Do começo do ano até agora já foram resgistrados mais de 30 mil casos. Em São José do Rio Preto, oito pessoas morreram e três contraíram a forma mais grave da doença, a dengue hemorrágica. Ribeirão Preto tem o maior número de casos do Estado.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
DENGUE AVANÇA NO ESTADO DE SÃO PAULO
Do começo do ano até agora já foram resgistrados mais de 30 mil casos. Em São José do Rio Preto, oito pessoas morreram e três contraíram a forma mais grave da doença, a dengue hemorrágica. Ribeirão Preto tem o maior número de casos do Estado.
TREM DA CPTM DESCARRILA
veja o vídeo abaixo
EMPRESA DO GOVERNADOR DE SP É INVESTIGADA POR CONTRATOS SUSPEITOS
GOVERNO TUCANO EXIGE FIM DA GREVE PARA NEGOCIAR COM PROFESSORES
Em reunião de duas horas que manteve ontem com a diretoria da Apeoesp, o secretário da Educação do estado de São Paulo, Paulo Renato Souza, condicionou ao fim da greve dos professores a abertura de negociação sobre as reivindicações da categoria.
Hoje, na falta de uma contraproposta do governo estadual, nova assembleia dos professores deverá aprovar a continuidade da greve iniciada há exatamente um mês.
O magistério reivindica 34,3% de reposição das perdas salariais, entre outros benefícios.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
MAIS UM ACIDENTE NAS OBRAS DO METRÔ
Confira o vídeo do acidente (abaixo)
Clique aqui e veja o vídeo do novo acidente nas obras do Metrô. (pelo Bom Dia São Paulo)
ou assista ao vídeo pelo portal R7
terça-feira, 6 de abril de 2010
PARA RELEMBRAR: 18 ESTADOS PAGAM A DELEGADOS MAIS QUE SP.
MARIO CESAR CARVALHO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), está certo quando diz que os sindicalistas da Polícia Civil criaram um mito ao propagar a idéia de que o Estado paga os piores salários do país. Os policiais em greve também têm razão quando afirmam que São Paulo não paga um salário condizente com a arrecadação do Estado.
Levantamento feito pela Folha revela que São Paulo ocupa o 9º lugar no ranking dos Estados que pagam as piores médias salariais a delegados. Dito de outra forma, 18 Estados pagam em média melhor do que São Paulo. A pesquisa foi feita em 26 Estados e no Distrito Federal. Quatro Estados não informaram a média (Rio, Mato Grosso do Sul, Piauí e Rio Grande do Norte). Essa lacuna não altera o ranking porque eles pagam pisos superiores à média salarial paulista.
São Paulo paga a delegados em média R$ 7.085,85, valor menor do que Estados muito mais pobres, como Piauí, Alagoas e Maranhão. Policiais civis paulistas estão em greve desde 16 de setembro.
A Bahia é o Estado que paga o pior salário médio a delegados. Lá, a média é de R$ 5.427. Quando se analisa o salário inicial, São Paulo ocupa a pior posição no país: o piso é de R$ 3.708,18. O governo paulista diz que esse valor não traduz a realidade salarial da categoria, já que só 15 dos 3.500 delegados recebem esse montante.
ESTADO DE SP CAI NO RANKING E CONTINUA PAGANDO BAIXOS SALÁRIOS AOS PROFESSORES.

A rede estadual paulista de ensino caiu quatro posições desde 2007 no ranking nacional de salários iniciais, para professores da educação básica. Ocupa hoje a 14ª colocação entre os 27 Estados.
De acordo com o levantamento feito pela Folha, no sistema paulista, o salário é de R$ 1.834, para uma jornada de 40 horas semanais. Foi considerada a remuneração inicial (que abrange metade da rede estadual de SP) dos docentes com formação superior. A hora-aula paga em São Paulo equivale à metade da de Roraima, unidade com a melhor remuneração.
Parte dos docentes paulistas está em greve há quase um mês. Eles exigem reajuste de 34,3%. Desde 2008 não há aumento e desde 2005 os reajustes aos docentes estão abaixo da inflação.
Em resposta a reivindicação dos professores, a política implementada pelo governo Serra, que seguirá com Goldman (ambos PSDB), foi dar dinheiro extra aos docentes mais bem avaliados. Ontem, por exemplo, a Secretaria da Educação anunciou que 20% dos docentes ganharam aumento de 25% --eles tiveram as maiores notas numa prova.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
OFICIAIS DE JUSTIÇA DE SP AMEAÇAM ENTRAR EM GREVE
Mais uma categoria de servidores estaduais de São Paulo, os oficiais de justiça – ameaça entrar em greve. Novamente, a reivindicação principal é a reposição das perdas salariais com a inflação. A Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (Aojesp) marcou para o dia 14, na próxima semana, no Centro de São Paulo, uma assembleia geral para decidir se entram ou não em greve.
