram motivadas por uma "central de espionagem comandada pelo PSDB e pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB - RJ)" .
- O que o Sérgio Guerra não quer levantar é que o depoimento do Amaury fala que começou a investigar esse assunto porque tinha uma central de espionagem comandada pelo PSDB e pelo Marcelo Itagiba.
Saiba mais ....
 
Viomundo
Leandro Fortes, em CartaCapital: Quebra do sigilo de tucanos é fruto da guerra Serra-Aécio
Apesar do esforço em atribuir a culpa à campanha de Dilma Rousseff, o escândalo da quebra dos sigilos fiscais de políticos do PSDB e de parentes do candidato José Serra que dominou boa parte do debate no primeiro turno teve mesmo a origem relatada por CartaCapital em junho: uma disputa fratricida no tucanato
 
Viomundo
O que tem dentro da Operação Caribe?
Estão azedadas as relações entre o PSDB mineiro e o paulista. Considera-se que a trapalhada de Eduardo Jorge – divulgando partes do inquérito da Polícia Federal – espalhou lama por todos os poros.
Mas o que levaria EJ a esse gesto meio autofágico, de acessar o relatório e vazar partes selecionadas para a Folha de São Paulo?
Uma única hipótese. No inquérito da Polícia Federal, o jornalista Amaury Jr anexou o tal "Relatório Caribe", a extensa reportagem que escreveu para o Estado de Minas sobre os fluxos de dólares da privatização. É uma espécie de rascunho do seu livro – que, pelo acordo com a TV Record (que recentemente o contratou) só deveria ser publicado no próximo ano, para evitar exploração eleitoral
 
BOLINHA DE PAPEL X OBJETO INVISÍVEL NÃO IDENTIFICADO (FITA ADESIVA?)
Conversa Afiada
Professor desmoraliza fita adesiva do Jornal Nacional
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, diz ter sofrido agressões durante uma caminhada na zona oeste do Rio de Janeiro. Imagens mostram o que parece ser uma bola de papel atingindo a cabeça do tucano. O presidente Lula foi taxativo ao classificar o fato e disse que a atitude foi produzida pela equipe de publicidade do candidato e é vergonhosa
 
Escrevinhador
Serra e as bolinhas do Kamel - por Mauro Carrara
(Consórcio Folha-Globo cria objeto transparente e invisível para enganar o eleitor: colisão na cabeça do Serra é diferente da apontada pelo candidato em sua encenação teatral)
Boa parte dos jornalistas presentes, inclusive aqueles do próprio SBT, sustentam que Serra não foi alvejado uma segunda vez.
Nas ruas, nas praças, nas construções: a Rede Globo de Televisão causa estarrecimento, repulsa e vergonha alheia.
Nesta eleição presidencial, seguindo o exemplo dos jornais Folha de S. Paulo e Estadão, bem como dos veículos midiáticos da editora Abril, a empresa da família Marinho transformou sua programação em complemento desesperado e mal disfarçado da propaganda de José Chirico Serra e do PSDB.
Ao perceber o crescimento de Dilma Rousseff na preferência do eleitorado, o comando tucano resolveu tentar soluções “heterodoxas”, isto é, gerar fato novo que desviasse a atenção das vulnerabilidades da campanha serrista, como o caso Paulo Preto e a entrega anunciada de Itaipu, Banco do Brasil e Petrobrás a piratas de agência de pilhagem como a Warburg Pincus.
Leia a matéria completa

Jornal da Record - 21/10/2010
Lula chama de “farsa” e “mentira descarada” a agressão que José Serra diz ter sofrido no Rio
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, diz ter sofrido agressões durante uma caminhada na zona oeste do Rio de Janeiro. Imagens mostram o que parece ser uma bola de papel atingindo a cabeça do tucano. O presidente Lula foi taxativo ao classificar o fato e disse que a atitude foi produzida pela equipe de publicidade do candidato e é vergonhosa

Terra
Jogo online "recria" ataque a Serra com bola de papel
Usuários da Internet criaram um jogo para simular a agressão que Serra sofreu durante campanha no Rio de Janeiro


Acerte o alvo
Joguinho na internet com bolinhas de papel
Veja se você é bom de pontaria
 
NEPOTISMO E APADRINHAMENTO POLÍTICO NA GESTÃO SERRA
Jornal da Tarde - 22/10/2010
Irmã de Soninha atua no cerimonial do Palácio dos Bandeirantes do governo paulista
Além da filha mais velha, uma irmã da ex-subprefeita da Lapa e coordenadora de comunicação da campanha presidencial do ex-governador José Serra (PSDB) na internet, Soninha Francine (PPS), também está nomeada em cargo de confiança (sem concurso público) no governo paulista.
Tânia Esther Gaspar Simões, de 25 anos, ocupa, desde março de 2009, posto de diretor técnico II (R$ 3,5 mil) na equipe de cerimonial do Palácio dos Bandeirantes, onde também trabalha, em cargo comissionado, a jornalista Tatiana Arana Souza Cremonini, filha do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, pivô de escândalo no PSDB por suspeita de ter desviado R$ 4 milhões da campanha de Serra. Ele nega.
Na quinta-feira (21), o JT revelou que a filha de Soninha, a bióloga Rachel Marmo Azzari Domenichelli, de 26 anos, é assistente técnica da Coordenadoria de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente, desde 2007. Segundo o governo, ela foi “efetivada” na pasta depois de ter feito dois anos de estágio na Companhia Ambiental de São Paulo (Cetesb).
Desde julho de 2009, Soninha é conselheira de administração da Cetesb, posto pelo qual recebe R $ 3,5 mil de jetom – verba paga por cada reunião do conselho –, conforme revelou o JT na última quarta (20). Na ocasião, ela negou que sua indicação teve motivação política. “Ninguém me perguntou a qual partido eu era filiada, mas sabiam da minha experiência na área ambiental”, disse
 