Eles alegam que o Tribunal de Justiça e o governo do Estado estão descumprindo lei que garante reposição anual da inflação na data-base da categoria, em março. Segundo a Aojesp, o vencimento de oficiais de justiça e escreventes no estado, que chegou a 20 salários mínimos, hoje é de seis salários mínimos, resultado de um processo de desvalorização que teve início de 1999. A categoria reivindica 20,16% de reposição.
A diretora secretária da Aojesp, Enizal Vieira, acusa o agora ex-governador de São Paulo e atual candidato a presidência pelo PSDB, José Serra, de promover o início de “guerrinha entre policiais civis e militares”, ao usar a PM para dispersar manifestações de servidores. “Ficamos a mercê da arrogância e mau humor dele”, reclama. Além da não reposição da inflação, os oficiais reclamam de terem de arcar com os gastos de transporte para cumprir as diligências, por falta de equipamentos nos tribunais, e ainda da falta de pessoal. Denunciam também problemas com o reembolso destes gastos e a falta de estrutura física de trabalho (como sala com mesas, cadeiras e telefone).
SERRA ORIENTAVA NEGOCIADORES A CORTAR DIREITOS DOS TRABALHADORES
Documento mostra como Serra orientava negociadores a cortar direitos dos trabalhadores
| www.brasiliaconfidencial.inf.br |
CONTRATOS DE PUBLICIDADE DO METRÔ SÃO ALVO DO TCE
Folha de S. Paulo - 05/04/2010
BRENO COSTA DA REPORTAGEM LOCAL
BRENO COSTA DA REPORTAGEM LOCAL
Técnicos afirmam que não houve detalhamento para justificar os gastos; Metrô, que já pagou R$ 63 mi, diz que não há irregularidades
A área técnica do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo concluiu que dois contratos assinados pelo Metrô em 2008 com agências de publicidade de Duda Mendonça e Nizan Guanaes, dois dos principais marqueteiros do país, são irregulares e devem ser anulados.
O Metrô já pagou R$ 63 milhões às agências e nega que tenha havido ilegalidades.
A recomendação consta de processos administrativos em tramitação no TCE, aos quais a Folha teve acesso. Eles estão sob a relatoria do conselheiro Renato Martins Costa, ainda sem previsão de julgamento.
Neles, a 2ª Diretoria de Fiscalização e a Assessoria Técnica Jurídica do TCE concluíram "pela nulidade da licitação e do contrato" após constatarem irregularidades na concorrência.
Baianos, Duda e Nizan já chefiaram o marketing das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e José Serra, respectivamente, em 2002. Duda Mendonça é réu no processo do mensalão, acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Os contratos foram assinados em outubro de 2008 com a Duda Mendonça & Associados Propaganda Ltda (R$ 14 milhões) e com a 3P Comunicações Ltda (hoje MPM Propaganda Ltda, por R$ 11 milhões), mas foram renovados duas vezes desde então. Expiram no fim do mês, mas podem ser prorrogados novamente.
Entre as irregularidades verificadas pelos auditores, cujos pareceres subsidiam o voto do relator, está o fato de os contratos terem sido assinados sem nenhum detalhamento dos custos que justificasse os valores acertados com as agências.
Além disso, afirmam os técnicos, o edital da licitação previa gasto total de R$ 20 milhões, embora os contratos tenham sido assinados pelo Metrô por R$ 25 milhões. Também foram encontradas irregularidades no critério usado pela companhia para aferir a solidez financeira das agências.
Os envolvidos têm até o próximo dia 22 para apresentarem suas alegações. A decisão final tomada pelo TCE pode ser encaminhada para a Assembleia Legislativa, que, por sua vez, pode remetê-la para o Ministério Público.
domingo, 4 de abril de 2010
MANSÃO DE SERRA EM SÃO PAULO NÃO FOI DECLARADA AO FISCO, NEM À JUSTIÇA ELEITORAL
extraído de: http://cloacanews.blogspot.com/2010/04/mansao-de-serra-em-sao-paulo-nao-foi.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/drcm+(ASSINE+O+CLOACA+NEWS)

sábado, 3 de abril de 2010
POLICIAIS CIVIS E MILITARES VOLTAM A SE ENFRENTAR NAS RUAS DE SÃO PAULO
Em 08/03/2010
Dois dias depois, em 10/03/2010
veja também:
POLICIAL CIVIL É CONFUNDIDO COMO PROFESSOR, PRESO E AGREDIDO POR PMS
SABESP, DO SERRA, É A MAIOR GERADORA DE ATRASOS NO "PAC - SANEAMENTO"
sexta-feira, 2 de abril de 2010
GOVERNO DE SÃO PAULO REJEITA AMBULÂNCIAS DO SAMU
EM CAMPANHA, SERRA INAUGURA MARGINAL SEM SINALIZAÇÃO
Vídeo: http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/motoristas-andam-de-re-na-nova-marginal-por-falta-de-sinalizacao-20100402.html
Veja discurso de Serra durante a inauguração da Marginal: http://www.youtube.com/watch?v=SwR83P-UK70
Agressão ao meio-ambiente provocada pela obra: http://www.youtube.com/watch?v=xE8TQkmoweg
http://www.youtube.com/watch?v=jkKEIkk5_1A
INFILTRAÇÃO E REPRESSÃO: SERRA REPETE PRÁTICAS DE YEDA
A HERANÇA DE SÃO PAULO
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A IMPRENSA COMO PARTIDO POLÍTICO
extraído de: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/04/01/a-imprensa-como-partido-politico/
Vannuchi diz que imprensa age como “partido de oposição”
31/03/2010
Da Redação
Para o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a imprensa brasileira age como um tipo de “partido de oposição”. “(A imprensa) vem confundindo um papel que é dela – informar, cobrar e denunciar – com o papel do protagonismo partidário, que é transformar isso em ações de conteúdo unilateral”. A declaração foi feita nesta terça-feira (30/03) durante a apresentação do 3º PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos) na Procuradoria Geral da República.
O ministro ressaltou a posição da Associação Nacional de Jornais (ANJ) para reforçar seu ponto de vista. “A presidente da ANJ, Judith Brito, fala exatamente o que eu vinha dizendo como crítica. Ela fala: ‘Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo’”, declarou Vannuchi ao se referir a participação de Judith em um evento, que discutiu o PNDH, em São Paulo.
Contra as críticas do ministro, Judith afirmou que o objetivo da entidade é defender a liberdade de expressão. “O jornalismo sério num país democrático precisa ser livre, porque sem liberdade não há investigação, nem opinião. Deve também ser pluralista. Esse papel da imprensa é exercido igualmente em relação ao governo e à oposição”.
Várias entidades patronais, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Editores de Revista (ANER), repudiaram o controle social da mídia proposto pelo PNDH. Vannuchi negou que o governo tenha a intenção de limitar a liberdade de expressão, alegando que ela precisa ser “ampla, plena e completa”.
Com informações da Folha de S. Paulo.
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D55370%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D32411881089%26fnt%3Dfntnl
Maria Judith Brito presidente da ANJ e executiva da Folha de São Paulo, confirma que a entidade faz papel de oposição ao governo:
“Publicado em: 18/03/2010 18:30
Entidades de imprensa estudam ir ao STF contra plano de direitos humanos
Redação Portal IMPRENSA
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e a Fecomercio discutiram nesta quinta-feira (18), a possibilidade de ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação contra o decreto que institui a terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).
Na última terça-feira (16), o Governo Federal anunciou que modificaria alguns pontos do programa. Entre as alterações, está a eliminação de pontos que possam levar à interpretação de censura à imprensa. Para a ANJ, o plano colocaria em risco a liberdade de imprensa.
“Esse programa parece um samba do crioulo doido. Com o pano de fundo dos direitos humanos, tenta praticamente abarcar todos os setores para censurar todos os âmbitos da vida nacional”, afirmou Maria Judith Brito, presidente da entidade.
Segundo o jornal O Globo, Judith declarou que “a liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo”.
Já o assessor jurídico da Abert, Rodolfo Machado Moura, a entidade não é contra todo o plano de direitos humanos, mas considerou que “o plano atual preocupa mais não só pelas ações do governo sobre a imprensa como pelo detalhamento do que seria esse controle social”.
O jurista Ives Gandra Martins, presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio, comparou o PNDH-3 às constituições bolivarianas em vigor na Venezuela, Bolívia e Nicarágua. Ele propôs que as entidades se organizassem para ingressar no STF contra o decreto, contestando ponto a ponto os termos do PNDH-3.
Ele explicou ainda que a senadora Katia Abreu (DEM-TO) convocou um debate no Senado para questionar o ministro Paulo Vanucchi, autor do plano.”
http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/03/18/imprensa34486.shtml