PESQUISAS: COM O PÉ ATRÁS
(A pesquisa efetiva é a da apuração final dos votos. Serve para balizar a campanha, mas não garante vitória)
 
Reuters
Dilma aumenta vantagem sobre Serra, aponta Datafolha
SÃO PAULO (Reuters) - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aumentou sua vantagem sobre o adversário, José Serra (PSDB), na corrida presidencial, apontou pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira.
Dilma tem 50 por cento das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial, enquanto Serra aparece com 40 por cento. De acordo com o levantamento, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, 4 por cento dos entrevistados declararam voto nulo ou branco e 6 por cento responderam que não sabem
 
MENTIRAS E BAIXARIAS PELA INTERNET CONTINUAM
BBC Brasil
Assessor de Dilma na web diz que mentiras mancharam campanha
O coordenador de internet da campanha de Dilma Rousseff (PT), Marcelo Branco, diz que o peso da internet está sendo “a grande novidade” desta eleição, com milhões de eleitores “podendo se expressar” pelos canais virtuais.
Mas segundo ele, o excesso de “boatos” e de “informações falsas” sobre a candidata petista “mancharam” o processo democrático, sobretudo no 1º turno.
“Não posso deixar de registrar um repúdio a esse tipo de atitude, porque isso não é campanha política. Isso é bandidagem”, diz.
“São apoiadores do Serra em sua maioria, uma campanha que baseou toda a sua estratégia na disseminação de boatos e mentiras. Essa parte foi muito negativa para a eleição no Brasil", acrescenta.
Leia a entrevista
 
Terra - 21/10/2010

Arapongagens tucanas colocam Serra e Aécio em maus lençóis

Nem PiG salva!!!!
Reportagens publicadas nesta quinta e sexta-feiras pelo Jornal O Dia, de Belo Horizonte (MG), mostram que Serra tinha conhecimento do dossiê feito pelo jornal Estado de Minas  e que conheceu o jornalista Amauri Ribeiro Jr, quando foi entrevistado por ele em 2008 a respeito das apurações feitas na ocasião.
Saiba mais, lendo esta verdadeira rede de intrigas e espionagem envolvendo tucanos de alta plumagem.
Veja também: nota do deputado estadual Rui Falcão (PT-SP) sobre o assunto e por que a turma do Aécio está furiosa com o PSDB de S. Paulo.
Jornal Hoje em Dia - Belo Horizonte - 21/10/2010 - Quinta-feira
Dossiê contra Serra foi tramado no Estado de Minas
Pasta começou a ser montada depois que o deputado Marcelo Itagiba inicia suposta investigação sobre Aécio Neves
No primeiro trimestre de 2008, muito antes de se decidir sobre os possíveis candidatos à Presidência, o dossiê já era montado na capital mineira. A investigação do jornalista mirava as movimentações financeiras das empresas ‘Decidir.com’, com sede nas Ilhas Virgens, e Patagon, na Argentina.
Repórter especial do jornal “Estado de Minas”, Amaury Ribeiro Júnior foi o responsável pelo levantamento, com base nos dados produzidos durante as investigações da CPI do Banestado, iniciada em 2003, sobre a evasão de divisas do Brasil para paraísos fiscais entre 1996 e 2002 – cerca de US$ 84 bilhões.
Leia mais ....
Jornal Hoje em Dia - Belo Horizonte - 22/10/2010 - Sexta-feira
PF descobre que Estado de Minas pagou passagens do jornalista do dossiê
Jornal arcou com despesas até julho de 2009, e as demais foram quitadas pelo funcionário Marcelo Augusto de Oliveira
O Jornal Estado de Minas pagou as passagens aéreas do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que encomendou a violação dos sigilos fiscais dos tucanos. Em depoimento à Polícia Federal, Amaury afirmou que deixou oficialmente o jornal em 16 de outubro, tendo gozado férias de 30 dias antes disso. A quebra dos sigilos fiscais dos tucanos ocorreu entre 29 de setembro e 8 de outubro. As passagens foram faturadas pela agência de viagens Primus, que presta serviços ao jornal.
Conversa Afiada
Livro do Amaury para proteger o Aécio. Rui Falcão reage
O Conversa Afiada reproduz nota do deputado Rui Falcão sobre a tentativa do PiG (*) de tirar o livro do Amaury das costas do Aécio e do #Serrojas, e jogar nas do PT
Escrevinhador
A turma de Aécio: furiosa com o PSDB-SP
Andréa Neves e seu irmão,  Aécio Neves, estão furiosos com o PSDB. 
Porque foi Eduardo Jorge quem vazou para jornais de São Paulo o teor do depoimento de Amaury Ribeiro Jr.
Amaury não teria falado uma palavra sobre Aécio ou Minas. Teria assumido toda a história sozinho. 
Andréa e Aécio querem saber: por que EJ (como é chamado nos bastidores tucanos) vazou uma versão do depoimento que – em última instância – pode jogar a bomba no colo de Aécio?

Privatizações

Privatizações
Memórias do Saqueio: como o patrimônio construído com o trabalho e os impostos do povo paulista foi vendido
 
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